segunda-feira, 16 de junho de 2014

Orphan Black: A Série


ORPHAN BLACK: A PRIMEIRA REGRA DO CLUBE DOS CLONES
Não se fala do Clube dos Clones, mas terei de falar


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Tatiana Maslany, a revelação de Orphan Black


Não sou maníaco por seriados, a verdade é essa. Já assisti muitos, mas não com o fervor daqueles que seguem religiosamente várias produções. Muitos dos que assisti acabei abandonando, até mesmo os mais badalados como Game of Thrones e The Walking Dead. Alguns que acompanhei com mais animação foram 24 Horas, Desperante Housewives e American Horror Story, por duas temporadas. Mas, em geral, sou meio blasé com seriados. Tudo isso até esbarrar com Orphan Black, semana passada.

Eu estava no Legendas.tv procurando filmes novos, quando vi na área de séries esse título, Orphan Black. Já havia lido algo bem vago sobre a série no Facebook, mas não fui atrás de saber mais. Já que estava ali, fui ler a sinopse. Bastou isso para que eu quisesse começar a assistir para, pelo menos, ver se era tão boa quanto aquele pequeno resumo dizia.


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Sarah Manning, o pilar central da série


Sarah Manning é uma perdedora. Órfã, com um ex-namorado traficante e distante da pequena filha, Kira. Agora está retornando para buscá-la. Mas sua vida muda totalmente quando ela percebe que uma mulher no metrô está prestes a se suicidar. Quando vai abordá-la, leva um susto ao perceber que a mesma é idêntica a ela. É quando a mulher salta na frente do trem do metrô. Assustada e confusa, Sarah percebe que a estranha deixou para trás sua bolsa. Pensando em conseguir algum dinheiro e, quem sabe, saber mais da sua gêmea, Sarah vai até seu apartamento.

Quando descobre que a mulher tem 70 mil dólares no banco, Sarah resolve se passar por ela, para sacar o dinheiro. Só que Sarah acaba sendo interpelada por conhecidos da estranha, e precisa continuar interpretando-a. A suicida era uma detetive da polícia. Ela agora precisa viver sua vida, mesmo que por um tempo, até que consiga o dinheiro. Mas, as coisas vão se complicando cada vez mais e Sarah fica cada vez mais atolada na vida de Beth Childs, a mulher que viu morrer.


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Algumas das faces de Tatiana Maslany


Sarah pede ajuda ao seu irmão adotivo vida loca, Felix. Ela precisa do dinheiro para fugir com Kira e deixar para trás a vida que levava e o ex-namorado traficante Victor, que tenta encontrá-la, junto com a cocaína que ela roubou do mesmo. Sua filha está com a mulher que criou Sarah e Felix, Siobhan, que não tem intenção de deixar Sarah levar a filha embora, com medo que ela não seja responsável o suficiente. A vida de Sarah Manning não poderia estar mais complicada. Ou poderia?

Tendo que fingir ser uma pessoa que não é, sendo esta pessoa, uma policial que responde a inquérito por ter atirado em uma pessoa inocente, Sarah acha que nada mais pode piorar. Ela só queria os 70 mil dólares para começar uma nova vida. No entanto, ganha uma conspiração. Quando está agindo como a policial, Sarah se depara com seu pior pesadelo. Uma segunda mulher idêntica a ela entra em seu carro, pensando que ela é realmente Beth Childs. Detalhe, ela é russa e está sendo perseguida por alguém que tem intenção de matá-la.


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Cosima, cientista e a clone mais simpática de todas.


Quando começam a pipocar outras cópias dela, Sarah tenta descobrir o que está acontecendo e, claro, a única explicação "plausível" é que todas, inclusive ela, são clones. Além de Sara, Beth Childs e a russa, temos agora Alison Hendrix, uma dona de casa problemática e Cosima, uma jovem aspirante a cientista. Elas se unem e, junto com Felix, tentam desvendar quem são e por quê são. Mas, nada será fácil. Sarah precisa lidar com seu "parceiro" pólicial, Art, cada vez mais desconfiado do comportamento estranho da amiga. Precisa, também, encarar o namorado de Beth, Paul, e ser convincente... ao máximo.

Cada vez mais, Sarah percebe que as coisas são muito mais profundas do que ela pensa, envolvendo uma grande corporação, fanáticos religiosos e sabe-se lá mais o que. Em quem se pode confiar? Quem está dizendo a verdade e quem está querendo apenas capturá-las? Por que elas foram criadas e por quem? As respostas não são fáceis e a cada episódio, eu só quero saber de ver o próximo logo.

Com reviravoltas contantes e personagens ambíguos, Orphan Black se tornou um sucesso imediato, que agarra o espectador logo nos primeiro três minutos do episódio piloto. A atriz Tatiana Maslany faz um trabalho simplesmente assombroso ao interpretar diferentes personagens, dando a cada um sua própria personalidade. E ainda faz o milagre de interpretar um personagem imitando o outro, quando é necessário. E você acredita nela!

É um seriado de ficção-científica que você esquece que é de ficção-científica. Como disse o ator que interpreta Paul, "nós tiramos a ficção, da ficção-cientítifica". Fica aí minha dica para quem ainda não conhece, e está órfão de seus seriados favoritos: Orphan Black.


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A psicótica que todo mundo quer apertar as bochechas


8 comentários:

robson firmino cavalcante disse...

é isso aí eudes, valeu pelo texto recomendação e tudo o mais...

Renan Wilke disse...

Valeu pela recomendação, mas se já viu Breaking Bad? Eu não sou muito chegado a seriados, mas Breaking Bad é sensacional. Realmente a qualidade está á altura da fama que a série tem.

Eudes Honorato disse...

Eu vi um episódio de Breaking Bad, quando ela começou, deu pra ver que era muito boa.

joalfa666 disse...

Ok Eudes, você me convenceu. Baixei as duas temporadas completas e vou começar a assistir.

parallaxmeister disse...

Pô Eudes,sacanagem...agora viciei nessa série..

Anônimo disse...

Muito boa a série!!Grande recomendação!! Viciante!!!

Rapazinho

Amilcar Rodrigues disse...

Cara, "Clone" é a mesma história com o detalhe que a HQ veio antes. Será um caso de plágio?

Sylvio de Alencar. disse...

Já tinha ouvido falar.
Baixando...

Abraço.

Business

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