quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tucker and Dale


TUCKER AND DALE VS. EVIL
As Aparências Enganam e Podem Matar (de Rir)

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Eu tenho um indicador para saber se um filme de comédia é realmente bom e esse indicador é quando a Lia (minha esposa) ri de verdade. Assim como ela não chora em qualquer filme de drama, ela também não ri em qualquer filme de comédia. Na verdade, em quase nenhum. Enquanto estou lá eu, ao lado dela, me debulhando em lágrimas, nos filmes de drama, ou morrendo de rir a toda altura, nos filmes de comédia, ela está lá, impassível, apenas me fazendo companhia. Assim sendo, quando ela dá uma risada alta e gostosa, eu sei que o filme realmente é bom! É o caso de Tucker and Dale vs. Evil.

O filme é uma pérola perdida que talvez muitos não conheçam, assim como eu não conhecia até ontem. O filme é uma comédia de terror, de 2010, que eu já havia visto por aí, de relance, mas que o título não me chamou atenção alguma. Mas, resolvi assistir quando vi a nota alta dada pelo
IMDB (7.6) e vi que eu devia estar perdendo alguma coisa boa aí. Também me chamou a atenção a presença de Alan Tudyk, um excelente ator, ainda mal aproveitado, que tem como destaque em sua carreira a comédia Morte no Funeral e Eu, Robô (onde ele empresta suas feições e voz ao robô perseguido por Will Smith).

Pois bem, o filme conta a história sob dois pontos de vista: o de Tucker e Dale, dois caipiras de bom coração, que estão indo para uma casa de campo, adquirida por Tucker, para passar o fim de semana pescando e o ponto de vista de um grupo de universitários que estão em férias no mesmo local, e que vêem tudo a seu redor com olhares preconceituosos, causando assim uma série de mal entendidos que levarão à morte.

Para o grupo de universitários - acostumados aos filmes de terror, onde geralmente caipiras são sinônimo de assassinos sanguinários - Tucker e Dale são mais do que suspeitos em seus modos grosseiros e jeito aparvalhado. Para Tucker e Dale, os universitários são apenas... universitários. Para piorar as coisas, um deles é obcecado pelo fato de que ali, naquele local, há muitos anos, houve realmente um massacre de universitários, como eles. Mas, isso foi há muito tempo.

As coisas estão indo bem, até que Tucker e Dale vão pescar no mesmo em rio em que os estudantes estão tomando banho, a noite. Quando uma das garotas avista os dois caipiras, toma um susto e cai na água batendo a cabeça. Quando resgatam a garota, salvando-a de morrer afogada, e a levam para sua cabana para que ela se recupere, começa a confusão. Os amigos de Allyson acham que os dois raptaram-na e vão tentar resgatá-la custe o que custar.

Daí pra diante, cada ação de Tucker e Dale parecerá cada vez mais supeita e assustadora. Nada dá certo, e a falta de comunicação entre os dois grupos piora tudo. A pimeira metade do filme tem cenas pra lá de hilárias, que apenas assistindo pode se ter uma idéia. É o tipo de coisa que sabemos ser impossível acontecer, pelo menos tantas situações assim de uma vez só, mas que não importa, afinal é um filme. Para os sobreviventes parece apenas que Tucker e Dale estão eliminando um a um com frieza e sadismo. Para Tucker e Dale, parece que os universitários enlouqueceram e resolveram colocar em prática algum tipo de pacto suicida!

No fim das contas, o filme ainda deixa essa lição de moral: não julgue alguém pela mera aparência ou você pode acabar metendo so pés pelas mãos. O filme em breve estará no Supersônico a Carvão, para download.


2 comentários:

Fie disse...

Esse filme é realmente o máximo!
Eu vi ele começo do ano passado ou final do ano retrasado!
As mortes são geniais e todo o estilo do filme é muito cativante!
Fora contar que o cenário é Epic Win!

É um dos filmes que pretendo comprar logo que arrume um good job.

Click disse...

o Link dessa revista do Bob Cuspe não existe mais, tem como colocar outro?

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