sábado, 6 de outubro de 2018

CMS: Deathlok - Origem

COLEÇÃO MARVEL SALVAT: DEATHLOK - ORIGEM
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

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"Hoje em dia, a fusão de homem e máquina é uma constante na ficção-científica. Tecnicamente, o primeiro ciborgue foi o barão Savitch, um gênio calculador inumano com um cérebro preciso, criado por Edward page Mitchel em 1879 para o conto The Ablest Man in The World. No entanto, levaria quase cem anos antes que o verdadeiro potencial do ciborgue fosse explorado na ficçum jovem artista de quadão: primeiro em romances como Cyborg (1972), de Martin Caidin, depois no cinema e na televisão, com produções como Robocop: O Policial do Futuro e O Exterminador do Futuro

Enquanto Caidin trabalhava em seu romance, um jovem artista de quadrinhos chamado Rich Buckler criava a sua própria versão  de um híbrido homem/máquina, mas sua interpretação era bem mais sombria do que o ex-astronauta Steve Austin. Um ex-soldado reconstruído para ser a arma definitiva, o anti-herói de Buckler (então conhecido como Deadlock) era um homem aprisionado num pesadelo vivo, lutando desesperadamente para recuperar a humanidade. 

Em 1974, Buckler estava trabalhando para a Marvel e tinha a chance perfeita de levar suas ideias às massas. Aliando-se ao roteirista Doug Moench, os dois elaboraram uma trama (na qual Deadlock virou Deathlok). Vendo o potecila, o editor-chefe Roy Thomas deu luz verde ao projeto, preparando a primeira história para sair em Astonishing Tales 25

Deathlok diferia de todos os demais heróis da Marvel. Para começar, suas aventuras nem se passavam no Universo Marvel regular. Eme vez disso, sua história trágica transcorria num futuro distópico governado por um complexo militar-industrial corrupto e sedento de poder. 

O próprio Deathlok era mais anti-herói do que super-herói, um assassino transviado que não tinha dilemas quanto a matar para sobreviver. Mas mesmo quando estava enfrentando agentes externos, ele travava uma constante batalha interna contra um computador de bordo que tentava suplantar cada decisão que tomava, o que levava a uma narrativa esquizofrênica, ainda que altamente eficiente. 

A arte de Buckler era tão revolucionária quanto a trama, com painéis imprevisíveis e técnicas narrativas que traziam uma energia frenética à história. Cenas únicas eram cortadas ao longo de múltiplos painéis conectados, dando a ilusão de movimento; painéis com bordas pretas e grossas acrescentavam uma sensação cinemática enquanto algumas convenções habituais dos quadrinhos eram jogadas totalmente fora dos quadros, em páginas lidas literalmente. 

Infelizmente, a primeira fase de Deathlok durou apenas até AstonishingTales 36, embora suas aventuras  tenham sido amarradas num punhado de edições de Marvel Team-Up, Marvel Spotlight e Captain America. Contudo, Deathlok provou ser um ícone duradouro, tendo sifo ressuscitado numerosas vezes, com diferentes hospedeiros proseguindo o legado do personagem. 

Mas, por ora, vamos voltar ao ano de 1974 e testemunhar a perversa ressurreição  de Luther Manning. Aprisionado numa luta entre homem e máquina, ele é... Deathlok!"





6 comentários:

Andy_Silvino disse...

Personagem este que inclusive apareceu na série Agents of S.H.I.E.L.D. Muito obrigado por me proporcionar a chance de conhecer melhor a origem dele.

Luiz Carlos Cajado disse...

Obrigado Eudes!

Danilo disse...

obrigado por compartilhar, esse blog é fantástico, tudo sempre em alta qualidade parabéns e obrigado!

Dayvison Fabian dayvisonfabian disse...

Mais um trabalho sensacional!!! Muito obrigado.

Jihad disse...

Valeu, Eudes!!!

Adm. Rodrigo dos Santos disse...

Muito obrigado, Eudes! Sou fã dos quadrinhos da Marvel e DC.

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