Domingo, 25 de Maio de 2008

Rádio Amador PX


MEMÓRIAS SURREAIS OU ALGO NON-SENSE
Quando Tudo Mais Parece Um Sonho Destrambelhado


Foto by Eudes Honorato in Catete


Algumas lembranças que o passar da vida nos dá, quando muito mais tarde nos pegamos relembrando-as, parecem mais surreais que um filme do Monty Python. Tá, eu sei, o assunto não tem nada a ver com a foto acima, mas não tente procurar muito sentido nesse blog. Possivelmente não encontra-lo-á.

Mas, voltando ao assunto que não tem nada a ver, eu dizia que essa memórias, algumas boas, outras ruins, são o que formam essa colcha de retalhos (juro que tentei encontrar uma frase menos clichê) que formam as nossas experiências de vida e que você as contará - ou não - em blogs, reuniões de família, e mesas de bar, depois de ter tomado todas. Muitas delas são tão non-sense que às vezes nos perguntamos se aquilo aconteceu realmente.

Lembro que certa vez, no segundo grau, estávamos tendo aula de Ética ou alguma coisa parecida. A professora era daquelas bem sérias que não admitia muita gracinha em sala de aula, mesmo sabendo que era impossível conter isso. Ela começou a discorrer sobre algum assunto e a turma se empolgou e começou a discutir animada sobre o que ela dizia. Tão animada que começou a se sentir como se estivesse em casa, tanto que um dos alunos soltou um "...por isso que essas merdas..."

Isso bastou para que ela parasse a aula e fizesse um longo discurso sobre linguagem em sala de aula. Disse que nem o professor nem o aluno deviam se expressar dessa maneira em sala, que deviam guardar isso para quando não estivessem ali. Acho que a maioria achou exagerado, já que não passou de uma simples "merda". Mas todos aceitaram mesmo sem entender muito bem o porque de tanto alarde por causa de uma "merda" tão pequena.

Tudo bem, a aula acabou, fomos para o intervalo e em seguida teríamos aula de Inglês. Tudo parecia estar correndo normalmente, até que...

Quando a professora de Inglês entrou na sala, ela entrou bufando. Ela sentou soltando todo o peso (que não era pouco) sobre a cadeira. Ela suspirou, ofegou, olhou para a turma. Ela estava a ponto de explodir e, então, sim, ela... explodiu, de uma única vez:

- Eu venho todo dia nessa PORRA, eu me esfolo dando aula para um bando de FILHOS DA PUTA, nesse CARALHO de escola, e quando chego hoje nessa PORRA...

Isso durou um 5 minutos, sendo que 4:30 deles foram de palavrões. Aparentemente, algumas alunas foram se queixar dela, acerca de algum problema que não lembro agora qual foi, e que ela, ao chegar foi informada e deve ter sido chamada a atenção.

Enquanto ela xingava todos os palavrões que conhecia, eu pensava no discurso da professora de Ética, que por causa de uma "merdinha" à toa, ficou ofendida. Pensava que ela devia estar ali agora, para aprender palavrões que eu nem conhecia. Pensava naquele termo "8 ou 80".

Quando ela terminou, eu quase falei "mas a professora de Ética disse que...", só que desisti a tempo quando vi que os olhos dela ainda flamejavam. Deixei pra lá, afinal, ela já estava daquele jeito por problemas com alunos e eu não estava a fim de entrar na lista.

Para terminar, mais uma foto que não tem nada a ver com o texto de hoje, encontrada por acaso na internet. Ah, e cuidado quando falarem "merda" perto de sua professora e/ou quando fizerem merda com outra.





Evidências do Aquecimento Global by
Universo DC, via
Blog do Jotacê


Arte de Ricardo Salamanca


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Jill Rasco Photography

GUERRAS SECRETAS - ENCADERNADO
Scans by Eudes Honorato


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MOONSHADOW COMPLETO
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ESTÓRIAS GERAIS - FLÁVIO COLIN
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LAMPIÃO: ERA O CAVALO DO TEMPO
ATRÁS DA BESTA DA VIDA

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HANS STADEN: UM AVENTUREIRO
NO NOVO MUNDO
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COMIC BOOK: O NOVO
QUADRINHO NORTE-AMERICANO
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LITTLE EGO - GIARDINO
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Look At All Those Idiots - Mr. Burns


PREFIRO SER ESSA ANOMALIA AMBULANTE
Do Que Ir Na Padaria Ver Se Compro Um X-Tudo


Acho que foi na Copa de 1994, a Argentina jogava com a Bulgária, ou um desses países daqueles lados. O jogo estava meio sofrido e eu estava quase tendo um troço, torcendo contra los hermanos. A coisa começou mesmo a ficar feia, tanto no jogo quanto pra mim. Eu estava com falta de ar, taquicardia (e não, não era uma crise de pânico). Eu achei que estava tendo um ataque cardíaco. Não estava conseguindo acompanhar o jogo, só pelo simples fato de ver a Argentina quase ganhando. Isso tudo era devido ao fato de que se ela ganhasse pegaria o Brasil, e velha rivalidade entre os dois times é algo que todo brasileiro conhece bem.

Eu desisti de assistir ao jogo. Não estava dando. Saí, fui lá para fora respirar um pouco, me acalmar. No fim, hoje em dia, não lembro se a Argentina ganhou ou perdeu, mas lembro de como eu fiquei. Quem lê isso vai pensar, então, que sou algum tipo de fanático por futebol. Não. Não sou. A verdade é bem outra: Eu DETESTO futebol.

Sério. Sei que posso perder uns 70% dos meus 12 leitores, mas eu tinha que dizer. Eu curto assistir o futebol na Copa do Mundo, mas isso é mais devido a um patriotismo arraigado que a qualquer sentimento futebolístico. Acho que assistiria até o A Copa do Mundo de Palitinho com o mesmo fervor. Claro, assim como futebol para mim é uma coisa ilógica, o patriotismo também é. Sendo assim, nem deveria estar falando nada. Mas vou falar.

Copa do Mundo é de 4 em 4 anos. Nas Olímpiadas também temos, mas não é a mesma coisa. Todo mundo sabe disso. Mas, me diga, qual a graça de assistir semana após semana, ou mesmo mais de uma vez na semana, jogos e mais jogos todos com as mesmas características. Tudo bem, acho que podem dizer que não gosto de futebol porque não sei jogar, o que é toda a verdade do mundo. E, com certeza, eu nunca tentei com grande entusiasmo. Canela machucada e trombadas com machos não são, com certeza absoluta, minhas taras preferidas.

Mas não saber jogar não quer dizer nada. Duvido que todo torcedor de futebol seja um jogador em potencial. Depois tem a questão dos times. Como se escolhe por qual torcer? É genético? Espiritual? É uma herança de pai para filho? No caso do Flamengo eu até "entendo" a escolha. Muitos escolhem porquê é o time da maioria aqui do RJ. Talvez seja o mesmo no caso do Corínthians, em SP. Ou seja, não é uma questão de qualidade, necessariamente, mas de quantidade.

Quando eu era mais novo, eu até tentei ter uma identidade futebolística. Meu pai era Fluminense, e eu achava que devia ser Fluminense também. Mas, daí ele foi embora, e acho que isso comprometeu minha crença no time. Daí resolvi - e creio que isso foi pelos motivos que eu mesmo citei - que seria Flamengo. Certo. Eu não tinha uma camisa, eu não assistia os jogos, eu não conversava sobre futebol, mas eu tinha um boné do Flamengo. Eu fui Flamengo até o dia em que estava num bairro distante de casa. Estava lá com meu boné maneiro do Flamengo, quando uns cinco garotos maiores que eu, flamenguistas, resolveram que meu boné era bacana e o pediram com toda a "educação" que eu o entregasse. Senti que eles não teriam tanta "educação" se eu não entregasse. Minhas tentativas de ter um time terminaram por aí. E minha paixão pelo futebol não se desenvolveu.





Talvez fosse meu jeito nerd de ser. O problema é que memo como nerd eu era um fracasso. Assim eu transitava entre dois mundos, sem nunca pertencer a nenhum dos dois. O mundo dos nerds e o dos outros. Porém, hoje em dia, nesse mundo imenso da internet, vejo que muitos nerds curtem futebol, mesmo que esse seja em um cartucho de videogame, onde ele se sente o Ronaldinho, só que sem o acompanhamento dos escândalos.

Futebol para mim, é e sempre será um enigma, perdendo apenas para o Futebol Americano e o Vale Tudo. Afinal, a maioria dos que gostam de futebol são assumidamente heterossexuais que saíram do armário e foram para a poltrona da sala, ou para uma mesa de algum bar que tenha TV por assinatura. Certo, sendo heteros, qual o motivo de se rasgarem por causa de um bando de homens correndo atrás de uma bola? E porquê diabos a cada gol aqueles caras alisam as bundas uns dos outros?!

Talvez o futebol tenha sido criado apenas para que se tenha assunto nas mesas de bares, ou para quando encontramos alguém e não temos o mínimo assunto. Afinal isso de "está fazendo sol hoje, hein!", é algo que realmente demonstra que você não tem assunto algum. Mas se você diz: "E o teu Flamengo, hein, que papelão", pronto, você tem assunto para três dias. E eles MOSTRAM interesse no que você diz. Talvez seja uma grande invenção, afinal de contas.

E os peladeiros de fins-de-semana?! Quem garante que sempre vão jogar mesmo futebol com os amigos, ou que vão ver outro tipo de pelada? Sim, sim. Como evento o futebol sempre será essa coisa misteriosa em que você nunca terá certeza se o jogador estava mesmo impedido ou até mesmo se você sabe o que é um impedimento, mesmo sendo torcedor. Será sempre essa confraternização de homens-machos que gostam de se agarrar entre si mesmos, ou ao adversário. Porém, pode servir como desculpa para muitas coisas.

Já eu, bom eu prefiro vôley feminino, e os motivos a foto abaixo o mostra bem. Mas, claro que como todo bom heterosexual, um coro se levanta e diz "MAS EU TAMBÉM GOSTO". E, não duvido da masculinidade dos torcedores. Mas diga, se tivesse hoje um jogo qualquer de vôley entre duas equipes femininas, brasileiras, todas completamente peladas e a final do Campeonato Brasileiro com Flamengo e Corínthians, na mesma hora, qual escolheria?

Sei, você deixaria gravando o jogo das garotas peladas. Eu acredito que você ia lembrar sim [sarcasmo mode on].






ESSE VÍDEO RESUME UM POUCO
O Que Foi Dito no Texto Acima, Eu Acho!


A VERDADE ESTÁ AQUI DENTRO
Para Respirar Apenas Inspire e Conspire


Os Piores Gibis de Todos os Tempos


Futurama + Hellboy


Muppets + Exterminador do Futuro


Cartoons + Velhice


Fotografia + Terror = Joshua Hoffine


CD dos Simpsons para baixar no fórum


01 "Do the Bartman" (anonymously co-written and co-produced by Michael Jackson)
02 "School Days" (originally by Chuck Berry)
03 "Born Under a Bad Sign" (originally by Albert King)
04 "Moanin' Lisa Blues"
05 "Deep, Deep Trouble"
06 "God Bless the Child" (originally by Billie Holiday)
07 "I Love to See You Smile" (originally by Randy Newman)
08 "Springfield Soul Stew" (based on "Memphis Soul Stew" by King Curtis)
09 "Look at All Those Idiots"
10 "Sibling Rivalry"





CLIP DO THE BARTMAN
Do Álbum, Simpsons Sing Blues

ASTRO CITY: ANJO CAÍDO
Scans by Eudes Honorato


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APRENDENDO A DESENHAR
Scans by Eudes Honorato


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À SOMBRA DAS TORRES AUSENTES
Scans by SidComics


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Sábado, 17 de Maio de 2008

Ao Infinito e Além


A ENORME FAMÍLIA HONORATO
Tanta Gente Que Eu Me Perco na Multidão



Certo dia abri o Orkut e havia um recado de uma menina de uns 16 anos: "Oi, aqui é sua prima, filha do Antônio". Fiquei confuso. O único tio Antônio que eu tive, era falecido há muito mais de 16 anos. Eu respondi dizendo que não sabia de quem ela estava falando. Ela apenas respondeu: "Sou filha do Antônio, não lembra de mim?". É, não lembrava, nem dela e nem de ter um tio Antônio vivo.

Esqueci aquilo pra lá, pois começava a achar que era algum novo tipo de trote do Orkut. Dias depois quando estava no telefone com minha mãe, me lembrei de comentar o assunto com ela, ao qual ela disse em seguida: "É o Ariston, menino! Ela deve ser a filha do Ariston!"

Mas, peraí, o Ariston não é Ariston? E se ele é Antônio, como era o nome do que faleceu? Antônio, também? Ok, Só Antônio, e não Antônio Também! Boa piada, mãe. Rá rá rá!

Pois é, a família de meu pai é tão grande, são tantos irmãos e irmãs, que meus avós simplesmente repetiam nomes e depois davam um "pseudônimo" a um deles. Eu já devia desconfiar disso, pois sabia que existiam duas tias Francisca sendo que uma delas foi cognominada "Chaguinha", sei lá porquê cargas d'água.

Realmente a menina era minha prima e eu não a reconheci porque faziam uns dez anos que eu não a via e ela estava, obviamente, crescida e muito diferente. E, além disso, chega com essa conversa de Antônio a quem eu conheci minha vida toda como Ariston. Pelo jeito a coisa de ser criado com outro nome não era algo novo na família, e nem um privilégio só meu.

Enquanto que a família de minha mãe, aqui no RJ, eram apenas um irmão e uma meia-irmã (sendo que mesmo no Ceará havia somente mais uns dois ou três), a de meu pai era uma verdadeira multidão de tios e tias. Eu nunca parei para pensar nisso, pois era algo que eu já me acostumara, e via como normal. Não pensava em como aqueles dois velhinhos que eram meus avós devem ter... hmmm... bom, vocês sabem.

Relembrando hoje os dois (já falecidos) fica até difícil imaginar como chegaram... hmm, como dizer, tão longe. Minha avó era até bem animada, já meu avô era devagar quase parando. Minha mãe, quando eu me recusava a fazer algo para "evitar a fadiga", soltava um sonoro "puxou ao 'véi Mané Norato'". E, poxa, nem era bem assim, meu avô, devagarzinho, fazia de tudo. Bom, está explicado, então.

Só sei que qualquer festa, nem precisava convidar mais ninguém, pois a própria família já enchia a casa. Para a lista de convidados, além de meus avós e minha mãe, lá estavam sempre: Raimundo (meu pai), Antônio (o falecido), Inês, Francisca, Tereza (minha madrinha querida!), Francisca II (Chaguinha), Joaquim, Antônio II (Ariston), Gerardo (sim, "Gerardo" mesmo, e não "Geraldo" dito errado), Modesto, Rodolfo e Sálvio. Doze filhos!!! Isso se eu não estou esquecendo alguém, o que não é muito difícil.

Fora meu tio Antônio I, todos os outros estão vivos e de vez em quando eu os vejo. Agora, imagina o tanto de primos e primas que eu tenho? Aliás, meu tio Modesto e sua esposa seguiram os passos de meus avós. Suponho que ele seja Modesto apenas no nome (desculpem, essa eu não podia deixar passar). Na última contagem ele estava com sete filhos. Dos outros dez tios e tias apenas tio Rodolfo ainda não deu sua contribuição para a explosão demográfica. Todos os outros tem mais de dois filhos cada.

Reza a lenda (minha mãe conta) que quando eu nasci - o primeiro neto e, consequentemente sobrinho de tanta gente - meus pais resolveram vir para o RJ, e para não ficar longe de mim, todos arrumaram as malas e vieram junto. Assim sendo, ter tanto Honorato no RJ é culpa minha.

E, depois vieram meu irmãos e duas irmãs, e estávamos sempre com eles. Isso tinha suas vantagens e desvantagens, pois éramos alvos de carinho e das brincadeiras que só tios sabem fazer, para rir às nossas custas. Mas, os bons momentos, esses sim são inesquecíveis: jogar sinuca com tantos adversários mesmo sendo um molequinho; ficar na casa de sua tia/madrinha comendo as coisas mais gostosas possíveis; ganhar um velocípede (alguém ainda lembra o que é um velocípede?); ser levado ao parque de diversão várias vezes; ser pintado de palhaço (mesmo contra a vontade) para o Carnaval; rir das mais diversas piadas pois todos são cearenses e, consequentemente, humoristas em potencial; e, por fim, mas não por último; ter todas essas lembranças guardadas.

Meu pai me deu poucas coisas na vida, mas a mais importante delas foi ser parte da família Honorato e antes que esse texto fique mais piegas do que está ficando, eu sugiro que se termine com algo que acho que já contei no blog, mas vamos lá:

Quando eu era bem pequeno, mas gostava de parecer que sabia tudo, que era inteligente, um dos meus tios (sempre eram um dos dois mais novos, Sálvio e Rodolfo, a dupla dinâmica) me perguntou muito sério:

- Eudes, se você pegar a palavra "baralho", tirar o B e colocar o C, como fica?

Eu pensei por um momento e, quando descobri, feliz da vida eu gritei, achando que estava mostrando meu talento em Português:

- CARALHO!

Foi um tal de tio sair correndo pra não apanhar.


CARTOONS QUE NÃO DERAM CERTO
Coisas do Passado do Cartoon Network




HEIDI E OS TIROLESES
Culpa da Farrista
Renatchka (Renata)



Heidi e o Tiroleses
Resolvem crimes entre os camponeses,
Eles não são japoneses,
Heidi e os Tiroleses.
Quando eles avistam o vilão
Eles cantam a todo pulmão
E depois batem nele várias vezes.
Heidi e os Tiroleses.
Nessa banda ninguém manda
E o criminoso pede ajuda,
Mas quando eles cantam
É um "deus nos acuda"
Eles vestem calças (NÂO SEI) feita à mão
Eles pegam a coceira e o vermelhão
E usam amaciantes várias vezes
Heidi e os Tiroleses
Agora em suiço!
(aí é só ler a legenda que entra).





RUPERT, O PEIXE ARTISTA
Esse eu lembro vagamente




O CÃOZINHO RAIVOSO
Porque será que não deu certo, hm?


BANG BANG - COLETÂNEA
Gabriel Bá, Fábio Moon e Outros


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QUARTETO FANTÁSTICO - VOL. 03
Scans by FÓRUM FARRA


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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Azulejo Maldito!!!


APELIDO: VOCÊ AINDA VAI TER UM
Dado Por Seus Amigos, Inimigos ou Familiares


Quando você navega pela internet, esse mundo virtual que veio para ficar, você dá a si mesmo um apelido (ou nickname), na maioria das vezes. Talvez fique conhecido por ele, talvez seja apenas mais um perdido entre milhões. Ainda hoje algumas amizades virtuais me chamam por "OutsizerZ", apelido que escolhi assim que comecei a andar por aqui. Com o tempo resolvi deixar Eudes mesmo que, na verdade, é um apelido também, que ganhei assim que nasci. Meu nome não é Eudes.

Certo, mas no mundo virtual ninguém te dá um apelido, você o escolhe, como eu já disse. Daí que isso não é realmente nada demais. No mundo real a coisa muda um pouco de figura. Os apelidos podem vir à sua revelia e em grande parte, pode não ser do agrado do ganhador do apelido. Não podemos contar é claro, os apelidos que os apaixonados dão entre si. Coisas como "Pitucho", "Fofucha", "Gatucho", "Mozequinha", e por aí vai. Os únicos que não suportam esse tipo de apelido são os que estão perto de um casal apaixonado que começa uma sessão de namoro em que os apelidos vão brotando como água numa fonte. Mas, mesmo esses são bem suportáveis.

Ontem, Dias das Mães, eu fui visitar minha querida mãezinha, e foi um domingo bem divertido, em que ficamos vegentando eu, meu irmão, e minha irmã mais nova, vendo bobagens na TV e curtindo esse friozinho que está fazendo. Já estávamos indo embora, meu irmão e eu quando, do nada, minha irmã pergunta:

- "Eudi", é verdade que teu apelido era "Caixote"?

Meu irmão danou a rir, eu caí na gargalhada, e minha mãe ficou injuriada ao lembrar que, realmente, alguns garotos me chamavam assim, até mesmo quando iam me procurar lá em casa e ela tinha de dizer, no jeito delicado dela:

- OLHA SÓ, O NOME DELE É EUDES!

Os garotos não saíam ganindo por pouco. Eu tentei parar de rir e esperei meu irmão parar de rir também, pra tentar explicar a ela sobre esse "problema". Aliás, eu pensei que ela soubesse desse apelido. Mas, não sabia. Então expliquei.

Eu tinha 11 anos quando ganhei o malfadado apelido. Eu estava em meu primeiro emprego, em um armazém, trabalhando, tranquilo, tirando as folhas velhas de alguns repolhos e jogando em um... caixote! Nisso, um garoto que me conhecia passou, viu e teve a "brilhante" idéia, sei lá o porquê de, por causa disso, começar a me chamar de "Caixote". E não sei como, o diacho do apelido pegou mais rápido que fogo na palha. E durou anos!!!

Eu mesmo não me irritava, já que foi criado de forma tão boba. Uma rua onde eu vivia muito, quase toda ela, só me conhecia por "Caixote". Acho que muitos nem sabiam meu nome, ou pelo menos meu nome pelo qual eu era conhecido em casa. Demorou muito para que isso fosse esquecido e, mesmo assim, como um pesadelo recorrente, se eu for onde eu morei e fui criado, tem um maluco que, se me ver, ele solta um sonoro:

- E AÍ, CAIXOTE?! - Ninguém merece.

Talvez seja sina de nordestino ganhar apelidos esdrúxulos, seja em conjunto ou individualmente. Os mais comuns, claro, são "paraíba" e "cabeção", sendo que esse último pode gerar respostas bem malcriadas envolvendo a mãe do remetente. Porém, alguns apelidos são verdadeiros mistérios. Onde eu morava havia um paraibano a quem todo mundo chamava de "Bill" e, com o tempo, percebi que esse era um apelido comum a nordestinos e, no entanto, nunca descobri o motivo.

Você pode ganhar um apelido devido ao lugar de origem, aspecto visual, personalidade, ou, o pior de todos, por alguma vergonha que passou, o popular "pagar mico". Os de lugar de origem eu já dei exemplo, os visuais mais comuns são "Quatro-olhos" (que são ditos mais na hora de pequenas rusgas infantis), "Rolha de Poço", que os mais "fofinhos" ganham e "Orelha de Abano", entre outros.

De personalidade não me vem nenhum agora à mente. Talvez "Atrasildo", "Sr. Explicadinho", mas esses são bem leves. Já os de micos são os mais clássicos. Lembro que uma vez, nesse mesmo maldito armazém ainda, eu conversava com os caras que trabalhavam comigo sobre uma garota e soltei uma frase - que não vou dizer, me recuso - que falei sem nem mesmo perceber, e eles imediatamente pegaram e, como moravam todos no bairro, espalharam rapidamente. Assim era "Caixote" numa ponta do bairro e "..." na outra. Na verdade, a frase era boba, mas os caras sabiam ser irritantes. Os mesmos gostavam de me chamar de Clark Kent, devido aos óculos e à cara de nerd. Na verdade é um apelido até lisonjeiro se for ver, mas não era o apelido que incomodava, mas sim quem o dizia. Nossa, como aquela galera sabia fazer "Clark Kent" parecer algo como "Quatro-olhos". Bons tempos.

Claro que num bairro como aquele, apelidos pipocavam por todo o lado, para quase todo mundo, e por vários motivos. Minha mãe mesmo lembrou de um que ela detestava, pois o pessoal o chamava bem alto na rua e ele já era conhecido assim: o querido "Xereca"! Sim, pode acreditar. Ele atendia tranquilamente ao apelido como se fosse seu próprio nome. Minha mãe disse que ele, hoje em dia, é advogado. Imagina, "Dr. Xereca". Na mesma rua tinha o "Calcinha", não sei se eram amigos, mas se eram, formavam uma dupla e tanto: Calcinha e Xereca.

Claro que se eu fosse tentar lembrar de todos os apelidos o texto ficaria enorme. E eu não pararia de rir como estou fazendo até agora.

Por mais que nos sintamos ofendidos às vezes, não adianta estrilar. É sabido que, quanto mais vocêf se sentir ofendido, reclamar, brigar por causa de certo apelido, mais rápido ele vai pegar. E, no fim das contas, fará parte da sua história de vida, mesmo que muitos deles você nao vá contar aos netinhos por serem esdrúxulos demais.

Eu mesmo nunca tive o prazer de dar apelido a alguém que pegasse. Porém, minha mãe, que não dá ponto sem nó, e era (e ainda é) querida no bairro onde fomos criados, não deixou passar quando viu o rapaz parecido com um famoso ator de comerciais de palha de aço e soltou: BOMBRIL!

E o pobre rapaz é Bombril até hoje para o bairro inteiro.

(Para ver como o pessoal sofre [e ri] com apelidos, clique
aqui e/ou aqui)


TUDO SE TRANSFORMA, JÁ DIZIA ALGUÉM
Naná Hayne Mostra O Quão Isso é Verdadeiro


Clique para ir ao blog dela


A Nana Hayne fez um comentário no post anterior e, curioso, fui ao blog dela. Aliás, devo confessar aqui, que sou um péssimo blogueiro, e fico mais por fora da tal blogosfera que qualquer outro blogueiro que conheço. Daí que deixo de ver muita coisa interessante. Culpa disso é ter de cuidar do próprio RA, do fórum, dos scans e mais recentemente de filmes (tenta "traduzir" legendas de português de Portugal para nosso português para ver quanto tempo leva).

Mas, voltando à Nana, ela é artista plástica. No comentário ela disse que trabalhava com "Lixo digital", por um instante pensei que ela trabalha reciclando textos ruins que encontrava pela internet e, por isso, estava interessada nos meus (risada sem graça). Porém, não era isso, ainda bem. Seu trabalho é bem mais interessante e pode ser visto em seu blog, o Vem do Lixo: Arte e Artesanato do Lixo Digital.

Com tanta coisa se repetindo pela internet é difícil se surpreender, mas a Nana consegue!





Mas falando ainda sobre não ser muito ativo na blogsfera, essa coisa de propôr parcerias (não entendo muito o porquê desse termo) não é algo que eu me interesse. Eu linko outros blogs ou sites quando tenho tempo, e isso pode demorar bastante devido a tudo que faço, e devido ao fato de que eu quase não vou ao blogspot, pois posto pelo programa Zoundry. Não sei linkar por ele, apenas pelo blogspot. Enfim, é uma confusão só. Fora o fato de que não posso linkar todo mundo senão isso aqui viraria uma zona. Tá bom, sei que já é meio bagunçado, só ficaria mais. Mas deixo destaque aqui para dois blogs que visitei recentemente:

Chapeleiro Louco: Notícias sobre quadrinhos, cinema e muito humor. Um dos textos de destaque é o "As 100 melhores fases autorais dos quadrinhos". Aparentemente é mais um reduto para todo nerd que quer se manter bem informado.

Casa do Snoopy: Já este é mais um dos deliciosos blogs de tirinhas que antes líamos nos jornais, e que agora povoam a internet, dando livre acesso a muitas que nem mesmo existem mais nas páginas dos diários. Achei interessante que as tirinha, pelo menos na página principal, são uma espécie de Turma do Charlie Brown Babies. Bem interessante. Abra e leia.


SUPERMAN: PELO AMANHÃ - ENCADERNADO
Scans by Eudes Honorato


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Para mais lançamentos que não cabem
neste post, clique
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ESTRADA PARA PERDIÇÃO - COMPLETO
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ZATANNA - DIAS DE MAGIA
Tradução: Blognâmbulo - Letras: Eudes


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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

... AD INFINITUM!


A ODISSÉIA DO CADASTRO DE PESSOA FÍSICA
Do Catete à Ipanema e Depois de Volta Ao Grande Nada


Era o penúltimo dia da "convocação" à Receita Federal para que eu tentasse resolver o problema do meu CPF que havia se tornado mais complicado do que uma simples ida aos Correios ou ao Banco do Brasil. Como eu já constatara, ir à Receita, no centro da cidade, era como pedir para ser esquecido pelo mundo, em meio aquela massa de gente que lá se encontrava. Mas, ao menos me informaram que haviam postos que atendiam nos bairros ou proximidades. Laranjeiras era o mais perto.



Já que eu teria um longo caminho à frente resolvi levar a máquina fotográfica para que a "viagem" não fosse tão monótona. Como estava indo naquela direção mesmo, saltaria no Catete e pegaria uns documentos com meu irmão que talvez ajudasse a solucionar o problema. Depois era só retornar a pé, para Laranjeiras. Entrei no Metrô e fui embora.







Saltei na Estação Catete e, quando subi as escadas e saí ao sol, estava simplesmente perdido! Uma coisa que fazia tempo não acontecia, cismou de acontecer naquele momento: perdi o senso de direção. Não sabia em que direção ir. Não sabia se estava me afastando ou me aproximando do local onde meu irmão trabalha. Não conseguia nenhum ponto de referência, até que avistei o Palácio do Catete (fotos acima), e consegui saber qual era a direção certa. E, sim, eu estava na direção errada. Lei de Murphy.







Já ando pelo Catete há muito tempo, seja por estar sempre por ali visitando meu irmão, ou as vezes até por ter trabalhado ali por perto, mas uma coisa tenho que confessar, eu não consigo me acostumar com o bairro. Não sei exatamente o porquê, já que ele até, de certo modo, me lembra o lugar onde eu fui criado. E, diferente daqui de Botafogo, suas calçadas são amplas, boas de andar sem estar esbarrando em todo mundo. Não sei se é o comércio que parece ser voraz naquela área. Realmente não sei dizer.







Depois de pegar os tais documentos, fui na direção das Laranjeiras, não sem antes pedir informação a meu irmão e depois a uma senhora, quando já estava mais ou menos perto. Andando por ali continuei tirando fotos aqui e ali. Quando cheguei ao local onde deveria ser o posto da Receita... estava fechado. Não funcionava desde dezembro do ano passado. As engrenagens da burocracia continuavam girando e me esmagando. O próximo posto (próximo no modo de dizer) era em Ipanema. Ou isso, ou ir ao centro. Ipanema pelo menos tinha praia. E as garotas de Ipanema. Mas eu só iria no dia seguinte. O último.







No dia seguinte estava eu de pé novamente para tentar resolver esse problema. Dessa vez nada de Metrô, para Ipanema só de ônibus mesmo. Pra piorar eu não sabia (ou não lembrava) que rua era aquela que a pessoa em Laranjeiras me dera. Mal sabia eu que já estivera lá quando trabalhei por ali, só que minha memória é péssima.





Do ônibus fui fazendo o que faço sempre, só que desta vez com uma câmera: observava. E com a câmera isso adquiria outra perspectiva. Muitas vezes esqueci de qual era meu objetivo principal - chegar em Ipanema - e sempre pensava ter passado do ponto. Só, que na verdade, não havia ponto para eu saltar, já que a rua parecia não ficar à vista. Como ainda estava cedo, parei de me preocupar e continuei fotografando.







Saindo do ônibus me embrenhei pelas ruas de Ipanema. Um lugar muito diferente do Catete, mesmo estando a poucos quilômetros de distância. Bem mais novela das oito. No entanto não esbarrei com a Globo nem com nenhum global, como muitas vezes acontece mas, sim, com a Rede Record. Só que nada disso me interessava e sim a rua do posto da Receita Federal, já que o sol estava bem quente na minha cabeça e eu queria resolver isso o mais rápido possível.





Chegando no local percebi que estava muito mais vazio em comparação com o centro da da cidade. As pessoas reclamavam, mesmo estando no ar condicionado, coisa que nem em sonho a Receita tem por lá. Para não ficar de fora, comecei a reclamar de qualquer coisa também. Ali, era o paraíso. A fila era uma pequena cauda em comparação. Mas, reclamar faz parte e eu não queria ficar de fora: "sim, essa roupa dessa moça não esta combinando em nada. Ah, não é disso que é pra reclamar?". Uma senhora simpática à minha frente tinha uma tatuagem no ombro - uma borboleta - que pedi para fotografar e se podia colocar na internet. Ela concordou. Os nomes em cada asa são de seus dois filhos.









Depois que fui atendido e, no fim das contas, acabei descobrindo que o problema era ainda maior, desisti de me preocupar e fui na direção da praia.





Lá fiquei observando a calçada e seus "habitantes". Não quis ir perto da água pra não encher os chinelos de areia. Por ali uma turma entrevistava os transeuntes. Não sei de que TV eram, ou mesmo se eram de alguma TV conhecida. Alguns pivetes se aproximaram e ficaram ajudando a atrapalhar. Por um momento fiquei observado-os, mas eu estava era distraído, pensando no que fotografar. Quando eles foram embora, fiquei acompanhando o menorzinho deles com os olhos, ainda distraído. Mas logo me virei em direção à praia. De repente eu ouvi uma voz fina me perguntando, lá da calçada (eu estava mais à frente, em cima de uma armação de concreto): "Tá com medo?". Sem entender o que foi dito eu virei e era o menorzinho que tinha ficado para trás. Eu perguntei "o quê?". E ele repetiu, "está com medo?". Ele devia estar perguntando isso por causa da câmera. Sem saber bem o que dizer a ele, eu só mexi as mãos e respondi rindo "uuuuuuuhhhhh, tô morrendo". Ele acabou seguindo caminho, já que sozinho ele não ia conseguir nada.





Assim, depois disso tudo, entrei em um ônibus e ainda pude fotografar duas maravilhas da "Cidade Maravilhosa", termo que não concordo muito já que, acho eu, cada cidade é maravilhosa para quem mora nela e têm, cada uma, problemas nada maravilhosos, como o Rio de Janeiro tem, e que não são poucos. Gosto daqui, é onde eu quase nasci e fui criado toda minha vida, mas cidade ou lugar maravilhoso é aquele onde cada um de nós está, de preferência se sentindo bem, seja esse lugar onde for. E eu, bem, eu me sinto bem aqui, mesmo achando que poderia ser melhor. Espero que tenham gostado do passeio. Até o próximo.




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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Nada X Nada


FARRAZINE #05: UMA NOVA ESPERANÇA
Neste Número Velta e Seu Criador Emir Ribeiro


CAPA POR DIÂNGELLO


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Versão JPG 40 MB Páginas Duplas


Já ficou mais do que claro que a Equipe FARRAZine vem fazendo a máxima questão de deixá-lo melhor a cada número que sai do "prelo". Uma verdadeira supresa veio neste número quando Rámon Delton conseguiu uma entrevista com ninguém menos que Emir Ribeiro, o criador da super-heroína Velta que se você não conhece, o motivo é a conhecida falta de valorização do mercado de HQs nacionais e o fato já patente de que o que é americano "apaga" muitas das tentativas de nossos artistas de adentrarem no mercado de super-heróis, com o mesmo sucesso.

A entrevista conseguida por R. Delton foi feita com a ajuda de vários farristas elaborando as perguntas. Para ilustrar a capa desse número mais que especial, Diangello caprichou não apenas na arte da mesma, como também em uma pinup onde a criação encontra seu criador. Para fechar o trio dessa grata surpresa, Débora Lima diagramou (entre outras páginas) a matéria e entrevista sobre Emir e Velta.




Aproveitando a "visita" de Velta ao Zine, Zaa imagina como seria um encontro da super-heroína 100% brasileira, com Fogo a super-heroína brasileira 100% americana, da DC, destaque em Liga da Justiça Internacional. Ramón, incansável, nos traz um artigo sobre a HQ Walking Dead, outra sobre o Hurricane, interpretado por Denzel Washington em uma matéria que ainda "fala" de Bob Dylan... Ufa!

Jluismith discorre sobre a famigerada Saga do Clone passados dez anos. Já o Sr. M (sim, apenas M), nos traz o contundente conto Guerreiro América, enquanto Brontops (velho de guerra no RA) nos convoca todos no artigo "Agradeça a Marv Wolfman; Snuckbincks (além de também diagramador oficial do zine) escreve as matérias "Quando a Vida Real e os Videogames Se Confundem", "Taxi Driver", sobre o filme, óbvio e a segunda parte de "Paul is Dead?".



Docks delineia o divertido guia de "Como Fazer Um Filme de Terror em 10 Passos", enquanto Hiro nos fala sobre "A Natureza Difusa do Bem e do Mal Aplicada aos Super-Heróis". Nano Falcão, outro que produz textos em escala industrial, além de trazer um possível elenco para a saga Camelot 3000, também entrevista o Lanterna Verde Kyle Rayner, fala sobre "A Vida Eterna do Professor Moriarty", e acho que ele está escrevendo uma nova versão da Bíblia... ok, essa parte corta.

Mas não, o FARRAZINE não pára por aí, o Professor Charles Xavier dá uma entrevista ao farrista Ricardo Andrade, e mostra como é diferente entrevistar um paranornal. A Maravilhosa Cozinha do Mundo Canibal, presente em todas as edições, está nesta também, por InVinoVeritas, como sempre, assim como Jerusalem Jones, só que desta vez escrito por Gustavo.



Rapaz, isso não acaba?! Nesta edição temos o lançamento de mais um super-herói brasileiro, o Urubu, em uma história de sete páginas com roteiro e arte de Leonardo Vidal com o logotipo do Urubu criado por Romero (quem diabos são esses caras?! De onde eles vêm?! Para onde vão?!). Marden, Brontops e Deb escrevem o artigo Guerra dos Sexos. Viram aí, né? Dois contra uma. Leia e veja quem ganhou! No encarte (é, tá pensando o que, nós temos encarte) Gazeta de Farratown temos a reportagem especial "A Verdade Está Lá Fora", pelo ilustre JACK McGEE!!! Não sabe quem é? Então você tem menos de 30 anos e não assistiu o Incrível Hulk com Lou Ferrigno e Bill Bixby: "Você não vai querer me ver nervoso, Sr. McGee". E, falando em Farratown, as tirinhas da cidade dos super-heróis (ou quase) fecham a edição. BOA DIVERSÃO A TODOS!





A SHORT DUET
Uma História Curta, Bem Curta


ROBIN 3000 - MINI EM 02 EDIÇÕES
Scans by Tchelongatti e Carfrangs


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ALM. DA TURMA DA MÔNICA #30 - ED. ABRIL
Scans by Paul



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MIRACLEMAN #01 A #24
Tradução e Letras by Anton Arcane


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