domingo, 30 de agosto de 2015

Dreadstar: A Odisseia

DREADSTAR: A ODISSEIA DA METAMORFOSE
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Durante milênios, os Orsirosianos foram a raça mais avançada da Via Láctea, além de terem sido os ancestrais de toda vida humanoide da galáxia. Sua supremacia, entretanto, chegou ao fim com o surgimento dos Zygoteanos, uma raça impiedosa que parece querer conquistar e destruir todo universo…

Aknaton, um místico imortal Orsirosiano, deve colocar em prática um plano devastador que dará fim à ameaça desses invasores e trará consequências cataclísmicas! No entanto, para que esse estratagema se concretize, ele deverá reunir um grupo de pessoas especiais. Entre elas está Vanth Dreadstar, um guerreiro implacável e astuto de enorme poder.

Mas ninguém imagina o que os espera…

Finalmente publicada no Brasil em 2011 está a tão aguardada saga cósmica que deu origem a Dreadstar, um dos mais cultuados e importantes heróis da ficção científica em quadrinhos.

Publicada originalmente na revista Epic Illustrated #1 a #09, a grandiosa saga reunida neste volume é um dos trabalhos mais respeitados de Jim Starlin e uma das principais obras da gênese do quadrinhos adulto nos EUA.

Mesmo Dreadstar tendo sido publicado no Brasil pela Editora Abril e Editora Globo, essa história nunca havia recebido a devida atenção das duas editoras, o que é corrigido agora. Uma saga épica divida em 14 capítulos, na bela arte pintada de Jim Starlin e com seu roteiro sempre cosmicamente bem engendrado.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Akira #07 a #09/Akira–Filme

AKIRA #07 a #09 de 38

Digitalização e Restauração by HORDA Comics

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Kay e Kaneda são capturados e Tetsuo é levado de volta para mais testes. Quando Kay consegue escapar, passa a agir de forma muito estranha, tentando chegar até Tetsuo. Este, também está livre novamente e agora vai até onde estão os outros três que tem poderes especiais como os dele. Porém, fica sabendo que há um com poder muitoi maior: Akira. E agora Tetsuo quer conhecê-lo.

Ryu continua tentando entrar no estádio olímpico, juntamente com um de seus colegas de resistência. Para sua surpresa, estao convergindo para lá Kaneda, Kay, Tetsuo e o General.

Um desconhecido ajuda na fuga de Kay e Kaneda, que não sabem ainda se podem confiar totalmente nele, pois o mesmo parecia responder ao General, mas diz ser parte da resistência. Será? Como os dois não têm muita escolha, aceitam sua ajuda.

Tetsuo está cada vez mais poderoso e obcecado por Akira e, também, cada vez mais descontrolado. Kay e Kaneda o enfrentam, com a ajuda dos três paranormais do General, mas Tetsuo é muito mais forte. Falta pouco para as coisas se complicarem mais ainda.

AKIRA

Dual Áudio (Inglês/Japonês), Legendado, MKV, 1.35 GB

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Me pergunto se Katsuhiro Otomo cogitou fazer Akira como um anime em série, onde ele poderia ter abrangido mais detalhes da HQ, ou se nem pensou nisso, pois queria a grandiosidade do cinema, com sua verba maior para um filme  que seria sua obra máxima.

É uma adaptação que, creio eu, comente o próprio Katsuhiro poderia ter concebido com tanta perfeição. Pois, mesmo divergindo em muitos pontos do mangá, é uma obra tão importante bem realizada quanto a HQ.

Enxugar 38 volumes e transformá-los em duas horas de filme não deve ter sido um trabalho fácil. No final, ganhamos duas maravilhas, uma da Nona Arte e uma da Sétima Arte.

Aqui, em mkeio a distúrbios e guerras de gangues, Tetsuo encontra um dos três paranormais que estão aos cuidados do General. O incidente acaba despertando poderes paranormais latentes. Tais poderes acabam por deixá-lo perturbado e perdendo o controle sobre si mesmo. Agora cabe a Kaneda e sua amiga Kay tentar detê-lo, antes que ele piore.

Porém, Tetsuo, ao saber da existência de Akira, um poder maior que o seu, está decidido a acordá-lo.

sábado, 22 de agosto de 2015

Lobo Solitário–Vol. 07

LOBO SOLITÁRIO – VOLUME 07 de 28
Digitalização: SabreWulf – Restauração: HORDA

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“Poucos sabem, mas o personagem que deu origem ao mangá Lobo Solitário é o pequeno Daigoro. Koike havia ganho de sua mãe um boneco de hakata (artesanato de cerâmica muito apreciado por suas cores, expressividade e delicadeza, típico da cidade de Fukuoka) e decidiu criar uma história para aquele garotinho.

Seja qual for a aparência do bonequinho, as histórias para ele pela dupla Koike e Kojima impressionam não só pela serenidade e solidão transmitidas através da criança, mas principalmente pela verossimilhança.

Por mais difícil que seja imaginar como seria a personalidade de uma criança filha de um guerreiro frio como Ogami, certamente a maturidade seria diferente da maturidade das crianças que conhecemos no dia a dia.

A história pregressa e as motivações de Itto Ogami certamente são tocantes. Um ex-oficial de alto escalão do xogunato acusado de traição, cuj família foi chacinada, cujo nome foi renegado… Que abriu mão de sua honra para lutar por justiça, condenando o próprio filho a viver testemunhando atrocidades… Entretanto, é inegável que a principal vítima das circunstãncias é o garoto.

Esta edição possui 120 páginas dedicadas a desenvolver a personalidade de Daigoro, que revela uma firmeza de caráter que a grande maioria dos adultos não possuem, seja a que época for.

Também, nesta edição, lemos mais um ardil da família Yagyu, assim como duas belas histórias que abordam a efemeridade da vida e o verdadeiro espírito do samurai.”

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Jerusalem Jones–Queimado

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Fazia um bom tempo que J. J. não aparecia por essas paragens. Mas, ainda assim, foi uma surpresa para ele encontrar a maior parte da pequena cidade de Old Cow queimada, destruída. Já a outra parte, estava apenas deserta mesmo. Mas, não estava em melhor estado. As casas que não tinham virado cinzas, estavam visivelmente queimadas, negras. Todo o lugar parecia ter sido atingido por algo, uma explosão talvez, que selou seu destino.

Jones cavalgou até o cemitério, e ele parecia do mesmo tamanho e com a mesma quantidade de túmulos que viu da última vez que esteve em Old Cow City. Para onde foram os cadáveres torrados pelo incêncio, ou seja lá o que tenha acontecido ali? Os sobreviventes levaram consigo? Não parecia provável.

J. J.  já sentia sua cicatriz no pescoço começar a pulsar, mesmo sabendo que aquilo era apenas uma impressão causada pela sua pulsação agitada. Cavalgava lentamente, com inveja de Chase, que parecia não se dar conta de quão estranho era aquilo tudo. Na verdade, parecia mais que ele estava dormindo, mesmo que andasse. E ele tinha certeza que aquele cavalo já devia ter feito isso alguma vez. Não era bem preguiça, era aquela espécie de calma que ele tinha.

- Uooooouuuuu!!!

Jerusalem Jones foi retirado a força de seus pensamentos quando Chase empinou, para evitar pisar sobre uma estranha massa enegrecida que estava bem diante deles, no chão. J. J. não queria admitir, mas era uma pessoa. Totalmente queimada. O mais estanho é que ela ainda fumegava, ao passo que a cidade já tinha esfriado a um bom tempo.

Mesmo sabendo que não devia, J. J. desceu do cavalo e se agachou ao lado daquilo. O calor era suportável, mas o cheiro era outra história. Uma espécie de carne assada, mas que ele nunca… J. J. parou com aqueles pensamentos. Sua fome estava controlada há muito tempo e a cicatriz vinha deixando-o em paz. Seus problemas de morto-vivo pareciam ser um assunto do passado.

A coisa abriu os olhos e olhou diretamente para Jones.

Ele pulou para trás, com o susto. Não tanto por medo. Já estava acostumado, foi mais o espasmo que a pessoa –ou coisa – sofreu ao abrir os olhos. Duas piscinas azuis em um rosto totalmente desfigurado pelo fogo. Seria uma mulher? Não conseguia deduzir. Com certeza estava viva. E tentava falar:

- N-necessário… foi… necessário.

A voz parecia queimada, também. Não dava para definir se era homem ou mulher. Qualquer vestígio de identificação o fogo havia levado. J. J. não sabia o que fazer, nem o que dizer. Era uma daquelas situações que ele sabia ser impossível qualquer ajuda. O que quer que tenha acontecido ali, ele não participara. Pelo menos desta vez.

Mesmo que a pessoa parecesse calma e sem sofrimento, apesar de seu aspecto e estado, J. J. achou que só havia uma coisa que poderia fazer por ela. Retirou um de seus revólveres e aponto para a pessoa. E, com o dedo indicador da outra mão, apontou para a arma e fez uma expressão de quem pergunta, “é o que deseja?”.

- N-não. Ainda falta… um.

Ah, não, pensou Jones. Eu só passei por aqui algumas vezes. Nem mesmo morei aqui, só fiquei alguns dias, no máximo. Por que essas coisas sempre tem que me perseguir? O que aconteceu aqui?!

Tão distraído que estava, J. J. não percebeu de imediato, como a pessoa começou a se recompor, se regenerar. De início, muito devagar. mas, conforme J. J. se dava conta do que o esperava, a coisa foi acontecendo mais rápido. Quando ele finalmente saiu de seu estupor, a coisa estava completamente restituída. A índia nua de profundos olhos azuis estava em pé, encarando-o. Antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, ela o agarrou pelo pescoço com as duas mãos:

- Era necessário, forasteiro. Era necessário. A cidade toda precisava pagar. Olho por olho, fogo com fogo. Eu nasci do fogo que levou minha mãe, minha família, minha aldeia. Aldeia por aldeia.

- O-onde estão… as… pessoas? – perguntou, sufocando, Jones.

- Não estão.

- Eu… acho que lembro da história. – isso fez a índia afrouxar as mãos. 

– Pensei que era apenas uma lenda para assustar crianças. O fundador de Old Cow City  teria tomado essas terras de índios, de uma tribo desconhecida, pequena. Falava-se em terem queimado todos, incluindo… uma índia grávida.

- Old Cow, era como meu avô a chamava, em sua língua.

- Mas… foi há muito tempo. Essas pessoas, elas.. elas nem lembram… não são… não eram culpadas.

- Forasteiro… todos… são… culpados.

E, dito isso, seus olhos de um azul estranho, foram preenchidos por um buraco negro, cada um, sua boca se abriu, suas mãos esquentaram e Jones se preparou para morrer queimado. Era isso, todos eram culpados. Ela estava presa ali, à cidade, à sua tribo, e matava a todos que por ali passavam.

Esse foi o último pensamento que passou por sua mente, ao sentir o fogo preencher o mundo, o espaço, cada átomo de seu corpo. Era uma dor bem-vinda. Era libertador. Fogo purificador. Sentia que, no fundo merecia isso. Todos… nós.

Sentiu as mãos da índia o largarem no chão. Uma massa disforme, carne queimada e apodrecida. Mas, como podia estar pensando ainda? Abriu os olhos e sentiu os fiapos chamuscados de roupa revoarem de seu corpo. O vento fresco o banhava e ele sentia… ele sentia que chorava. As lágrimas desciam por seu rosto e quase evaporavam. Todo seu corpo ainda fumegava, mas ele estava vivo, e bem. Só queria conseguir parar de chorar. Ela se fora.

- Onde estão as pessoas? – ecoou a pergunta em sua cabeça.

- Não estão – ele lembrou da resposta.

Foram embora. Não pertenciam mais àquele lugar. Nem conseguia imaginar como centenas e centenas de pessoas saíram vagando por aí, conscientes de que eram culpadas de alguma coisa. Nuas, talvez, como ele estava agora. Nu para si mesmo.

O chão a sua volta estava chamuscado. Chase estava seguro ao longe. Parecia assustado, mas conformado. J. J. tentava parar as lágrimas, mas sabia que elas ainda iam durar mais um pouco. Pegou uma roupa no alforje  e se vestiu. Queria ir embora, mas também queria ficar. Saber mais, ser purificado totalmente. Talvez esta fosse a vingança: tornar-se consciente de si mesmo, de seus pecados, e não conseguir perdão para eles.

- Vamos embora, Chase.

sábado, 15 de agosto de 2015

The Death of Superman Lives

THE DEATH OF SUPERMAN LIVES – WHAT HAPPENED?
Um doc. sobre um filme que nunca viu a luz do dia

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As primeiras vezes que ouvi falar sobre um filme do Superman, dirigido por Tim Burton, em que Nicolas cage faria o papel de Superman, aquilo me soava como lenda urbana. Eu pensava, “pff, que besteirada, isso tudo. Nem faz sentido”.  Então, anos depois, eu vi um vídeo em que Kevin Smith contava que ele teria feito o primeiro roteiro. Como se estivesse num show de stan up, ele contava de forma hilária, como havia sido seu contato com Jon Peters, o produtor do filme e que também produzira o Batman de Tim Burton.

Mai um tempo depois, uma foto de Nicolas Cage vestido de Superman apareceu na internet. Ou seja, cada vez mais mostrava-se real o fato de que tentaram mesmo fazer essa… coisa.



Então, o último prego sobre este fato foi colocado quando eu vi o trailer do documentário acima, que estava terminando de ser produzido. Parecia incrível que o filme não só quase aconteceu, como havia material suficiente para um documentário e, claro, eu ia querer assistir essa porra de qualquer jeito! E, acabei não só assistindo, mas traduzindo as legendas, o que levou cinco dias, já o fiz como sempre faço: traduzindo no Google e revisando enquanto assisto, usando meus conhecimentos parcos de inglês. cansativo, mas eu queria realmente que todos vissem o mesmo que eu vi.

Alguns vão perceber que o post foi editado em 18/08/2015, pois eu estava trão cansado na data original do post, que só consegui escrever que o download estava disponível, e eu já havia feito também uma matéria no GEEK CULT sobre o mesmo, diferente do que estou escrevendo aqui. E, o ost foi editado hoje, porque eu aproveitei e revisei os vários erros de digitação que ficaram nas legendas, assim, quem quiser baixá-las novamente, fique a vontade.

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Portanto, tudo ficou provado verdadeiro, o filme quase existiu mesmo. Não era lenda urbana, nem stand up do Kevin Smith. E, após assistir o documentário, se percebe o quanto de dinheiro vai pelo ralo em produções como esta, que não tem futuro. Escolhas erradas, pessoas sem nenhum entendimento do que está acontecendo, insistências em vontades próprias, e trocentas pessoas tomando decisões ao mesmo tempo sobre o mesmo filme, desde o chefão da Warner até quase o faxineiro.

No fim, o fracasso de Batman & Robin, de Joel Schumacher, e de muitas outras produções da mesma época, nos salvou de ver Nicolas Cage de peruca, voando (ou saltando) pelos céus de Pittsburg/Metrópolis. Só posso dizer, vejam como Tim Burton quase nos faz acreditar que um homem pode falir.

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sábado, 8 de agosto de 2015

Gen Pés Descalços Animated

GEN PÉS DESCALÇOS – AS DUAS ANIMAÇÕES
A vida depois da bomba nuclear sobre Hiroshima

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Esta semana completaram-se 70 anos do bombardeio nuclear sobre Hiroshima e Nagazaki. Gen Pés Descalços (Hadashi no Gen) é, provavelmente, a obra mais completa sobre esta tragédia, já que seu autor, Keiji Nakazawa, se baseou em suas próprias experiências como sobrevivente da bomba atômica jogada sobre Hiroshima.

O mangá escrito e desenhado por Nakazawa foi publicado de 1973 a 1985. Mesmo antes de terminar, foram produzidos três filmes em live action baseados em sua obra. Em 1983 e 1986 foram produzidas também duas animações. São estas que estão disponibilizadas aqui.

Gen Nakaoka vive uma vida tranquila em Hiroshima com seu pai, mãe, irmão menor e irmã mais velha. Estamos em 1945 e o Japão ainda insiste em continuar lutando uma guerra perdida. Tal atitude egoísta acaba cistando a vida de milhares de pessoas mortas em um único instante: quandos EUA resolvem lançar sobre a população de Hiroshima, a recém-inventada arma final, a bomba nuclear.

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O primeiro longa metragem animado conta exatamente estes momentos na vida de Gen. A reviravolta que sua vida sofre quando Hiroshima é destruída. Suas perdas e sua incrível capacidade de sobreviver. O anime, que tem um clima bem divertido e alegre no início, ajudado pelo traço que lembra os desenhos de aventura, torna-se um verdadeiro filme de horror assim que a bomba é detonada.

O anime que vinha sendo fácil de assistir até então, torna-se uma experiência traumática – mas, necessária – para o expectador. É necessário porque precisamos ver este momento da História como realmente aconteceu e não com o olhar distante de pessoas que não entendem o real poder de destruição de uma bomba nas mãos de homens que se pautam pela guerra.

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O segundo longa metragem em animação continua contando as aventuras de Gen e de seu irmão adotado, Ryuta. Para manter sua mãe com saúde, Gen e Ryuta acabam se juntando a um grupo de órfãos, considerados delinquentes pelas autoridades, que lutam para sobreviver naquele mundo devastado. As lições de otimismo diante da tragédia são comoventes.

Em 2007, Gen Pés Descalços ganhou novamente uma série em live action que, infelizmente, não é tão fácil de se encontrar, e creio que não existam legendas em português para a mesma.

Os longas aqui disponíveis também podem se encontrados no Youtube, legendados, tanto que o segundo foi baixado de lá, por isso a qualidade está apenas razoável. O primeiro tem a legenda separada, o segundo tem a legenda embutida.

Aqui no Brasil, apenas os mangás foram publicados. No ano de 2000, a Conrad editora publicou Gen Pés Descalços em quatro volumes. No entanto, ara me desapontamento – que cheguei a adquirir os 4 volumes – a saga de Gen tem, na verdade, 10 volumes. Ou seja, estes quatro eram uma versão condensada, cortada, da obra.

A editora está se redimindo, publicando em um ritmo um pouco lento, os dez volumes originais. Nas lojas já se encontra no volume 8. Para quem não se importar de ler a obra em quatro volumes, abaixo está o link de onde podem ser baixados.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

75 Years of DC Comics

75 YEARS OF DC COMICS – THE ART OF MODERN MYTHMAKING
Digitalização by Somebody Really BadAss

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Em 2010, quando a DC Comics completou seus 75 anos, foi lançado este megalivro com mais de 700 páginas contando a trajetória da editora da Era de Ouro até a Era Moderna. Mesmo sendo em inglês, é algo que todo fã de quadrinhos e da editora gostaria de ter. Porém, o preço é impraticável, em nosso querido país: mais de R$ 600,00. Mas, nada que a rede mundial de computadores não resolva.

Aliás, seria muito bom sim, ter o livro, no entanto, lê-lo não deve ser muito prático por causa de seu tamanho e peso. Daí que, ter essa edição digitalizada torna a coisa bem mais simples, principalmente para quem tem um tablet. Mesmo assim, eu o teria na estante, se pudesse.

Ao “folhear” este tesouro que já tem 5 anos que foi publicado, percebe-se a quantidade de informação ali condensada. O que chama a atenção também é a quantidade de ilustrações e como parece que nada ficou de fora.

Mas, para quem está a fim de saber mais sobre a DC sem ter que ler um livro gigantesco, deixo aqui também o documentário lançado na mesma época e também por causa dos 75 anos, SECRET ORIGIN – THE STORY OF DC COMICS. Façam bom proveito.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Will Eisner/Stan Lee

WILL EISNER – PROFISSÃO: CARTUNISTA
Doc. em três partes produzido no Brasil

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O que dizer de Will Eisner que ainda não tenha sido dito? Quase nada. Então, o jeito é dizer o que a maioria dos fãs de quadrinhos já sabe: o homem é um gênio que elevou a arte sequencial ao status de arte.

Confesso que descobri Eisner bem tarde na minha vida. Ele estava lá, mas eu realmente não lhe dava atenção. Não porque achasse que fosse ruim, ou algo do tipo. Apenas porque, além de estar sempre enfurnado nos quadrinhos mais populares, eu não tinha grande chances de acesso ao seu trabalho.

Quando eu voltei a ler quadrinhos com frequência e estava morando em um lugar onde era mais fácil encontrar material do artista, eu simplesmente estava ocupado demais. Precisou que os benditos scans me fizessem descobrir tudo que eu estava perdendo.

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Quando eu procurava HQs digitalizadas para colocar no Ra, junto com as que eu já fazia, encontrei algumas das graphic novels de Eisner no saudoso HQ é Aqui, do Guilherme. O seu site tinha esse diferencial, estava colocando quadrinhos mais maduros. Assim que os encontrei, resolvi não só postar, mas lê-los. Foi como se caísse uma venda dos meus olhos, dramaticamente falando.

Graças a isso, pude querer saber mais, ler mais. Acho que essa é a grande força dos scans, mover-nos a procurar mais daquilo que descobrimos na internet. Logo eu já havia lido No Coração da Tempestade, Avenida Dropsie, O Nome do Jogo, seus dois livros técnicos e muitos outros.

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E, assim, me tornei mais um dos muitos leitores deste gênio dos quadrinhos, criador do Spirit. Seus quadrinhos são lançados constantemente por aqui, e até memso sua biografia foi lançada recentemnete.

Mas, falando do documentário disponibilizado aqui, é uma forma de saber mais sobre o artista, tanto para quem não o conhece ainda, quanto para aqueles que já o leem há muitos anos.

Produzido pela TV Senac, o documentário é dividido em três partes de 48 minutos cada e é de uma qualidade admirável. Há depoimentos de artistas americanos, franceses e de muitos brasileiros, sem contar, claro, com Eisner nos falando de si mesmo e de sua trajetória. Imperdível é pouco.

COM GRANDES PODERES: A HISTÓRIA DE STAN LEE
Doc. dublado em TVRip da exibição no History Channel

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Para baixar o TVRip dublado, clique AQUI
Para baixar DVDRip no original, sem legendas, AQUI

Outro homem que revolucionou a indústria dos quadrinhos foi, sem dúvida, Stanley Martin Lieber, ou apenas Stan Lee. Tendo trabalhado por mais de 20 anos na Timely Comics, que se tornaria a Marvel Comics, Stan já estava quase deixando o ramo, quando, com um empurrão da esposa, e de seu chefe Martin Goodman, criou o Quarteto Fantástico. Foi o início de algo sem igual até aquele momento.

Os quadrinhos de super-heróis que se resumiam quase que totalmente aos títulos da DC Comics, com Superman, Batman e Mulher-Maravilha sendo os únicos ícones que representavam esse gênero, perderam o trono ou, pelo menos, tiveram que dividílo com escaladores de paredes, homens de armadura e mutantes incompreendido. O quadrinho de super-herói ganhava uma nova dimensão, mas aqui mesmo, na Terra.

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O documentário With Great Power: The Stan Lee Story chegou a ser exibido aqui pelo History Channel, com um dublagem muito boa. Como não há legendas para o original em inglês, resolvi que valia a pena postá-lo assim mesmo. Mas, para quem é bom em inglês, o origianl também está disponível. A qualidade do TVRIp não é HD, mas está muito boa.

Para quem quer saber mais sobre o homem que, junto com Kirby, Ditko e outros, trouxe um novo fôlego ao quadrinhos de heróis, pode faz~e-lo através da biografia escrita por Roberto Guedes, Stan Lee: O Reinventor dos Super-Heróis e também da nova revista derivada da Mundo dos Super-Heróis, Grandes Artistas #01: Stan Lee, que foi lançada nas bancas em julho desde ano.

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P. S.: Só consegui estes dois documentários, que estavam bem difíceis de serem encontrados, porque entrei no blog de filmes Bagaça Filmes Entertainment, verdade seja dita. Assim, visite, quem sabe encontre outras coisas que queriam por lá.

domingo, 2 de agosto de 2015

Frequência Global–Vol. 01

FREQUÊNCIA GLOBAL – VOLUME 01 de 02
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics

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Frequência Global é uma HQ escrita por Warren Ellis. Dividida em 12 números, cada um desenhado por um artista diferente, trata de um grupo de salvamento que age em qualquer canto do mundo. O grupo é comandado por Miranda Zero e guiado por uma garota chamada Aleph de uma base secreta.

A Frequência Global possui mil e um agentes espalhados pelo mundo e que, na verdade, são pessoas como você e eu, que possuam algum tipo de habilidade específica que possa ser usada nas emergências que aconteçam próximo a estes. Quando chega o momento, qualquer um pode ser ativado e precisa deixar tudo o mais de lado e agir.

Nestas primeiras seis histórias, temos um homem que está prestes a provocar um holocausto pelo simples fato dele mesmo ser uma espécie de bomba. Em seguida, um grupo precisa entrar m uma base militar e deter o primeiro homem biônico do mundo, que não tem nada a ver com o simpático Steve Austin. Na terceira trama, temos uma invasão alienígena que precisa contar com as habilidade de uma mulher que sabe tudo sobre memética. 

Logo depois, terroristas tecnológicos precisam ser parados por um policial australiano e uma mercenária. No penúltimo épisódio, Miranda Zero leva alguns especialistas a uma ldeia isolada que foi vítima de algum tipo de alucinação coletiva. Por último, Sita, uma praticante de parkour precisa atravessar a cidade para deter uma bomba biológica.

Os artistas que trabalham neste volume são Gary Leach, Glen Fabry, Steve Dillon, Roy Martinez, Jon J Muth e o consagrado David Lloyd.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Khabal

KHABAL, STAND UP COMEDY GOD
No Seu Show: Ai, Meu Deus, Que Hilário!

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Khabal era um desses deuses menores da antiga Babilônia ou outra região qualquer da Mesopotâmia. O fato é que ele foi logo esquecido e, vagando pela Terra, até os dias de hoje, acabou por trabalhar com stand up comedy por um tempo:

- Sabe o que mais eu detestava, como deus que era? Os sacrifícios. Como eu era de pedra na época, não era bom nessa coisa de me comunicar com o povão. Aí vinham lá, com os carneiros, que não faziam mal a ninguém, e PLUSH!  Eu não PEDIA aquela porra! De onde eles tiravam essas ideias? Na época eu era até vegetariano. Era um sacrifício assistir aquilo.

- Uma vez me pediram chuva. Eu queria dizer a verdade: chuva está um pouco acima do meu status. Chuva, tipo assim, só o Paulo Coelho, daqui a alguns séculos. Eu mandava uma brisa, uma bem fresquinha de vez em quando, pra que a morte por insolação fosse menos dolorosa, mas chuva, chuuuuva, era complicado.

- E as orações? Nunca entendi muito bem essa parada. O cara se ajoelhava lá, falava tudo que queria, mas e eu? E minhas necessidades? Não perguntava como ia a a família, nem se eu estava bem. Pedia perdão por um monte de coisas que fez porque quis, e ainda ficava zangado quando o karma o pegava na esquina. Dizia logo que, por causa disso,  "perdeu a fé". Eu tinha cara de achados e perdidos?

- Eu fui esquecido, em grande parte, por causa do Deus judeu que depois também se tornou dos cristãos. Eu não fiquei magoado nem nada. Era a nova geração, sabe como é, a fila anda. Mas, ainda teve um grupinho resistia e lembrava de mim de vez em quando. Mas, esses, insistiam em matar a porra do carneiro na minha frente. Eu nunca entendi o motivo disso. Sério.

- Uma coisa que lembro bem era da época do dilúvio. Eu era um garotinho ainda, um pedregulho. Mas, todo mundo falava em Noé, arca, maluco dos animais, vai acabar com a Amazônia (sacanagem). O fato é que ninguém botava fé no coroa. Nem guarda-chuva compraram. Mas, quando a tromba d'água veio, eu só conseguia pensar, cês não queriam chuva, seus porra?! Do que tão reclamando agora?

- Uma vez eu conheci um ateu. Ele era engraçado. Não acreditava nem na mãe dele. Então eu disse: e se eu transformar essa água do copo em vinho? Era um plágio, eu sei, mas, pra mim, equivalia a criar uma mulher de uma costela. Ele disse: só acredito vendo. Eu demorei uns 30 segundos, mas tava lá, vinho, do bom. Ele bebeu e disse, Meu Deus do Céu, Nossa Senhora da Aparecida de Todos os Santos, Oxalá meu rei, que vinho gostoso da porra. Bebeu quase tudo, depois jogou o resto pro santo. Não acreditei no que vi.

- Uma das coisas interessantes de ter ficado vagando por aqui, foi ver a mudança gradual do ser humano e suas esquisitices. Algumas permanecem até hoje, outras se tornaram proibidas pela Convenção de Genebra.

Desde a minha época já havia guerra por causa de religião. O deus tal era melhor que o deus tal. Eu, como era um deus humilde, não causava guerras. Só quem se dava mal mesmo eram os carneiros.

Hoje ainda há guerras religiosas aqui e ali, mas a maior mudança que percebi é como a religião passou a ser objeto de muito lucro. O argumento é que Deus vai triplicar aquilo que você der. Aí entendi tudo: os humanos só dão problemas e Deus triplica!

Boa noite e até a próxima!

Como Burlar o Mega

COMO BURLAR A LIMITAÇÃO DE DOWNLOAD DO MEGA
O vídeo mostra como, mas apenas pelo Chrome



Como já deve ter dado para perceber depois que fiz o post com os filmes do Taca a Mãe Pra Ver se Clica, o Mega começou a limitar a quantidade de downloads que se pode fazer, e depois é preciso esperar mais de 300 minutos para baixar novamente. 

Pesquisando, achei o vídeo acima, que, testei aqui, funcionou bem. O único inconveniente é que a operação precisa ser repetida a cada novo download. E, também, é uma dica que só pode ser uasada no Chrome. ´Porém, acho que nos outros a ideia é a mesma. Para quem não conseguir enxergar o que diz o vídeo, aqui vai o que é preciso fazer:

- Quando entrar o aviso de que acabou seu limite, vá em Configurações ou Definições (do Chrome) >> Desça toda a barra e clique em “configurações avançadas” >> Limpar dados de navegação >> Selecione Hora anterior, mas, para garantir que funcionará, é melhor colocar Dia Anterior >> Então clique em Limpar dados de navegação.

Como eu disse, parece que só funciona para um download, então é preciso ficar repetindo o processo para o próximo down. Espero que dê certo.


MINHA INFÂNCIA EM DOIS ATOS - Por Enquanto







sábado, 25 de julho de 2015

Superheroes–Episódio 2

SUPERHEROES: A NEVER-ENDING BATTLE
Episódio 2 de 3: Great Power, Great Responsability

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A segunda parte de Superheroes: a Never-Ending Battle focaliza agora a Marvel Comics. A segunda metade do século foi dominada pelas criações desta editora que foi ofuscada na primeira metade, pela toda poderosa DC Comics.

Com uma abordagem totalmente diferente do que vinha sendo feito até então, a editora causa uma revolução no mundo dos quadrinhos, quando Stan Lee, Jack Kirby, Steve Ditko e outros tornam os super-heróis bem mais humanos, bem mais próximos de nós.

Numa época de grandes mudanças sociais, como eram as década de 60 e 70, os quadrinhos procuravam seguir os novos tempos, se adaptando a eles. As revoluções sociais precisavam ter sua contraparte dento do mundo dos super-heróis e, acertando e errando, eles o fizeram.

Denny O’Neil e Neal Adams tratavam sobre drogas nas páginas de lanterna Verde e Arqueiro Verde. A Marvel apresentava os primeiros super-heróis negros, Pantera Negra e Luke Cage. O feminimso era representado em uma nova Mulher-Maravilha sem superpoderes, o que se mostrou uma tentativa equivocada de se alinhar ao movimento que vinha ganhando cada vez mais força.

O aumento da violência e da criminalidade também afetaram as histórias em quadrinhos, mostrando que elas não podiam ficar apenas no mundo da fantasia. Mesmo não sendo reais, elas faziam parte de um mundo real, e este, não podia ser retratado de forma tão utópica nos quadrinhos. Os tempos estavam mudando.

Nos artistas e roteiristas surgiam, trazendo para os quadrinhos usas próprias ideias e vivencias. Estavam colocando nas páginas aquilo que viviam no seu dia-a-dia. Se o mundo era violento e corrupto, isso não tinha como ficar de fora das páginas dos gibis, por mais que se quisesse.

Com grandes poderes sobre o mundo dos quadrinhos, vinham grandes responsabilidades de torná-los cada vez melhores.

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