domingo, 16 de junho de 2019

North 40

NORTH 40 - AARON WILLIAMS/FIONA STAPLE
Tradução e Letras: A Man Without a Name/HORDA Team

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Condado de Conover. Um lugar esquecido por Deus. Um  nerd e uma gótica encontram um livro secreto. Cada um tem seus próprios interesses nele e, quando o abrem juntos. É quando o condado é tomado pelo horror. 

As pessoas do lugar se tornam coisas monstruosas, mágicas e poderosas. Cada um levará sua índole para sua nova personificação e terá um papel importante na salvação ou destruição de tudo. 

Wyatt, um rapaz acostumado ao bullying, se torna praticamente um super-herói, mas parece ser o único a quem aconteceu algo do tipo; Amanda, uma moça negra, e contactada por uma estranha voz que a toma por aprendiz, pois a magia que ela adquiriu precisa ser direcionada para impedir o que está por vir. 

Para piorar, os mortos também são afetados e levantam dos túmulos, causando ainda mais escarcéu. Um homem de ferro velho gigante ataca a todos que se aproximam dele. Uma família de caipiras encrenqueiros tem como pilar uma mãe rancorosa. 

Tudo isso parece não ter afetado em nada o Xerife, que se torna alguém imprescindível na manutenção da ordem. Porém, nada é tão simples como parece. 

Aaron Williams e Fiona Staple (de Saga) trazem essa história lovecraftiana, recheada de Stephen King, de forma incrivelmente dinâmica, com tantos personagens quanto uma saga cósmica.





HMPM: Fera

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL - FERA
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Team

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Apesar do nome assustador, você terá de se esforçar bastante para encontrar um herói mais amigável, jovial e de bom coração do que Hank McCoy, vulgo o Fera.  Como um dos maiores experts em genética do mundo, o Fera foi parte integrante da luta por aceitação da espécie mutante. Seu gênio científico ajudou os X-Men inúmeras vezes, desde simples tarefas, como aprimorar a segurança da Mansão X, até desenvolver uma cura para o Vírus Legado, letal para os mutantes. Não importa o tipo de trabalho, o Fera dá sempre o seu melhor. 

Às vezes, entretanto, essa dedicação em ajudar mutantes o levou a um caminho sombrio e ele duvidava de si mesmo toda vez que a solução de um problema não era encontrada. Mas Hank McCoy é um herói tão amado pelos seus companheiros de equipe que, mesmo em seus momentos mais complicados, sempre havia alguém que o ajudava a descobrir uma saída e ele voltava ao seu rotineiro modo bem-humorado.

Em seu âmago, o apelo dos X-Men sempre foi sobre aceitar mudanças, algo que Hank McCoy sabe melhor do que a maioria dos outros mutantes - pelo menos quando se trata da sua aparência! No início de sua existência, Hank foi um dos mutantes sortudos cuja alteraação genética deixou pouca evidência física.  Tudo bem, suas mãos e pés parecem um pouco maiores do que os de uma pessoa normal, mas isso apenas o tornou ainda mais últil como jogador de futebol na faculdade. 

Assim como a maioria dos heróis dos anos 1960, ele era cheio de energia, confundindo os inimigos com sua agilidade, além de irritá-los com seu jeitão cheio de floreios. E assim foi até o cancelamento da série original dos X-Men, quando o Fera sofreria a primeira de muitas surpreendentes transformações. 

Como você está prestes a descobrir, não foi uma época fácil para o herói. Essa sua nova forma "quase-lobisomem" - desenvolvida pelo artista Tom Sutton - foi uma grande sacada do escritor Gerry Conway. Não sendo mais capaz de esconder sua mutação, ele passou a ser temido pelos humanos como nunca até então. Isso adicionou uma nova dimensão ao personagem e só aumentou sua popularidade. 

Na verdade, na sequência desta saga publicada originalmente em Amazing Adventures 11-16 e The Incredible Hulk 161, o fera passaria a aparecer em diversos títulos da Marvel, tornando-se membro dos Defensores e dos Vingadores, antes de voltar a integrar as equipes dos X-Men e X-Factor. 

Pode-se dizer que mudar o visual tornou-se meio que um hábito para o Fera.  Durantes os anos 2000, ele evoluiu ainda mais além e adquiriu uma charmosa feição felina antes de, mais recentemente, desenvolver uma aparência mais bruta e monstruosa outra vez. Mas, independentemente do que ele possa parecer por fora, uma coisa continua constante: Hank McCoy é, sem dúvida, um dos maiores heróis do Universo Marvel. Texto de Ed Hammond.





sábado, 15 de junho de 2019

Scans Que eu Li: Sara

SARA - GARTH ENNIS/STEVE EPTING/LIZ BREITWEISER
Tradução e Diagramação: Zealfie47 e Carfrangs/Quadrinhos Inglórios

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Os nazistas ocupam a Rússia em 1942. No segundo e terrível inverno do cerco à Leningrado, sete mulheres atiradoras são levadas a lutar com o invasor alemão. A mais mortal atiradora é Sara, cujos demônios interiores podem ainda se voltarem contra ela - mas com o inimigo a sua frente e os agentes do estado soviético espreitando nas sombras, quanto tempo qualquer esquadrão sobrevive ao redemoinho aterrorizante da guerra?

Garth Ennis é um nome que nos faz querer ler a HQ no momento em qque pomos  as mãos (mesmo que virtuais) sobre elas. Aí você ainda vê, acompanhando seu nome, Steve Epting como o desenhista e a coisa fica ainda mais séria. 

Ennis sempre gostou de escrever tramas de guerra, inclusive fazendo isso em série, além de escrever aventuras do Ás Inimigo, para a Vertigo. Então, Sara não é sua primeira incursão neste fronte. Mas, parece que desta vez ele estava realmente inspirado. 

Sara e as suas companheiras russas são mulheres fortes, que lutam pela pátria, ainda que, por algum motivo, Sara pareça fazer isso apenas por gosto pessoal. Enquanto as outras gritam "pela mãe pátria", Sara apenas pensa o quanto isso é apenas pura ilusão. Ela deixou de ser inocente há muito tempo. 

E cenas incríveis de batalhas entre elas e o exército nazista, os autores nos levam para dentro da ação e dos sentimentos e anseios de cada uma delas. Mas, é Sara que as interliga, que as mantém coesas, mesmo que ela mesma não saiba disso. Agora, um novo inimigo se avizinha e ela precisará protegê-las. 





A Imbecilidade dos Representantes da Direita







Verdades Inconvenientes sobre Militância




*** Se não tem argumentos sobre a mensagem e sim sobre o mensageiro , seu ad hominen nada acrescenta e será sumariamente deletado, bem como comentários de pessoas que claramente não assistiram o vídeo. 



O Desespero dos Minions

NÃO, ELE NÃO FEZ NADA DE ERRADO, MAS VAMOS
SOLTAR FAKE NEWS SÓ PARA GARANTIR




sexta-feira, 14 de junho de 2019

CMS: Capitão Britânia

COL. MARVEL SALVAT: CAPITÃO BRITÂNIA - O MUNDO DISTORCIDO
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Se você apanha um quadrinho ou uma graphic novel que tem o nome de Alan Moore, é quase certeza de que será uma HQ campeã - ou, no mínimo, deixará sua cabeça doendo na hora que terminar de lê-la! O mesmo  pode ser dito de Alan Davis, um artista cuja linha excepcional de trabalho e técnicas narrativas são sempre um deleite de contemplar. Como você está para descobrir, a fase de Moore e Davis no Capitão Britânia não é exceção à regra. 

Mesmo tendo sido escrita numa época em que os criadores ainda estavam afiando seu ofício, é uma leitura intensamente cativante. É possível ver ver a arte de Davis evoluir enquanto a história progride, tornando-se cada vez mais experimental à medida que ele quebra as tradições e desenvolve seu próprio estilo. 

Moore também melhora seu jogo a cada capítulo, criando uma narrativa particularmente estranha e perturbadora que tem um toque britânico fundamental, quase nunca visto em quadrinhos da Marvel. Na época, ele tinha apenas oito páginas por semana para contar este épico multidimensional, então cada parte é abarrotada com uma cavalgada de ideias de ideias e imagens que contrastam com os quadrinhos descomprimidos de hoje. 

Davis viria a trabalhar em diversos títulos da Marvel, emprestado suas mãos talentosas aos mais famosos heróis daa Casa das Ideias, mas infelizmente o Capitão Britânia representa a única incursão de Moore no mundo da Marvel. Quem sabe? Talvez em outra dimensão exista toda uma fase dos X-Men, do Quarteto Fantástico ou até do Doutor Estranho sob cuidados de Moore, mas, na nossa pequena realidade compacta, o Capitão Britânia é tudo que temos. Felizmente, é uma leitura e tanto, que merece estar lado a lado com as melhores histórias que o Universo Marvel tem a oferecer. Texto de Marco M. Lupoi.






quinta-feira, 13 de junho de 2019

A Explicação Máxima Sobre Bolsonaro e o Bolsonarismo



Um Resumo da Direita Bolsonarista




O Soro do Super Gado


A Fábula do Mito

A ROUPA NOVA DO IMPERADOR (ou O REI ESTÁ NU)


Acho que a maioria aqui conhece a fábula do alfaiate espertalhão que promete fazer uma roupa suntuosa para o rei, roupa está invisível para os olhos dos ignorantes, mas visível para aqueles mais inteligentes do reino. Obviamente é um golpe, não há roupa alguma, mas o ei não pode dizer que não a enxerga passando assim por um simplório. Ao sair às ruas com sua nova roupa, as pessoas de seu reino, muitas delas também querendo passar por inteligentes, dizem enxergar a linda roupa do rei, até que alguém grita que, na verdade, o rei está nu.

Uma fábula infantil para adultos e para os tempos modernos. Claro, o rei que está nu é Bolsonaro. Porém, não é o primeiro, nem será o último a estar nesta condição. A política brasileira é praticamente um campo de nudismo. 

No caso de Boslonaro a fábula é um pouco mais adaptada. Às vezes ele está vestido, mas quase como um mendigo, e os seus súditos gritam, nossa, que roupa maravilhosa, que homem humilde, um homem realmente do povo, sem enxergar que é pura estratégia tosca para agradar os simplórios. Isso e sua lendária caneta Bic. 

Claro, há muitos gritando que o rei está vestindo trapos, ou que está mesmo é nu. Nu diante da verdade que é seu governo, um desastre. Mas os simplórios camponeses brasileiros além de ignorantes são surdos também. E ainda tem argumentos para sua surdez: não, o rei Bolsonaro foi eleito pela parte mais escolarizada da população. Daí, a pessoa que se coloca como parte mais escolarizada da população nesse argumento vai e me escreve errado mais de uma vez.

No nosso caso não só o rei está nu, mas todo seu séquito de ministros, e o populacho continua achando que estão suntuosamente vestidos.

O Ministro da Justiça não apenas esta nu, como estão mostrando até o brioco dele. E os simplórios tentam vesti-lo desesperadamente. O Ministro da Educação, seguindo os passos de seu guru pelado, Olavo de Carvalho, odeia a educação e faz de tudo para destruí-la, pois é um ressentido, nu, e ressentido. O Ministro do Meio ambiente odeia o Meio Ambiente e faz de tudo para destruí-lo, e os simplórios batem palmas para essa nudez. 

O Rei nu defende o príncipe nu, dizendo que não há nada de irrgegular em seus 37 imóveis. Os camponeses que se acham inteligentíssimos aplaudem e dizem que não tem mesmo nada de irregular e que o tríplex do rei anterior é mais importante, esqueçam essa coisa de 37 simples imóveis. Vamos nos concentrar em um triplex cujo julgamento do mesmo teve que ser manipulado. 

O rei governa nu para camponeses nus que acham que a perda de direitos é o caminho da salvação e da vida. Acham que seu rei nu foi enviado por Deus e não percebem que ele é um falso profeta com a marca da Besta, pois só uma besta para acreditar em terra plana. 

Os simplórios fingem ver a roupa, enquanto são levados ao precipício. Não se importam, contanto que morram felizes por terem tirado o PT, única plataforma de governo do rei pelado. De resto, nem roupas para a população ele tem para dar. 

A roupa brilhante, feita de fios de ouro custou caro e o alfaiate se deu bem em seu golpe. Quem será o alfaiate de nosso rei? Quem? Quem será que o está manipulando para benefício próprio. O alfaiate não está nu como o rei, pois ele sabe o que faz. 

Os simplórios agora aplaudem um rei desnudado, que governa não para eles, mas para o agronegócio, para empresários, banqueiros e etc. Tudo bem, os outros também governaram assim, em maior ou menor grau, mas este rei prometeu que seria diferente, que sua roupa não seria igual à do rei anterior, sem lembrar de dizer que nem ele mesmo está vendo a tal roupa. É um néscio. 

O rei está nu e nós estamos pagando uma roupa que não existe. 


quarta-feira, 12 de junho de 2019

CGNDC: DC Solo - Vol. 01

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVELS DC: DC SOLO - 01 de 02
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Scans

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Uma parte da coleção DC Solo já foi publicada certa vez aqui no blog. Porém, desta vez, serão as 12 edições, divididas em dois volumes. Neste primeiro temos seis artistas bem conhecidos do público: Tim Sale, de obras como Batman: Dia das Bruxas e Superman: Quatro Estações; Richard Corben, de Luke Cage da Marvel Max e criador de Dan, para a Heavy Metal; Paul Pope de Batman 100 anos e Bom de Briga; Howard Chaykin de American Flagg e O Sombra; o saudoso Darwyn Cooke de Liga da Justiça: A Nova Fronteira e Crianças do Crepúsculo; e finalmente Jordi Bernet de Torpedo e Jonah Hex.

São histórias curtas em que os ilustradores trabalham com roteiristas ou eles mesmo escrevem a história. A maioria delas não tem a ver com o Universo DC e algumas são até mesmo autobiográficas. Desses seis artistas trabalhando de forma mais livre, temos histórias realmente impactantes, umas mais que outras. 

Tim Sale começa com sua dupla predileta, Batman e Mulher-Gato; em seguida traz uma trágica história de amor; logo depois temos uma Supergirl que precisa visitar alguém muito especial em sua vida; já Superman precisa ir ao baile, seguida de uma história policial e uma homenagem de Sale aos seus pais.

Richard Corben vem inicialmente com uma história de um tesouro amaldiçoado; depois a saga envolvendo uma guerra contra cíclopes; daí temos uma dramática volta ao lar no velho oeste; para depois nos envolvermos em uma história de terror e morte devido a uma praga; encerramos com o Espectro fazendo o seu trabalho habitual.

Paul Pope já começa com uma repaginada na história do Minotauro; depois homenageia Jack Kirby recontando a origem de OMAC; em seguida vem com umaa história que parece autobiográfica, sobre um brinquedo decepcionante; e as duas últimas história são sobre um esquina e sobre Batman e seu parceiro, Robin.

Howard Chaykin nos conta a história de um artista do jazz que precisa fugir de uma Paris tomada pelos nazistas; para em seguida  mostrar o que um cientista louco faz para manter o amor de uma mulher; em uma história no velho oeste, um xerife e um fora da lei podem acabar tendo algo em comum; já um casal de arrombadores trabalham para ganhar a vida; enquanto isso, um supremacista branco sofre com duas tragédias no mesmo dia; e, finalmente, Chaykin nos conta sua dificuldade com histórias de horror.

Darwyn Cooke traz Slam Bradley apresentando-nos histórias como a do próprio Cooke quando criança, ganhando inspiração para o futuro; depois King Faraday, personagem com quem ele já trabalhou em A Nova Fronteira, está em um caso complicado; em seguida um aspirador de pó pode acabar sendo uma nova paixão na vida de um homem; e uma missão no oriente médio se mostra cabulosa; encerrando com Batman revivendo o trauma que lhe deu origem. 

Jordi Bernet abre com um inquilino muito bizarro que apenas a filha da senhoria suspeita de algo; no mundo dos artistas, uma história de amor um tanto quanto complicada; em seguida, Bernet relembra os tempos de Kraken em uma história num presídio; logo depois uma estranha história de vingança no velho oeste; e, para fechar o volume, Batman reencontra Hera Venenosa. 






terça-feira, 11 de junho de 2019

Batman - O Filme

BATMAN EM QUADRINHOS - A ADAPTAÇÃO OFICIAL DO FILME
Digitalização e Tratamento 2.0: Outsider Z/HORDA Movies

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O ano é 1989. Dois anos antes, a franquia do filme Superman era assassinada pelo quarto filme Superman - Em Busca da Paz, onde ele luta com um vilão atômico. As coisas não pareciam muito boas para oss super-heróis da DC no cinema. Quando começaram os anúncios de um filme do Batman, mesmo neste cenário desolador, uma certa animação tomou conta dos fãs.

O diretor era Tim Burton, mais conhecido por Os Fantasmas Se Divertem, e Bruce Wayne seria Michael Keaton, mais conhecido por Os Fantasmas se Divertem. Mesmo com a estranheza de um diretor de comédias e um ator nanico, ainda assim, os fãs estavam animados. Afinal, era a promessa de um Batman sem os trelelés de Adam West. 

A animação aumentou quando o superstar Jack Nicholson foi confirmado como Coringa. Para o principal papel feminino Kim Basinger, como Vicky Vale. A atriz estava no seu auge. No fim das contas, mesmo com algumas reservas, o filme foi um sucesso e gerou até mesmo uma continuação com a mesma equipe criativa. 

Batman de Tim Burton era uma tentativa de dar fôlego aos filmes de super-heróis, mas ele mesmo sufocou isso com Batman e Robin em 1997, não por culpa de Tim Burton, mas de Joel Schumacher. Tiraando Batman e Batman, O Retorno, a décade de 1990 foi pavorosa em termos de filmes nesse gênero. 

A equipe criativa da adaptação para os quadrinhos foi tão grandiosa quanto a do filme. Denny O'Neil adaptou o texto, Jerry Ordway ilustou e Pat Oliff coloriu. 






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