quarta-feira, 16 de abril de 2014

Y: O Último Homem Completo


Y: O ÚLTIMO HOMEM - VOLUMES 09 e 10
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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E chegamos aos dois últimos volumes da saga do último homem sobre a Terra, depois que uma estranha praga dizimou todos os machos de uma hora para outra. Sobrevivem apenas as mulheres, Yorick Brown e seu macaco de estimação, também macho. Os mistérios por trás desse acontecimento vão tentando ser desvendados ao longo de 60 edições escritas por Brian K. Vaughan e ilustradas (em sua maior parte) por Pia Guerra.

Se juntam a Yorick, a agente 355 e a Dra. Allison Mann. As duas tem, cada uma, seus próprios motivos para se manterem perto do último homem e até mesmo para protegê-lo. No entanto, outras pessoas tem interesses em colocar a mão em cima do espécime, como a tenente-general israelense Alter, as Amazonas, e outros grupos. A cada edição, os problemas só vão aumentando e os mistérios se aprofundando.

Entre piratas e a máfia pop japonesa, Yorick quere apenas encontrar sua noiva, que no momento do apocalipse estava na Austrália. Em meio a milhões de mulheres, ele quer ecnontrar apenas uma, Beth. O caminho até ela será longo e penoso, e tudo pode acontecer.


terça-feira, 8 de abril de 2014

Pré-estréia: Capitão América - Soldado Invernal


CAPITÃO AMÉRICA: O SOLDADO INVERNAL
Scans by Onomatopéia Digital/RA


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Em primeiro lugar, gostaria de dizer que não atendo pedidos. Alguns verão que essa HQ foi sugerida nos comentários e podem deduzir, com isso, que atendo pedidos. Apenas calhou de que realmente fosse uma boa sugestão, haja visto o filme estrear daqui há dois dias. O motivo de não atender pedidos não tem a ver com má vontade, nem nada. Apenas escolho os scans de acordo com meu método, que é nenhum método, escaneio o que me der na telha. Atender pedidos criaria problemas e me sobrecarregaria. Assim, peço desculpas aos que já fizeram pedidos e eu nem mesmo respondi, afinal é um problema ficar apenas repetindo "não, não posso". Dito isso, sigamos.

Em segundo lugar, se há algum marinheiro de primeira viagem em termos de quadrinhos ou de Capitão América, tenho que avisar que esta edição não é uma quadrinização do filme. Este encadernado traz o arco de histórias em que o Soldado Invernal nos é apresentado, isso originalmente em 2005 (nos EUA), ou seja, há quase dez anos atrás. Um bom tempo. E, agora, a sequência do filme do Capitão nos traz este interesssante personagem. Obviamente não será uma adaptação ao pé da letra dos acontecimentos deste arco, mas acredito que boa parte será aproveitada.

Devo confessar que não gosto de ver personagens sendo ressuscitados, mas Ed Brubaker faz isso com maestria, recolocando um personagem antigo de volta ao Universo Marvel e fazendo a gente acreditar nisso. Aliás, falando em personagens que morrem e retornam, este arco, que iniciou-se em uma nova série de revistas do Capitão América, começa com a nada sutil morte do Caveira Vernelha, que a essa altura (já que faz quase dez anos desta edição), já deve ter voltado, também. Na sequência, o Capitão é atormentado por estranhas lembranças da Segunda Guerra Mundial, muitas das quais ele não se recorda de ter vivido. O surgimento de um estranho homem chamado O Soldado Invernal traz consigo um segredo que deixará o Capitão - e a quem não leu ainda - estupefato.


terça-feira, 1 de abril de 2014

100 Balas - Volume 03


100 BALAS - VOLUME 03
Scans by RA/OD


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Depois de um longo e tenebroso inverno, estou de volta! Esses períodos de preguiça escanial acontecem sempre. Já foram mais frequentes, hoje em dia nem tanto. Pra piorar, essa HQ, apesar de ser recente, e não uma antiguidade, estava problemática para limpar, com muita "sujeira" nas partes pretas. Não sei se era sujeira do scanner, ou apenas problema com a edição mesmo. Só sei que isso desanimou bastante e me fez ir beeeeem devagar. Depois de vários dias, consegui terminar e postar.

Neste terceiro volume de 100 Balas, que reúne as edições de #15 a #19, encontranos Loop, um rapaz que vive de pequenas contravenções e que nunca conheceu o pai que abandonou ele a mãe logo assim que ele nasceu. O agente Graves oferece então a chance de Loop fazer algo quanto a isso: conhecer seu pai e decidir o destino do mesmo, com suas 100 balas não rastreáveis.

Quando encontra seu pai, no entanto, Loop percebe que tem muito o que aprender sobre a vida no crime e seu pai, Curtis, tem muito a ensinar. Trabalhando para um chefe do crime local, Curtis faz cobranças de proteção e ensina a seu filho tudo que pode. As coisas vão ficar um pouco complicadas quando os dois dão um passo maior do que a pena.


sexta-feira, 21 de março de 2014

Mônica 30 Anos - 1993


MÔNICA 30 ANOS - 1993 - EDITORA GLOBO
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital
Agradecimentos especiais à querida Nocris Gusmão


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Quem não leu Turma da Mônica quando era criança? Quase uma unanimidade entre os leitores de gibis, é o quadrinho nacional mais bem estabelecido do país. Neste novo século começou a trilhar novos e ousados caminhos com a Turma da Mônica Jovem e as Graphic MSP. Há 20 anos atrás a personagem dentuça fazia seus 30 anos e estava na editora Globo (antiga Rio Gráfica e Editora - RGE). A edição comemorativa é bem recheada, pois traz entrevista com a musa inspiradora, a filha de Maurício de Souza, já adulta. Traz também uma galeria de desenhos homenageando a menina do vestido vermelho, que vai de Will Eisner até Milo Manara. Após isso, temos as primeiras tirinhas em que ela apareceu e depois as suas primeiras histórias em quadrinhos. Acompanhamos sua mudança gradativa até chegar no formato bem arredondado dos dias de hoje. Para finalizar há uma história especial em duas partes, onde ela já está adulta, casada com o Cebolinha - claro! - e podemos vê-lo voltar ao "passado" para tentar desfazer seu casamento. E, aqui somos nós que voltamos 20 anos no passado, para rever este aniversário. Parabéns!


domingo, 16 de março de 2014

A Saga de Thanos - Completa


A SAGA DE THANOS - COMPLETA EM 05 VOLUMES
Scans by Onomatipéia Digital/Rapadura Açucarada


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Finalmente chega ao fim A saga de Thanos, que envolve também o personagem Adam Warlock. Grande parte deste volume cinco foi publicado em Grandes Heróis Marve #1 e é o fechamento desta saga monumental, exclusiva da Editora abril, que a compilou. Thanos, o Deus Enlouquecido finalmente chega ao seu plano final que é destruir o universo apenas para agradar sua amada a Morte em pessoa. Num confronto intergaláctico, os maiores heróis Marvel, junto a Adam Warlock são convocados para a batalha... e perdem. No fim das contas, depende do Homem-Aranha e do Coisa, a salvação da humanidade, e de um gladiador esmeralda e sua jóia espiritual.

Os cinco volumes reuniram grandes autores, incluindo Stan Lee. O fechamento foi dado por Jim Starlin, que transformou o obscuro Warlock num herói de primeira grandeza. Também, os ilustradores eram os grandes nomes da década de 70, entre eles, Jack Kirby, Gil Kane, Herb Trimpe e o próprio Starlin. Deu um certo trabalho e demorou um pouco, mas toda a saga está agora digitalizada no formato em que foi publicado, sem acrescentar ou retirar nada.


O ATAQUE DOS PERTURBADOS MONSTROS DA NEVE MUTANTES E ASSASSINOS
Scans by Rapadura Açucarada e Onomatopéia Digital


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Chega o inverno e com ele muitas tarefas indesejáveis. Para contrabalançar, Calvin e Haroldo procyram passar o tempo da mlehor maneira possível, seja se divertindo juntos ou apenas fugindo das obrigações. Porém, nem tudo são flores, quando Calvin acha que seu único motivo de ansiedade seria esperar pelo Papai Noel, eis que ele e seu amigo tigre são atacados por bonecos de neve mutantes, tão reais quanto Haroldo. Calvin fará de tudo para que o plano dos estranhos seres vá por água abaxo.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Superman vs. Muhammad Ali: Edição de Luxo


SUPERMAN vs. MUHAMMAD ALI: EDIÇÃO DE LUXO
Scans by Onomatopéia Digital/Rapadura Açucarada


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Era o ano de Nosso Senhor de 1979, e eu tinha 10 anos de idade. Há exatos 35 anos atrás eu li o gibi acima pela primeira vez e, ontem, li pela segunda vez. Devido ao tempo que se passou, as lembranças são muito enevoadas quanto a se a HQ era minha mesmo ou emprestada. Não lembro de ninguém comprando para mim esta, que não era uma das revistas mais baratas da época, haja visto ser uma edição muito especial.

Para começar, ela era de tamanho diferenciado. Falando diretamente, era gigante. Pelo menos para um garoto de 10 anos era o que parecia ser. Me lembro bem de estar do lado de fora da escola, esperando o sinal tocar para entrar e eu com ela, aberta, me cobrindo quase todo (o que me faz suspeitar que era emprestada). Eu não sabia o que mais me impresionava: se o tamanho ou o fato de que havia uma pessoa real - Muhammad Ali - dentro de um gibi, e pior, lutando contra o Super-Homem! Era demais para minha cabeça.

O fato é que, fosse emprestada ou não, depois que eu a li, depois que eu a tive nas mãos, nunca mais a esqueci, e duvido que qualquer outra pessoa que o fez tenha esquecido. Mesmo demorando mais de 30 anos para ser republicada aqui no Brasil, ela nunca saiu da minha mente. Os scans da edição publicada pela EBAL, que foram inclusive restaurados e reletreirados, vagueiam pela rede internética de computadores.

Antes dos scans e da republicação, só era possível rever esta pérola nos sebos da vida. Alguns, ainda hoje, mesmo com a edição da Panini tendo sido lançada, cobram até R$ 200,00 pela edição da EBAL. Pelo menos aqueles que sabem o que tem nas mãos,

Esta nova edição desvenda como surgiu a ideia de juntar os dois ícones americanos, tudo contado editora Jennete Khan. Também há a capa, com as dezenas de pessoas famosas da década de 70, que estão na platéia, bem como um guia para saber quem são e onde estão. A verdade é que, fora o tamnanho, a republicação é bem superior e se você ainda conseguir encontrá-la, compre.

A história é bem simples: os Scrubbs, uma raça alienígena, quer destruir a Terra, para evitar que os humanos acabem por, quem sabe um dia, atacá-los, devido à natureza beligerante da humanidade. Mas, para dar-nos uma chance, eles querem que o maior campeão da Terra enfrente o deles em uma luta de boxe. Claro, a escolha óbvia seria o Super-Homem. Isso se não estivéssemos na década de 70 e se o esporte não fosse boxe, pois aí temos Muhammad ali.

Para desfazer o impasse o jeito é os dois se enfrentarem e o vitorioso lutará pela Terra, Claro que Kal-El não poderá lutar com seus poderes a pleno vapor. Sob um sol vermelho, lutará de igual para igual com Ali, que o treina durante algum tempo.

É uma história ingênua e divertida, mas com uma certa mensagem, que fazia parte das exigências de Muhammad Ali, para que ele estreaase o gibi junto ao Homem de Aço. O traço de Neal Adams faz com que ainda pareça uma HQ dos dias de hoje, devido a sempre ter sido um ilustrdor à frente do seu tempo.

Assim sendo, ao soar do ringue, divirta-se!


sexta-feira, 7 de março de 2014

Crime e Castigo


CRIME E CASTIGO - 04 EDIÇÕES
Scans 2.0 by Onomatopéia/Rapadura


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Um pai viúvo cuida de sua filha pequena, que o idolatra, e do filho que está saindo da adolescência que não se dá bem com o mesmo. No entanto, Jimmy Kavanagh está prestes a ver sua vida pacata, monótona e serena ser abalada pelo retorno de um fantasma do passado. Dois fugitivos da prisão encontram Jimmy. Estão apavorados, pois dizem estarem sendo perseguidos por um misterioso homem chamado Stein, com quem os três tiveram negócios que terminaram muito mal no passado.

Agora Jimmy precisa fugir com seus filhos e os dois homens que o procuraram. No meio disso tudo, Jimmy e seu filho precisam melhorar a relação entre eles, e a coisa não fica nada melhor, quando Kavanagh explica porque está sendo perseguido por Stein e os detalhes de sua vida passada. O filho, que já não tinha grande amizade pelo pai, começa a odiá-lo. No meio disso tudo, Jimmy relembra da sua relação com seu próprio pai, um aviador da Segunda Guerra Mundial, e de como ele o ensinou a ser quem ele é agora. Também lembra de sua esposa e de como se conheceram. Porém, nada disso o salvará do implacável Stein.

Garth Ennis coloca toda sua inspiração numa história de conflito de gerações, com muito sangue. As ilustrações são de John Higgins, o colorista de Watchmen. Uma das grandes minisséries do selo Vertigo, onde o autor de Preacher mostrava o grande contador de histórias que é.


domingo, 2 de março de 2014

Zumbis Marvel e The Walking Dead


ZUMBIS MARVEL - VOLUME 01 de 04
Scans by Onomatopéia/Rapadura


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Um estranho evento transforma todos os super-heróis e supervições em zumbis. A mistura de superpoderes e fome poor carne humana devasta em pouco tempo o planeta. Magneto, um dos últimos a resistir, cai nas mãos dos mortos vivos. As criaturas começam a ficar sem opções de cardápio e é quando aparece o arauto de Galactus, o Surfista Prateado. Ele vem anunciar que seu mestre está chegando para devorar o planeta. Será? Ainda nesta edição, um prequel de como os super-heróis foram sendo infectados pouco a pouco.


THE WALKING DEAD: OS MORTOS-VIVOS - VOLUME 02
Scans by Rapadura Açucarada/Onomatopéia Digital


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Rick e seu grupo continua procurando um lugar para se fixar. É quando dão de cara com um condomìnio abandonado e, aparentemente livre de zumbis. Neste momento, se junta ao grupo Tyrese, sua filha e o namorado dela. Este logo se mostra um excelente matador de mortos-vivos. Mas, nada é tranquilidade e logo Carl leva um tiro por acidente e Rick leva-o para a fazenda onde o atirador mora. Lá, Herschel, o dono da fazenda consegue salvar a vida do menino. Rick tenta convencer Herschel a deixar ele e seu grupo viverem ali. Mas os atritos logo começam.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Petirinhas: Um Novo Projeto


PETIRINHAS: ONDE LUCY, BEBEL, KIRA E MILU SÃO AS ESTRELAS
Para acessar as tirinhas, entre na
página do Facebook


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Não foi a zero, mas faz de conta que foi


Umas três noites atrás, eu estava naquela fase da tentativa de dormir em que a cabeça viaja por vários asssuntos. Primeiro me veio o diálogo curto à mente: "A vida é cheia de incertezas" e alguém replicaria com um, "Será?". Pensei em apenas escrever isso no Facebook, como geralmente faço. Mas, um pensamento me perturbava já há um tempo: qualquer um consegue fazer uma tirinha. Seja com bonecos-palito, seja usando o paint, ou de alguma outra forma qualquer que não implique necessariamente grandes conhecimentos de desenhos. O que importa mesmo é o texto. Vou ser sincero, já vi tirinhas com um capricho enorme nos desenhos e que, no entanto, as piadas ou frases de efeito, não tinham a menor graça. E, bom, fazer graça é bem mais simples do que desenhar.

Foi quando uma ideia passou como um relâmpago pela minha cabeça: e se eu usasse as centenas de fotos (talvez milhares) que já tirei das meninas (e agora com um menino), Lucy, Bebel, Kira e Milu? Sim, meus bichinhos de estimação. A ideia veio e eu estava já com sono, quase dormindo. Pensei, ah, mas não vou levantar mesmo. Isso vai ter de esperar até amanhã e sim, vou usar aquele pequeno diálogo que imaginei a pouco. Só espero que eu não esqueça tudo ao acordar.

Por pouco não esqueci. Abri o Photoshop, escolhi algumas fotos e decidi que ia fazer a minha primeira tirinha. Deixo aqui um adendo, já fiz tirinhas antes. Porém, como não desenho nada, eu apenas escrevia o argumento e alguém desenhava. Acho que fiz isso com umas duas ou três pessoas diferentes, mas os projetos nunca foram pra frente, justamente por eu depender de uma segunda pessoa, que tinha seus próprios projetos. Eu precisava fazer uma tirinha em que eu dependesse só de mim. Então, com meus parcos conhecimentos de Photoshop, fiz a primeira, com o diálogo que imaginei, pouco antes de dormir:


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A primeira que realmente foi a primeira


Publiquei-a na minha página pessoal do Facebook, como faço com praticamente tudo que invento: frases, contos, histórias da minha vida. Como as pessoas gostaram, fui fazendo outras mais, ainda neste estilo tosquinho, pois eu realmente não sou bom com o programa. Quando fiz o terceiro, meu irmão, Luciano, que é profissional na área photoshopesca, pegou esta nova que eu tinha feito e me enviou pelo chat do facebook arte-finalizada, mais parecida mesmo com uma tirinha, com o único diferencial de ser feita com fotos, uma fotonovela em tirinhas.

Fiquei muito empolgado com o que ele havia feito, mas, ao mesmo tempo, desanimado. Ele não ia poder ficar arte-finalizando e eu nem pedi isso. Eu teria de continuar fazendo toscamente mesmo. Como ele estava para aparecer por aqui , ele disse que ia me dar as dicas de como fazer para ficar daquele jeito. Já pensei em como ele ia me esganar quando eu não conseguisse entender nada.

Ele veio e fizemos uma tirinha-teste de apenas um quadrinho que se tornou a que abre esta matéria. Com mais algumas dicas deixamos uma base para as próximas. Abaixo coloco a que ele arte-finalizou, antes de me ensinar os truques necessários para fazer sozinho:


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A primeira com cara de tirinha


Esse é um projeto de satisfação pessoal, para me divertir. Já fiz umas sete tirinhas, e não sei qual será minha periodicidade daqui pra frente. Seja lá qual for, ao menos poderei dizer que já tive a minha própria tirinha: as Petirinhas! Abaixo, a minha primeira feita sem ajuda. Espero que gostem, para mais é só acessar a página no Facebook, se curtirem o tema, claro.


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A primeira com cara de tirinha, por mim mesmo


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Camelot 3000 - 3a Versão dos Scans


CAMELOT 3000 - 3a. VERSÃO DOS SCANS
Em comemoração dos 30 Anos da sua Publicação no Brasil
Scans dedicados á minha amiga Nayane R.


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Em agosto desse ano, Camelot 3000 completará 30 anos da publicação de seu primeiro capítulo, aqui no Brasil. Isso aconteceu na revista Batman #2, da Editora Abril. Além de ser a nova detentora dos direitos dos personagens da DC Comics, a editora, já no segundo número do herói mais popular da casa, lança o início desta saga que marcou minha vida como leitor de quadrinhos. Eu tinha meus 15 anos completos, na época. Desde os 11 anos ja tinha responsabilidades de adulto, mas aos 15 ainda era uma criança. Talvez as histórias mais adultas que tenha lido até então devem ter sido as de Conan, o Bárbaro. Mesmo assim, nada havia me preparado para Camelot 3000. Apesar de ser, basicamente uma história de super-heróis vestida das lendas de Rei Arthur, ainda assim havia coisas ali que eu não esperava encontrar num gibi formatinho, como um cavaleiro transexual e cenas de lesbianismo subentendidas. Eram subentendidas porque, como eu soube anos depois, a editora Abril cortou cenas e editou páginas inteiras. Ma o subtexto estava lá, qualquer um entendia o que estava acontecendo naquela bodega!

Somente neste encadernado que aqui se encontra - o terceiro com a série compilada - é que fui entender porque esta HQ era tão avançada para os quadrinhos de super-heróis da época. Uma introdução do autor, Mike W. Barr esmiuça tudo que aconteceu até ela estar pronta e uma das coisas que ele deixa claro é que Camelot 3000 foi vendida pelo mercado direto - as comic shops, que começavam a nascer - e sem o selo do Comics Code Authority, que tanto limitava a imaginação dos criadores.

Porém, aqui no Brasil, ela saiu nas bancas, dentro da revista Batman e, em seguida, na Superamigos. Tínhamos assim, lesbianismo e aventuras do Homem-Morcego, na mesma edição. Mas, a HQ não me marcou apenas porque um dos cavaleiros da Távola Redonda reencarnava em um corpo de mulher, ou porque mostrava o Rei Arthur matando bebês (não lembro se editaram isso), entre tantas outras coisas. Me marcou porque era muito bem escrita e desenhada. A partir dali eu nunca esqueceria o nome Brian Bolland.

A ação era quase ininterrupta, intercalada por momentos tensos ou singelos, como a busca pela Santo Graal, esta feita em um único capítulo. Os personagens são cativantes e o leitor é colocado no meio da ação, na pele do jovem Tom Prentice, que vive os dramas e, assim como nós, quer que as coisas terminem do melhor modo possível. Mas, nem sempre é assim.

Desde Merlin, passando por Arthur até Morgana Le Fay e Mordred, os personagens são pura força, honra ou maldade. A invasão alienígena a qual o Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda voltam à vida para dizimar, é o pretexto perfeito para que uma aventura grandiosa se descortine diante de nossos olhos.

Eu posso estar errado mas, a meu ver, Camelot 3000, com sua ousadia que seria testada apenas no mercado direto, em edições limitadas, foi a porta de entrada, o teste final, para saber se o público estava preparado para o que veio depois, como Batman: O Cavaleiro das Trevas, Batman: A Piada Mortal, Watchmen e etc. Iniciada em 1982, só terminou em 1985, devido a atrasos constantes. Mas, mostrou que quadrinhos podiam ser adultos, tanto quanto o eram há muito tempo as HQs européias.

Camelot 3000 também foi importante para o Rapadura Açucarada. Foi a primeira HQ de peso a ser escaneada nos primórdios do blog. Consegui a série encadernada em três volumes, em formatinho ainda. Apenas em 2005 ela seria publicada, sem cortes, num encadernado único, pela editora Mythos. E, em 2010, pela editora Panini, em papel couché, com a introdução de Mike W. Barr e alguns extras, que é a edição aqui em questão.

Por ser tão importante para mim, não poderia deixar de digitalizar uma terceira vez, para melhorar a qualidade. Muito mais do que Watchmen, muito mais do que Planetary, Camelot 3000 é minha HQ preferida de todos os tempos. E não se trata dela ser melhor ou não do que as que citei. É simplesmente pelo fato de que ela foi a HQ que estava lá, quando eu deixava de ser criança, para me tornar um homem. E, era como se os quadrinhos estivessem fazendo essa transição junto comigo. Eu deixava de ser apenas um escudeiro, para me tornar um cavaleiro.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

EnxutoCast O PodCast do Baile dos Enxutos


ENXUTOCAST SOBRE SCANS E COMO ISSO COMEÇOU NO RA
Além de algumas opiniões sobre o futuro dos quadrinhos


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Para ouvir ou baixar, e só ACESSAR


Eu achava que o Rapadura Açucarada tinha o nome mais "nadavê' com quadrinhos, para um blog/site relacionado a HQs, até conhecer o Baile dos Enxutos. Fui convidado pelo pessoal do site, especializado em notícias de quadrinhos e cinema para gravar o podcast em questão, falando sobre os scans, como comecei e tudo o mais. Após um tempo com meu blá blá blá sobre as origens dos scans no Rapadura Açucarada, o papo se voltou para o futuro dos quadrinhos e a coisa descentraliza de mim, e fica mais interessante. Os quadrinhos oficialmente digitais tomarão o lugar dos quadrinhos impressos? Os dois conviverão juntos e em paz ou será que o quadrinho em papel se tornará um ítem apenas para colecionadores saudosistas como o vinil? Gostei bem mais desse desdobramento do assunto, principalmente porque ção tive de ficar ouvindo minha voz.

Porém, uma das perguntas que me fizeram, acho que não cobsegui responder de maneira adequeda. E foi a seguinte:


"POR QUE DIABOS VOCÊ ESCANEIA, EUDES?!"

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Escaneio, logo insisto


Parece uma pergunta simples, mas ela é complexa. Afinal, muitos podem achar que seria uma cruzada pseudo-revolucionária contra o capitalismo e os altos preçps dos quadrinhos. Não, nunca teve nada a ver com isso. Se o quadrinho é caro demais para você, simplesmente não compre. É o que eu sempre fiz. Nem eu mesmo sabia porque eu comecei a fazer isso. No começo parecia apenas uma coisa para preencher o tempo fazendo algo que eu gostava. Algo em que eu, finalmente, era bom. Quer dizer, bom em termos.

A verdade é que eu não tinha grande utilidade para a internet, a não ser ficar em grupos de discussão da UOL matando o tempo, mais ou menos como se faz hoje com o Facebook. Nem mesmo havia como baixar filmes nessa época e música acho que baixei todas que eu gostava e me desfiz delas. A internet era um grande vazio pra mim. Eu apenas não me dava conta totalmente disso. Os scans me deram um uso para a web, no meu caso.

Eu sempre fui uma pessoa que gostava de compartilhar tudo de bom que eu apreciasse. Acho que todos temos isso em menor ou maior grau. Se você vê um filme que gostou muito, você logo conta a outra pessoa sobre ele, ou até mesmo o aluga (hoje em dia "aluga") e insiste para que algum amigo ou parente o veja, também. A mesma coisa com músicas, livros e gibis. Com exceção dos quadrinhos, para todos os outros já havia uma cultura de compartilhamento bem estabelecida. Mesmo assim, não foi por isso que eu comecei.

Sempre gostei de quadrinhos, desde que me conheço por gente. Poder transformá-los em dados digitalizados e "trocar" através de computadores, compartilhando com amigos - e até inimigos - era algo que eu nunca imaginaria fazer. Quando tive a chance, não parei para pensar em um motivo específico, apenas fiz. Então, eu escaneio porque eu acho extremamente divertido, apesar de todo o trablho que dá, de ter de detonar uma HQ encadernada, se eu quiser que o scan saia realmente bom. Apesar de eu já ter feito algunas scans até mesmo três vezes, devido a perda de qualidade por causa das novas tecnologias. E, sim, mesmo não ganhando um único centavo com isso. Na verdade, "perdendo", já que compro cada HQ escaneada. Mas, não reclamo. Compro quantas vezes eu achar necessário.

Não ganhei um centavo, mas ganhei muitos amigos - e inimigos (tá, parei!) - e isso não tem preço, como diz aquele comercial lá. O fato é que sempre fui frustrado por não ter nenhum grande talento. Sempre achei que passaria essa minha vida em branco. Trabalhei em coisas com as quais não se precisa de nenhuma grande habilidade e não, não me formei em nada. Já os scans me deram muita coisa, sendo que uma delas está para chegar, se tudo der certo, e falo dela pela primeira vez em público, no podcast do Baile dos Enxutos. Isso mesmo, terá de escutar para saber o que é.

Então eu escaneio porque isso me dá motivação. Se tivesse que parar hoje, tudo bem, já segui por uma estrada bem longa e fiz bastante coisa. Mas escanear me motivou a voltar a ler quadrinhos como antes; a comprar da mesma forma; me motivou a conhecer novos-velhos autores; me fez sair de casa para procurar sebos e comic shops; e, mesmo quando eu parei, eles me motivaram a continuar com o blog.

Afinal, foi graças aos scans que o Rapadura Açucarada se firmou, e não foi para o cemitério dos blogs. Sem os scans, por um tempo, eu descobri que gostava mesmo de escrever,que eu também podia criar e não apenas copiar. Não importa se eu nunca for um grande escritor, pois a satisfação de descobrir a mim mesmo vale mais que qualquer fama e até mesmo dinheiro.

Assim, essa pergunta teve de ser respondida com o passar do tempo: eu escaneio, porque os quadrinhos fazem parte da pessoa que eu sou, que eu fui, e que sempre serei. E compartilhar é o meu vício.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Preacher: Volume 2


PREACHER: VOLUME 2 - ATÉ O FIM DO MUNDO
Scans 2.0 das edições #08 a #17


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Prosseguem as aventuras de Jesse Custer, Tulipa e Cassidy no encalço de Deus. Quando estão quase se acertando, Jesse e Tulipa são raptados pelos capangas da bizarra e vingativa avó do pastor. É então que ficamos sabendo como tudo realmente começou. Como os pais de Jesse se conheceram, seu nascimento e como sua avó o fez tornar-se um homem de Deus. Sempre tentando fugir de seu destino, Jesse acaba envolvendo Tulipa nas tramas de sua avó enlouquecida.

Em seguida é a vez de conhecermos o Graal, uma organização que quer trazer o Messias paara governar o mundo, como foi há muito profetizado. Herr Starr acha que os planos do Graal não condizem com a realidade e decide que ele levará seu próprio Messias para o trono: Jesse Custer. Porém, no meio do caminho temos Jesus de Sade, o homem que organiza as maiores e mais depravadas orgias, e ele depende de uma quantidade de heroína que a falecida namorada de Cassidy iria fornecer. Tanto o Graal, como Jesse Custer e Jesus de Sade estão prestes a se conhecer... em uma orgia de sangue.

Garth Ennis e Steve Dillon não têm limites para o que pode acontecer em Preacher. Praticamente qualquer coisa é possível e imaginável, até mesmo o inimaginável. Deus pode estar ali, virando a esquina e Ele não quer ser pego. Amém.

Para baixar o volume 01, clique AQUI