sexta-feira, 31 de agosto de 2012

The Galactic Wars


THE GALACTIC WARS: THE LOST EPISODE
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Há um porrilhão de tempo, lá longe...

A Guerra Intergaláctica já durava 206.000 anos. Sim, imagina essa quantidade de tempo. Pensa só. É muito tempo. Até mesmo para os Khurans, que vivem em média 100.000 anos, se não não fumarem, beberem álcool desidratado ou chamarem as esposas de gordas, já haviam sido extintos. Na verdade, durante todo esse tempo, até algumas raças novas haviam surgido e entrado na guerra sem nem saber o motivo, e sido exterminadas. Aliás, o motivo, boa pergunta.

Ninguém mais lembrava. Guerrear se tornou uma espécie de vício. O Reino dizia que o motivo teria sido a negativa à rainha Dusu de uma banana que que ela teria pedido, durante o banquete Khatasar. A filha do Presidente Polk teria se negado a dar a única banana que ela tinha, para a Rainha. Mas, convenhamos, bananas vem da longíngua Terra Major. E são raras. Não é tão ridículo quanto parece.

Mas isso não bate com as datas. Dizem que isso aconteceu há 187.000 anos e não 206.000. O Grande Bibliotecário afirma categoricamente que o que iniciou a guerra foi um show musical, onde as letras foram ofensivas ao então Presidente Pradash. Ao que parece a letra falava em práticas libidinosas com partes apertadas e redondas de um homem chamado Pradesh. Sutil, não? Para piorar, a tal banda, chamada Reboot, era uma convidada do Reino, e a Rainha vigente, Solar, não quis pedir desculpas, nem degolar os tais cantores.

A guerra teria começado imediatamente, logo abarcando cada planeta da galáxia e proximidades. O Reino contra a Democracia, que não era tão democrata assim, já que arrebanhava soldados usando anéis de condicionamento, aplicados à cabeça. Os que os arrancavam levavam junto o cérebro. Tudo bem que alguns não tinha tanto cérebro assim, mas massa cinzenta é massa cinzenta, por menor que seja.

Logo uma massa Revolucionária se originou, depois de uns 46.000 anos de guerra. Eram liderados por uma espécie de guru. Não estavam do lado nem do Reino nem da Democracia. Tomariam o poder à força e fariam uma nova Galáxia, baseada no amor, na paz, e em bolinhos de fava com café antariano. Quem não ia querer? Bom, o Reino e a Democracia, claro.

Logo se formou uma coalisão entre os dois anteriores inimigos e se levantaram contra os Revolucionários, que se tornaram muitos, graças ao ódio crescente dos povos, contra a malfadada guerra. O guru que citei antes era Semântico, que pregava algo sobre um tal Poder que todos os seres teriam dentro de si, mas que poucos conseguiam encontrar dentro de si. Os que conseguiam eram os chamados merons.

Para se tornar um meron era necessário muito treinamento. E Semântico dizia que uma profecia apontava para um meron que acabaria com a guerra, mas apenas num futuro muito distante. Porém, não demorou para que a coalisão Reino-Democrata também encontrasse seu próprio abracadabra e sombrios homens passaram a governar a coalisão, tornando-se Reis-Presidentes, ou simplesmente, Repressores, como gostavam de ser chamados. Logo a guerra era Repressores versus Merons, em batalhas envolvendo magia e ciência. E assim foi por 206.000 anos. Até que...

Em uma lua distante o jovem Chegge Vhara se viu diante de um dilema ao encontrar uma mensagem em um biscoito da sorte meriliano. Dizia: "Hoje seu dia seria normal se você não tivesse que procurar uregntemente o meron Ing Marber Gman. O destino das galáxias repousa em suas mãos".

O jovem Vhara sempre sonhara em se tornar um meron, mas nunca imaginaria que um deles habitasse aquela lua escura e sem vida. Sem avisar seus pais, foi até a caverna onde vivia o tal meron e o encontrou consertando seus dois robôs, XYZ (-%107), chamado apenas de Exis. E o outro, menor, Poço de Amor. Vhara achou melhor não tentar saber porque o robôzinho tinha este nome e resolveu chamá-lo apenas de P.A.

Depois das apresentações Gman quis saber o motivo de Vhara estar dentro da sua caverna. Gman, disse que fazia tempo que ele não aparecia ali e Vhara disse que não se lembrava disso. Gman disse que foi quando ele era muito criança e terminou dizendo.

- Faz tempo que Vhara não entra aqui.

Mas vamos deixar as frases de duplo sentido de lado. Gman disse que já sabia que ele viria e sim, o treinaria, mesmo sabendo que, no fim, Vhara teria que enfrentar o terrível Repressor, Khan Tilena, e que ele seria ferido muito mais do que por espadas de energia. Aliás, Vhara sonhara com aquele momento, em que pegaria numa espada... de energia, e a usaria para lutar contra o Reino-Democrata.

Gman avisou que, depois do treino intenso de Vhara, ele teria que resgatar a princesa Amônia, filha de Cloron, regentes do planeta, Acqua Sani Tarius. Ela era uma cabeça da Revolução e não podia permanecer enjaulada por Tilena. Gman disse que faria com que Vhara encontrasse seu Poder o mais rápido possível, para que pudesse lutar e salvar a princesa. Mas, esse treinamento não seria completo sem ajuda externa. Teriam de encontrar o gigolô Bolo Young, o único que possuía uma nave mais ou menos em bom estado, e com preço reduzido. Teriam de aguentar seu bicho de estimação, Kádaver, mas isso era o de menos. O nome era devido ao fato de que os pêlos do bicho o faziam feder como um cadáver.

Chegge Vhara, Ing Marber Gman, Bolo Young, Kádaver, juntamente com os robôs Exis e P. A. teria de encontrar o novo guru dos merons: Roda Faltando, para que Vhara terminasse o treinamento e depois partissem em busca da Princesa Amônia, para salvá-la de Khan Tilena, o novo Repressor do Reino-Democracia. Acho que é um bom resumo. Que o Poder entre pelas suas costas. Até o Episódio Perdido II, se houver
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4 comentários:

Moziel T.Monk disse...

Eudes, você precisa informar quem é seu fornecedor de café

Anônimo disse...

Véio, é muito surreal isso (pra não dizer que é muita viagem mesmo). De qualquer forma taí uma idéia impensável de uma guerra de tamanhas proporções e tanta logevidade. Acho que ninguém tinha pensado nisso antes. Maaaas... o Eudes pensou.
Taí, valeu.

massega disse...

no fundo explica as razões e motivos das guerras reais ou irreais.
òtemo como sempre.

Sylvio de Alencar. disse...

Interessante!

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