terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Lugar de Descanso

LUGAR DE DESCANSO

O fim-de-semana foi legal. Lembrando agora, noto que não lembrei mesmo de scans. A cabeça tava cheia, lotada, de coisa(s) boa(s). Não que os scans não sejam coisas boas, mas um descanso deles foi legal sim. Se bem, que em alguma horas, eu não tive descanso não.

Cheguei e fui procurando o bolo de laranja. Minha mãe disse que não é de laranja, é apenas jum bolo comum. Bom, se é comum é o bolo comum mais gostoso que já comi. Acho que é apenas saudade de comer bolo feito por mãe. Aí dá um gosto de laranja. Ou algo assim.

Depois de descansar um pouco, resolvi que ia ver a Santa Trindade. As minhas três amigas de infância, três irmãs que fazia tempo que eu não visitava. Fui até a casa da primeira, onde uma outra já estava por lá também. Quando bati na porta, perguntaram quem era, quando viram, elas duas e as crianças (uma menina de 5 e um menino de 4 anos) começaram a gritar meu nome. Eu demoro tanto a aparecer, que não sei se as crianças realmente lembram de mim, ou se apenas entram no embalo da alegria das mães deles.

Eu sou péssimo para chegar, e quando ia apenas apertar a mão de uma delas, esta me puxou e me deu um abraço. Como ela é mais forte que eu, quase quebrou minha coluna. Fiquei com elas, conversando um bom tempo, até que as crianças me pegaram de jeito. Eu com elas sou uma delas, criança também. E quando elas percebem isso.... se aproveitam. Acho que fui socado, dobrado ao meio, chacoalhado, me bateram com travesseiros, derrubaram brinquedos em cima de mim. Certo momento em que eu estava sentado no chão, a menina subiu nos meus ombros... e ficou em pé!!! Foi tão rápido que não pude evitar. Não sei como ela não caiu.

As duas são evangélicas, mas não são bitoladas comigo. Tanto que chegaram algumas "irmãs" da igreja para conversar com uma delas, e eu sentia os olhares delas me seguindo. Quando foram embora, a minha amiga disse que uma delas perguntou como ela deixava um homem na casa dela assim, sem a presença do marido em casa. Ela deu uma resposta simples: somos amigos de infância.

Depois de correr das crianças, de ter de carregá-las agarradas às minhas pernas, de implorar que me dessem descanso, fui até a casa da mãe da menina, que era logo do lado. Lá ela cismou em me mostrar como o cachorro dela "cantava" junto com o toque do celular dela. É... ele latia, uivava, grunhia, toda vez que se colocava o celular juinto ao ouvido dele... e se afastasse ele se aproximava.

Fui à casa da terceira delas, no dia seguinte. O marido dela, meu amigo também, estava lá e a filhinha deles de 8 anos. Fiquei um pouco por lá, falando com ele de Orkut, Rapadura Açucarada e etc. No geral foram dois ótimos dias. E ainda pude ficar na rede deitado, e comer mais do bolo de "laranja". Agora estou de volta... de volta aos scans.


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