sábado, 3 de setembro de 2011
Memória Passional
No tempo que mertiolate ardia
Não existia bullying, mas a porrada comia
Não havia emo assim nas ruas, em plena luz do dia
E o que se sabia de rede era onde você dormia
No tempo que mertiolate fazia chorar
Não havia iPod, Ipad, nem essa coisas de twittar
Não havia facebook e você tinha de conversar
Não existia Restart tentando aprender a cantar
No tempo que mertiolate queimava
O Rubinho tava em casa e o Senna emocionava
E na Sessão da Tarde só filme bom passava
E até aquele locutor todo mundo aturava
No tempo que mertiolate era pra macho
Ninguém ficava on line com cara de tacho
Ia pra rua brincar e de noite via Cambalacho
E só pra ter como rimar, vou dizer o que eu acho
Que no tempo que mertiolate te faziar correr
Não tinha Wikipédia pra você não ter que ler
Nem Google pra te mostrar tudo que você não quer ver
Pois no tempo que mertiolate ardia, a coisa era pra valer.
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10 comentários:
Muito bom, tomando a liberdade de postar no meu facebook com os devidos créditos.
Sem problema! :)
auhuahua não tinha o google mas tinha um cade,um abraço mestre eudes auhau
É... no tempo que mertiolate ardia
A gente corria das tias da enfermaria
Depois que qualquer ferida se abria
Por que desse remédio ninguém queria.
;p
...e desculpe a audácia de sair versando com a idéia. Me empolguei. ;p
Muito bom!
Amigo, tomei liberdade de postar no meu facebook... com seus devidos créditos e divulgando seu blog.
Abraços
muito bom!! portanto: "ctrl+c" no teu, "ctrl+v" no meu ... com os devidos créditos
engraçado...
Excelente, caseiro e tocante. Quem viveu nesta época sem dúvida sentiu um afeto por este belo poema.
Muito bom, muito bom!!! ;-)
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