terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Scans Que Eu Li: Nameless

NAMELESS - GRANT MORRISON & CHRIS BURHAM
Tradução e Letras by Guardiões do Globo/Gibiscuits

PARA BAIXAR, CLIQUE AQUI

Um asteróide está vindo em direção da Terra e, se não for impedido, destruirá toda a vida em nosso planeta. Para que isso não aconteça, um grupo de astronautas é enviado para deter o objeto. 

Esta seria uma sinopse mais do que suficiente... se não fosse uma HQ de Grant Morrison. Pois, sendo o que é, a coisa se complica. Um homem conhecido apenas como Sem Nome, que parece ser uma espécie de Indiana Jones do ocultismo, é contactado por um milionário para que faça parte da tripulação que deverá deter o asteróide em questão.

Além dele, todos os outros tripulantes tem experiência com algum ramop do ocultismo. O asteróide não é apenas um objeto se movendo em direção à Terra para destruí-la aleatoriamente. Um símbolo gravado nele, mostra que há segredos muito mais assustadores. 

Se eu disser que entendi, estarei mentindo. Provavelmente, para entender o mínimo que seja, eu teria que ler com o Wikipédia aberto e pesquisá-lo a cada "virada" de página. Mas, assim como em Os Invisíveis, nas HQs de Grant Morrison deste tipo, o que importa não é o destino, mas a viagem... e que viagem!

5 comentários:

Sylvio de Alencar. disse...

Muito loco. Parece que o desenho é legal. Irei conferir!

Otávio Meirelles disse...

Obrigado tio.

Anônimo disse...

Esse eu preciso ler outra vez pra ver se entendo.

Obs: Os créditos de Tradução e Letras estão como Guardiões da Galáxia/Gibiscuits, mas deveria ser Guardiões do Globo/Gibiscuits.

Antonio Bedran disse...

Eudes, antes de mais nada, obrigado.

- escrevo para sugerir uma leitura: de um dos livros citados na saga (ainda estou lendo). Trata-se de "O 12º Planeta" de Zecharia Sitchin. O autor, um erudito e em vida um dos poucos com sua desenvoltura no domínio da escrita cuneiforme, escreveu várias sequencias do livro inicial citado. Já tentaram nivelá-lo ao Eric von Daniken só que isso é quase impossível de ser feito racionalmente: Sitchin traduziu e compilou o que leu. E surpreende (e inspira escritores como estamos vendo) por motivos BEM sólidos. Estou no meio do livro e, por conta daquelas "coincidências" que só Jung explica (ou não...) assisti a um documentário da BBC sobre as mais recentes descobertas da Astrofísica sobre a formação do Sistema Solar. Eu TIVE que ir buscar o livro de Sitchin, congelava a cena para achar a passagem equivalente, escrita talvez a mais de 20.000 anos absurdamente igual às descobertas atuais sobre as posições dos planetas, como mudaram, como um deles (chamado guardião ou coisa semelhante na escrita Acadiana antiga) recebeu as cargas de corpos celestes "protegendo" a outros, sua órbita irregular, relativa aos demais (Plutão) em resumo: de endoidecer se lembramos a época da escrita. Mas tem mais: artefatos, estátuas, descrição de equipamentos, tipos de transporte e até detalhadamente uma espécie de "roupa" cuja descrição coincide com estatuetas usando-as: os seres "mitológicos" usavam para se deslocar no ar e para fora da Terra segundo os escritos milenares. Parei de ler o "Nameless" pra te escrever. Foi compulsivo. Somos, segundo Sitchin (ou os textos por ele traduzidos) fruto de experiencias genéticas "semeadas" por seres muito mais antigos e por interesses bem materiais. Uns ligaram a mínima para se necessário, eliminar tudo e começar do zero, outros "desceram" e ensinaram, tirando-nos da barbárie ou da imensamente lenta evolução tecnológica para os saltos já verificados por antropólogos: Mesopotâmia com as primeiras cidades, possíveis por conta da capacidade de fixar-se (agricultura, irrigação); escrita, domínio das estações para o plantio e outras atividades. Engenharia capaz de erguer grandes construções e por ai vai.

EdGomes Gomes disse...

Gostaria de lê a hq aquablue,alguém faz as traduções,encontrei as hq em inglês pois para o Brasil veio so algumas em português e depois foi cancelada.

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