sexta-feira, 24 de abril de 2015

Akira 2.0 #03


AKIRA #03 de 38
Digitalização e Restauração HORDA Comics


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Depois que Tetsuo volta para seus amigos, saindo do hospital para onde foi levado, ele é monitorado, porém consegue escapar, dando de cara com a Gangue do Palhaço, novamente. Desta vez ele quer vingança. Kaneda impede-o de matar um dos membros da gangue, o que começa a gerar uma instabilidade entre os dois amigos. Kay e Kaneda se encontram novamente, e desta vez Kaneda vai parar no submundo dos rebeldes que procuram Akira. Kay não concorda com sua permanencia ali e, quando kaneda está preste a fugir, os dois tem uma visão assustadora. Enquanto isso, o Coronel recebe uma notícia a qual ele não esperava tão cedo: Akira está prestes a acordar.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Aventura e Ficção 2.0 #04


AVENTURA E FICÇÃO #04 de 21
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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Em Cavalgada Para Além do Nascente Roy Thomas, Sal Buscema e Tony DeZuñiga nos trazem Kull o rei bárbaro da Era Perdida de Atlântida cavalgando para o leste místico para responder a um desafio. Conseguirá ele retornar? Em seguida Jim Neal compila a história de Kull - segundo a Marvel - em O Tigre de Atlântida. Em Um pequeno Atraso, um caronista convicto não sabia onde estava se metendo. Mas, não demorou muito para dar uma liçãozinha a um moleque folgado. Por Steeve Skeats e Ralph Reese. Por fim, a volta de Vulcão de Will Jungkuntz.


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Revista Animal 2.0 #05


REVISTA ANIMAL #05 de 22
Digitalização e Restauração 2.0 by HORDA Comics


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O final dos anos 80 foi uma época muito especial para os quadrinhos no Brasil. Até então, a nona arte era vista em nosso país como uma mídia intrinsecamente infanto-juvenil e as revistas nas bancas refletiam essa concepção, tanto no formato pequeno, nas cores primitivas e nas impressões desleixadas, quanto no conteúdo dominado pelos super-heróis das editoras Marvel e DC. O conceito de quadrinhos para adultos se restringia a publicações underground, normalmente de vida curta, ou a álbuns de autores europeus, raros, vendidos em livrarias e de preço pouco acessível ao leitor comum.

As coisas começariam a mudar em 1987, com a publicação de Batman - O Cavaleiro das Trevas. Revistas como Chiclete com Banana e Circo já apontavam para a existência de uma demanda por quadrinhos adultos, mas foi o êxito da obra de Frank Miller que consolidou a noção de que era viável lançar HQs mais sofisticadas nas bancas comuns.

E essas obras vieram, seja na forma de minisséries de luxo, graphic novels ou revistas regulares. Nomes como Watchmen, Lobo Solitário e Love & Rockets fizeram a alegria de uma geração de leitores e se tornaram sinônimos de excelência nos anos seguintes. No entanto, dentro desta safra tão especial, um título se destacou como o mais inovador, radical e inusitado: a revista Animal da VHD Diffusion. (Continue lendo a matér no Universo HQ)


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Aventura e Ficção 2.0 #03


AVENTURA E FICÇÃO 2.0 #03 de 21
Digitalização e Restauração by HORDA Scans


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Neste número de Aventura e Ficção ficamos conhecendo Paradox, um agente secreto de 200 anos no futuro. Ele é convocado para investigar a morte de um embaixador, que faleceu após ingerir uma droga mortal, que incinera seu usuário, caso ele não tome um antídoto.

Paradox é um agente especial com um poder que ganhou ao estar a beira da morte, quando foi envenenado por radiacção (sempre ela) e precisou ser modificado a ponto de poder assumir a forma de outras pessoas e até mesmo de outras espécies alienígenas. Não é uma mera cópia, ele se torna realmente outra pessoa ou alien. Isso costuma salvá-lo de alguns perigos.

Além da investigação da morte do embaixado, Paradox precisa lidar com a misteriosa viúva do mesmo. Ela parece saber mais do que diz e o agente secreto precisa se aproximar da bela mulher e tentar descobrir qual foi a causa verdadeira da morte de seu marido. Cheia de reviravoltas, esta história nos traz a arte de Val Mayerik, sobre o roteiro de Bill Mantlo.

Há também uma história curta que se passa na guerra do Vietnã, com desenhos de Michael Golden.


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Repost: Demolidor


DEMOLIDOR: O HOMEM SEM MEDO - MILLER & ROMITA, JR.
Diogitalização e Restauração by Onomatopéia Digital


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Com o sucesso da série produzida pela Netflix, me vejo na obrigação de republicar os scans destas duas obras que talvez sejam as mais importantes na história do personagem. A série capturou perfeitamente a essência de Matt Murdock e levou para as nossas telas de TV. Assim como sofreu uma revolução nas mãos de Frank Miller, nos quadrinhos, agora é a vez de isso acontecer em live action.

A vida gráfica do Demolidor se divide em duas eras: AM e DM (Antes de Miller e Depois de Miller). Frank Miller era apenas desenhista, ilustrando os argumentos de Roger Stern, até que um dia, cairam na besteira de deixar com que ele assumisse també os roteiros. Foi o começo de uma Era de Ouro para o personagem.

Miller criou novos personagens, incluindo a ninja Elektra, que descobririamos, era uma antiga paixão de Murdocl, que voltava a sua vida, muito mais mortal. A ampliação no conceito do personagem foi tanta que, nada era mais natural que o autor nos recontar sua origem do seu ponto de vista. Foi onde surgiu a minissérie Demolidor: O Homem Sem Medo. Miller estava no auge, já tendo reestruturado um personagem ainda mais icônico: Batman. Isto sem contar que ele nos dera a história mais eletrizante de Demolidor, que está publicada logo abaixo.


DEMOLIDOR: A QUEDA DE MURDOCK - MILLER E MAZZUCHELLI
Digitalização e Tratamento by Onomatopéia Digital


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Frank Miller já havia deixado de escrever o personagem há alguns anos, quando a Marvel o convidou para fazer isso mais uma vez, em um arco que se intitularia Born Again, aqui no Brasil conhecido como A Queda de Murdock. Mal sabia a editora que estava preparando o nascimento de um clássico que redefiniria, novamente, o Homem Sem Medo.

Na história, a identidade secreta do Demolidor é vendida a ninguém menos que seu maior nêmesis, Wilson Fisk, o Rei do Crime. Com essa informação em seu poder, o chefe do crime organizado da cidade de Nova York decide, não apenas executá-lo, mas, retirar tudo dele e deixá-lo na miséria e sem amigos.

Ilustrada pelo mesmo David Mazzuchelli de Batman: Ano Um, a HQ é um primor de narrativa e mostra o quanto Frank Miller estava no auge de seu talento. Quando o rei percebe que "um homem que perdeu tudo, é um homem sem medo", é tarde demais.


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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Príncipe de Aliors


PRÍNCIPE DE ALIORS - MINISSÉRIE COMPLETA
Digitalização e Restauração by HORDA Comics


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Publicado em 1991, pela Editora Globo, a graphic novel "Príncipe de Aliors ("The Elsewhere Prince")" reuniu o conteúdo de seis edições avulsas de uma série, de mesmo nome, escrito por Moebius e Jean-Marc Lofficier, desenhadas por Eric Shanower e coloridas por Florence Lliboutry. A HQ teve edições lançadas nos Estados Unidos, pela Epic Comics, empresa pertencente à Marvel. Na França, ganhou o título de "Le Prince Impensable", sob a marca de Les Humanoides Associés.

"The Elsewhere Prince" é apenas uma das muitas séries paridas pela Epic, a respeito do universo da Garagem Hermética. A série se passa em um asteroide que possui dimensões paralelas simultâneas. O lugar é chamado de Garagem Hermética e foi criado pelo Major Grubert, personagem que mantém o controle sobre estes mundos, a bordo da nave Ciguri. Um belo dia, um jovem artista se junta a um grupo de viajantes mercenários. Depois de pararem para descansar por uma noite em uma pequena aldeia, sofrem a inclusão de mais um membro, um garoto que deseja ser guerreiro e que está cansado da monotonia de sua vila. Logo em seguida, os homens acabam sendo todos mortos em uma sangrenta batalha contra uma criatura com aparência de besouro, conhecida como um Jouk.

Os sobreviventes partem para ajudar o Príncipe de Alliors e a Princesa a enfrentar a temida criatura conhecida como Bouch'Tar'Hai, que está prestes a se materizalizar e pode destruir aquele mundo. O Príncipe possui um poderoso arco que pode dar fim a criatura, porém, nos bastidores, líderes do exército cobiçam o poder do Príncipe ao mesmo tempo em que o temem.


Bem no começo da HQ, o editor explica que não foi nada fácil escolher o nome para a publicação, já que de "The Elsewhere Prince" ("Príncipe de Outro Lugar" ou "Príncipe de Alhures"), não significaria muito para nós. Recorreu-se então ao Provençal, língua falada por poetas e trovadores no Sul da França, desde o século XI. Foi aí que descobriram que o termo Alhures tem sua origem na palavra provençal, Aliors. Estava resolvido o problema. "The Elsewhere Prince" virou "Príncipe de Aliors".

O texto foi retirado de
Tujaviu, com apenas o terceiro parágrafo acrescentado por mim.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Akira Scans 2.0 #01 e #02


AKIRA SCANS 2.0 #01 e #02
Digitalização e Restauração HORDA Comics

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Quando fizemos os scans de Akira pela primeira vez, foi um esforço conjunto de várias pessoas. Como eu não tinha nenhum número da HQ, isso se mostrou muito prático. Porém, na época, tanto as minhas habilidades com restauração quanto a de quem enviava, eram muito poucas. Agora tentarei refazer os scans em uma qualidade melhor com uma restauração mais detalhada, dentro das minhas possibilidades.

Tenho apenas 11 números, mas, como não dá para ter pressa, haja visto existirem outras digitalizações a serem feitas, vou conseguindo os números posteriores aos poucos, com a ajuda de sites como o Mercado Livre, onde é mais fácil encontrar tais edições. Por enquanto temos os dois primeiros números desta clássica saga de ficção-científica, que se tornou tão relevante quanto 2001: Uma Odisséia no Espaço, Blade Runner ou até mesmo como obras de grandes escritores do gênero como Isaac Azimov, Ray Bradbury e outros.


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Novo scan e scan antigo


quarta-feira, 1 de abril de 2015

As Incríveis Aventuras do Escapista


AS INCRÍVEIS AVENTURAS DO ESCAPISTA
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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O Escapista é um super-herói que foi criado no fim da década de 30, por Joe Kavalier e Sam Clay. Mas, por que, em todo esse tempo você nunca ouviu falar dele? Bom, o motivo é que ele existe apenas dentro do romance As Incríveis Aventuras de Kalalier & Clay, de Michael Chabom, o mesmo autor de Garotos Incríveis, que se tornou filme com Michael Douglas e Robert Downey, Jr.

O livro trata da história desses dois jovens quadrinhistas que criam este super-herói e do que acontece em suas vidas. Um paralelo com a vida de quadrinhistas reais e de suas peripécias para publicar seus personagens, como, por exemplo, os criadores do Superman, Siegel e Shuster. Porém, não li o livro, então não posso dar mais detalhes.

Como personagem de quadrinhos que é, O Escapista acabaria escapando (tu dum tss) das páginas do livro e vindo para as páginas de quadrinhos, como era inevitável. Chabon fez questão de dar levar a criação de Kavalier & Clay para a Dark Horse. As histórias reunidas neste encadernado são o resultado desta aventura.

Como super-herói O Escapista tem todos os clichês de um bom aventureiro: máscara, identidade secreta, uma origem e ajudantes. A primeira história nos conta como o Misterioso passa o bastão adiante para o jovem Tom Mayflower. As histórias seguintes são um show de estilos diferentes, culminando na última, escrita e desenhada por Will Eisner.

Segundo a editora Diana Schultz, da Dark Horse, este teria sido o último trabalho de Eisner, antes de falecer. Ainda segundo Diana, ele relutou muito em trazer de volta Spirit, seu clássico personagem. Por fim, cedeu e, como uma despedida poética, o Escapista se encontra com o personagem mais conhecido do grande mestre.

Além de Eisner, participam também Howard Chaykin, Gene Colan, Steve Lieber, Brian K. Vaughn, Harvey Pekar (no seu estilo característico) e outros. Atenção: as histórias que estão mais escuras são assim mesmo no papel.


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BÔNUS: O ÚLTIMO VOTO - WILL EISNER
Digitalização e Ajustes HORDA Comics


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Uma pequena fábula politizada de oito páginas, do grande mestre Will Eisner, intitulada O Último Voto, publicada na revista portuguesa Seleções BD #21. Aqui, um país abre mão do voto, para que um governo ditatorial tome todas as decisões por eles. Apesar da maioria estar contente com tal arranjo, nem todos estão satisfeitos em abandonarem o direito de escolher seus governantes. Apesar do tom ingênuo de fábula, o final é para se pensar e repensar.


terça-feira, 31 de março de 2015

Graphic Novel #05: Batman - A Piada Mortal


GRAPHIC NOVEL #05: BATMAN - A PIADA MORTAL
Digitalização e Remasterização Eudes Honorato


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Esta clássica Graphic Novel foi relembrada por esses dias por (mais) uma capa polêmica, desta vez da revista Batgirl. Escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, ela veio para separar os homens das crianças. Mostrar que os quadrinhos realmente não eram "revistinhas" que apenas os infantes podiam manusear.

Ao contar a origem do Coringa - ou uma delas - Alan Moore nos arrasta para um conto de terror e agonia quando o "palhaço do crime", o "jóker", deixa de ser um inimigo como outro qualquer, para se tornar um monstro. Suas motivações são as de que, se uma pessoa tiver um dia muito ruim, ela pode simplesmente surtar, exatamente como aconteceu com ele, há muitos anos atrás.

Ele era um reles ladrãozinho, e quando foi obrigado a assaltar uma fábrica de cartas, tudo foi dando errado, até ele se tornar o mentalmente perturbado vilão. Um dos trabalhos mais lembrados de Moore, onde ele levou a loucura do personagem até as últimas consequências. Um HQ onde Batman é apenas um coadjuvante.


domingo, 29 de março de 2015

Transmetropolitan - Vol. 03


TRANSMETROPOLITAN - VOLUME 03
Digitalização e Ajustes by HORDA Comics


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Nada mais, nada menos que 300 páginas de Spider Jerusalem. Dois encadernados em um só: O Ano do Bastardo e A Nova Escória. Spider se exilou por cinco anos para ficar longe, entre outras coisas, da política. Agora, estamos em ano de eleição e ele tem novamente que chafurdar nesse mar de lama. Para piorar, o candidato que quer tomar o lugar de Heller, o presidente atual, parece ser tão psicótico quanto o mesmo. Porém, sua acessora, Vita Severn consegue ganhar a simpatia de Spider, o que não o impede de odiar cada vez mais o candidato para quem ela trabalha, Gary Callahan.

Com uma nova assistente, Yelena Rossini, Spider precisa entrevistar as duas bestas-feras da política e não vai pegar leve com nenhum dos dois. O problema é que nenhum dos dois parece querer pegar leve com ele, também. As coisas vão se complicando cada vez mais, tanto na política, quando na vida pessoal de Spider. Sua antiga assistente, Channon, retorna, e ele a aceita como guarda-costas, já que não pode despedir Yelena.

O jornalista quer a verdade a qualquer custo, mas a verdade, neste caso, pode ser a pior solução. A política pode ser uma inimiga ferrenha.

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sexta-feira, 27 de março de 2015

Graphic Album #03: American Flagg


GRAPHIC ALBUM #03: AMERICAN FLAGG - TEMPOS DIFÍCEIS
Digitalização e Remasterização HORDA Comics


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Reuben Flagg é um americano nascido em Marte, cujos pais teriam sido classificados como "incorrigíveis boêmios" pelos padrões da Plex. Ou seja, eram idealistas em uma civilização puramente tecnocrata, cínica e decadente. E é nessa sociedade que Reuben cresce, alimentando ilusões patrióticas sobre sua nação. Coincidentemente, Reuben nasceu praticamente junto com o TRC, o Comitê Tricentenário de Recuperação, cuja meta é tentar recuperar os estados Unidos até o ano de 2076, quando a nação completaria 300 anos. A história começa em 2031. Após ser substituído por uma cópia holográfica no programa de Tv chamado "Mark Thrust - Sexus Ranger", Reuben se alista nos Plexus Rangers e é transferido de Marte para Chicago, Illinois, onde conhece o chefe local do Plexus Ranger, Hilton "Hammerhead" Krieger, sua filha Amanda e Raul, um gato geneticamente modificado. Logo ele é apresentado à realidade da Terra, onde a corrupção é endêmica e a violência é banalizada com ataques semanais de Gogangs ao Plexmall e conflitos armados entre milícias que são financiadas pela Plex e as batalhas são transmitidas pela TV

A obra de Chaykin chamou bastante atenção pela violência e sexismo presentes, algo ainda impensável em uma era pré-Watchmen nos quadrinhos mainstream. Reuben não tinha do que reclamar, já que era freqüente ele dividir a cama com alguma de suas eventuais amantes. Mas a série tinha outros méritos. Os protagonistas estavam longe de um ideal romantizado de herói, sendo pessoas falíveis e moralmente imperfeitas. O próprio Reuben é descrito por Amanda Krieger como "um cafetão em potencial, canalha, meio perverso, cruel, mas joga limpo". Chaykin usou uma linguagem publicitária, com páginas cheias de onomatopéias e letreiros chamativos. A narrativa usava a programação da Tv como contraponto narrativo para apresentar aos leitores os detalhes do universo de Reuben Flagg sem precisar recorrer a enfadonhos textos introdutórios. Esse recurso seria utilizado anos depois por Frank Miller em "Batman - O Cavaleiro das Trevas". Mesmo não sendo lembrada ao lado de outras obras que se fizeram clássicas, "American Flagg!" tem sua importância por antecipar a mudança que ocorreria nos quadrinhos nos anos seguintes, e influenciou alguns autores contemporâneos, como o Warren Ellis e o Brian Michael Bendis. Em seu primeiro ano a série recebeu nove prêmios Eagle Awards

Esta sinopse é parte de uma matéria maior sobre a First Comics e American Flagg, que pode ser lida na íntegra aqui, no
Papo de Blodega.


LEIA TAMBÉM, DE HOWARD CHAYKIN, BLACK KISS

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sexta-feira, 20 de março de 2015

Astronauta: Singularidade


GRAPHIC MSP - ASTRONAUTA: SINGULARIDADE
Scans by Comentarista Anônimo


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Depois dos eventos de Astronauta - Magnetar, agora acompanhado por uma psicóloga com treinamento em viagens espaciais e por um pesquisador estrangeiro, o Astronauta parte numa viagem para investigar um buraco negro. Mas nem o buraco negro e nem as intenções de seus acompanhantes são o que parecem. E todos podem acabar em grande perigo.

Quem anda distante do universo dos quadrinhos, ou caiu de paraquedas nesta resenha, talvez não saiba do que se trata o selo Graphic MSP - neste caso, para economizar tempo, é só visitar a resenha de Astronauta - Magnetar, primeiro álbum do selo, e conferir o que foi dito sobre o assunto. O segundo volume dessa releitura do Astronauta deixa ainda mais clara a inspiração no mercado franco-belga de quadrinhos - é um álbum com história completa, com começo, meio e fim, mas que, num plano maior, não deixa de ser uma continuação da HQ anterior e acaba, inclusive, deixando possibilidades para tramas futuras. No complicado mercado brasileiro de quadrinhos que, finalmente, dá sinais de crescimento e, quem sabe, posterior amadurecimento, a estratégia é perfeita, já que será possível encontrar os volumes do selo à venda em reimpressões nos anos vindouros.

Para continuar lendo acesse
UniversoHQ.

Sinceros agradecimentos ao comentarista que colaborou digitalizando esta edição.


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