quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Brat Pack

BRAT PACK - RICK VEITCH
Digitalização e Tratamento (Scans 2.0): Outsider Z/HORDA Inc.

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A década de 80 foi território fértil para a desconstruçãodo mito dos super-heróis. Alan Moore atacou seus pedestais de barro em Watchmen e Frank Miller vislumbrou um futuro cínico e sombrio em O Cavaleiro das Trevas. Na década seguinte, Rick Veitch criou Brat Pack.

Brat Pack é contemporânea à época que a DC Comics decidiu matar Robin, o parceiro juvenil de Batman. Houve uma votação entre os fãs e o resultado foi que Jason Todd encontrou seu fim nas mãos do Coringa. Estava aberta a temporada de caça aos parceiros mirins.

Como Neil Gaiman aborda em seu prefácio para Brat Pack, havia muito mais por trás do episódio do que a simples morte de um personagem. Outro acontecimento marcante do período foi quando um dos membros da Tropa Alfa, Estrela Polar, assumiu publicamente sua homossexualidade. Um dos fatos que chama a atenção de Gaiman nesses dois casos é a febre dos colecionadores que se seguiu, fazendo com que as revistas relacionadas atingissem preços estratosféricos, além da pronta substituição do jovem morto. 

Na década de 80, Veitch assumiu a difícil tarefa de suceder Alan Moore na série mensal do Monstro do Pântano. Ele continuou a abordagem de Moore no título, combinando horror e fantasia com questões ecológicas e aos poucos começou a inserir seu próprio ritmo nas histórias. Mas a parceria do autor com a DC Comics se encerrou quando esta censurou uma das histórias de Veitch, na qual o Monstro do Pântano se encontraria com Jesus Cristo. A edição foi considerada ofensiva e cancelada na última hora. 

Tudo isso se reflete em Brat Pack. Trata-se de uma crítica à ingenuidade das histórias em quadrinhos, à comercialização, à morte e pronta substituição dos personagens, à censura, à avidez dos colecionadores e à estranha necessidade de super-heróis adultos pela companhia de jovens e inocentes parceiros mirins. Brat Pack é ácida, cínica, sangrenta e não poupa ninguém. Ilustrada pelo próprio Veitch em tons de cinza, a obra é um tapa na cara de qualquer fã mais conservador das histórias em quadrinhos tradicionais.

A história de Brat Pack começa imitando a realidade: um locutor de rádio abre uma votação para saber se os parceiros mirins dos maiores heróis da cidade de Slumburg devem viver ou morrer. O veredicto é morte, e é esse o fim que os jovens heróis encontram, com a participação do enigmático e bizarro Doutor Blasfêmia. 

Slumburg viveu dias de glória quando estava sob a proteção deo poderoso Trueman, o maior de todos os super-heróis. Porém Trueman desapareceu do planeta e foi substituído pelo Doninha Noturna, Senhora da Lua, Rei Rad e Juiz Júri - que juntos mantém as ruas seguras, mas para tanto empregam métodos extremos e violentos. Quando seus parceiros Chippy, Luna, Selvagem e Kid Vício são mortos, começa a procura por substitutos - afinal, há lucrativos contratos de licenciamento em jogo. Quatro novos garotos inocentes são selecionados e embarcam em um mundo de dor, desilusão e perversão. 

Brat Pack foi lançada inicialmente como uma minissérie em cinco edições. Posteriormente, o autor reuniu as edições em um encadernado, porém, com várias modificações. Ele revisou, alterou e adicionou páginas, redesenhando alguns trechos e alterando o final. O resultado é uma história reestruturada, mais fluente e ainda mais contundente e cruel que sua versão original. (Texto da primeira orelha). 




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

HMPM: Mulher Invisível

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL - MULHER INVISÍVEL
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Atualmente, a Mulher Invisível é considerada acertadamente como uma das maiores heroínas  do Universo Marvel, com poderes capazes de derrotar qualquer vilão que seja todo o bastante para enfrentá-la. Mas, esse nem sempre foi o caso. 

Apesar dos melhores esforços de Stan Lee para garantir que todos os membros do Quarteto Fantástico tivessem personalidades mais imprevisíveis possíveis, nas suas primeiras aparições Sue ainda sofria de uma miríade de clichês  dos quadrinhos geralmente destinados ao "sexo frágil". 

No começo, os poderes de Sue eram puramente defensivos, capazes apenas de fazê-la fica invisível, um processo que aparentemente também gerava um grande estresse físico. Na maioria das vezes, Sue fazia o papel da "donzela em apuros", sendo constantemente raptada por adversários como o Príncipe Namor e o Dr. Destino. 

Quando não precisava ser urgentemente resgatada pelos rapazes, ela era simplesmente a esposa carinhosa seguindo cegamente seu marido, Reed, enquanto este colocava o mundo nos eixos. Mas, apesar desses defeitos, a sua presença na equipe como uma personagem superpoderosa a fez se destacar dos papéis normais dados a uma mulher nos gibis de super-heróis nos anos 1960. Mesmo não sendo um grande salto em termos de qualidade, isso abriu as portas para heroínas mais determinadas e proativas nos anos seguintes.

Embora algumas tentativas tivessem sido feitas para atualizar sua personalidade, foi só depois que John Byrne assumiu o título nos anos 80 que Sue realmente começou a adquirir contornos da personagem que todos nós conhecemos e amamos hoje.  A essa altura, Sue e Reed estavam casados e tinham um filho pequeno, Franklin Richards. Ela bem que merecia uma reformulação. Seus poderes tinham sido ampliados, permitindo-lhe agora deixar  outros objetos invisíveis e projetar campos de força de luz sólida, mas foi John Byrne quem mostrou como Sue podia ser poderosa. 

Para este volume, nós escolhemos um arco que enfatiza  esse momento decisivo. Em quatro anos do título do Quarteto sob a batuta de John Byrne, o grupo já havia passado por várias mudanças radicais, incluindo novos uniformes, uma base recentemente reconstruída e até mesmo membros diferentes, como a Mulher-Hulk, que ocupava temporariamente o lugar do Coisa. 

Um renascimento metafórico da "Garota Invisível" foi o clímax de uma história que Byrne vinha desenvolvendo há anos. Sue parou de ser a "esposa carinhosa" e tornou-se uma força a ser temida. Ela agora tinha uma vitalidade recém-adquirida, compreendendo, finalmente, todo potencial do seu próprio caráter e duas incríveis habilidades. 

Sem viver mais à sombra de qualquer homem, atualmente Sue está em pé de igualdade com o seu marido. Aliás, o equilíbrio no relacionamento dos dois quase parece ter pendido para o outro lado. 

Em algumas ocasiões, o distraído Reed colocou o grupo em perigo com suas experiências científicas e ficou a cargo de Sue tirar o Quarteto da encrenca. Ainda fierl a seu marido e à sua família, ela é o coração do Quarteto Fantástico e tem uma capacidade quase infinita para demonstrar amor, compaixão e compreensão que só perde para sua dedicação pelo bem maior. Então, continue a ler, enquanto a Primeira Dama do Universo Marvel enfrenta um desafio que mudará sua vida. (Texto de Ed Hammond).





NerdTeca: Evolução

DO THE EVOLUTION, BABY
Arquivos enviador por Muad'Dib/HORDA Books


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A ORIGEM DAS ESPÉCIES - CHARLES DARWIN

Sobre a Origem das Espécies por Meio de Selecção Natural, ou a Preservação das Variedades Favorecidas na Luta pela Existência é o título completo da primeira edição desta obra de Darwin que descreve a teoria da origem da vida, contrariando frontalmente a versão apresentada na Bíblia, no primeiro livro, o Génesis.

SCIENTIFIC AMERICAN: NOVO OLHAR SOBRE A EVOLUÇÃO

Esta edição especial "Novo olhar sobre a evolução humana" faz uma viagem em busca das origens do ser humano. Os artigos apresentam um roteiro com os últimos desenvolvimentos no campo da evolução humana, escritos pelos especialistas que lideram as pesquisas. Os pesquisadores vão ao fundo de cavernas, atrás de fragmentos de ossos e analisam o DNA de um grupo de humanos para desvendar sua origem.

NEANDERTAL, NOSSO IRMÃO - UMA BREVE HISTÓRIA DO HOMEM - Silvana Condemi/François Savatier

Romeu e Julieta em versão pré-histórica... Foi assim que, em 2013, a imprensa saudou a grande descoberta da pesquisadora Silvana Condemi: a identificação do primeiro osso pertencente a um mestiço de pai sapiens e mãe neandertal. A genética tinha anunciado, e a paleoantropologia confirmou: Homo neanderthalensis e Homo sapiens misturaram suas culturas, mas também seus genes, no mesmo território europeu – e isso por mais de 5.000 anos. Mas, então, quem é o homem de Neandertal? Um macaco ou um ruivo de pele clara? 

Um carniceiro ou um caçador genial que dominava a linguagem e reverenciava seus mortos? É possível que ele ainda esteja entre nós? Transformada radicalmente pela irrupção de métodos inéditos, nossa pré-história se reescreve muito rápido, trazendo enormes surpresas. Nesta investigação apaixonante, os autores traçam o retrato mais atual de nosso estranho ancestral, passando em revista as diversas hipóteses sobre seu suposto desaparecimento. Com isso, reabrem a questão de nosso “êxito” evolutivo, tendo em vista a terrível marca que deixamos sobre tudo aquilo que nos rodeia.

POR QUE A EVOLUÇÃO É UMA VERDADE - Jerry A. Coyne

O livro ajudará quem tem dúvidas sobre a origem das espécies e, de quebra, demonstra as inconsistências do criacionismo e do “design inteligente”, além da apropriação indébita da palavra “teoria” da qual fazem uso seus adeptos. No atual debate sobre o criacionismo e o “design inteligente”, há um ponto pouco mencionado: as provas que justificam ambas as tendências acima. No entanto, as provas da evolução por seleção natural são vastas, variadas e magníficas. 

Neste livro, sucinto e acessível a todos, os fatos que suportam a teoria da seleção natural são apresentados por Jerry A. Coyne de maneira quase didática. O autor dissipa mal-entendidos e medos comuns sobre a evolução e a verdade científica e assume claramente que apoia esse processo incrível de mudança. De maneira agradável Por que a evolução é uma verdade faz um belo trabalho de cobertura de quase todas as bases do evolucionismo e é capaz de nos persuadir sobre a verdade a respeito da teoria de Darwin. 

O livro não busca desmascarar o criacionismo e o “design inteligente” ou provar que estão errados. Em vez disso, usando evidências irrefutáveis, ele se propõe a testar a teoria da evolução das espécies.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Festival Mix 9

FESTIVAL MIXÓRDIA - PARTE 9
Homens,. Loiras, Trens, Carteiros, Poetas, e etc...



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1960 - Essa Loura Vale Um Milhão (Bells Are Ringing, Vincent Minnelli): Ella Peterson trabalha como telefonista, mas falta emoção na sua vida. Ela começa a se envolver com os clientes e acaba se apaixonando pelo dramaturgo Jeffrey Moss. Mas, no telefone, ele a chama de "mãe", porque ela finge ser uma senhora de idade. (BRRip/MKV/Áudio selecionável em inglês e português/Legenda selecionável em português e inglês/125 min./2.81 GB)

1962 - Sangue de Apache (Geronimo, Arnold Laven): Em 1886, Gerônimo, o último líder dos Apaches, entrega suas armas ao governo norte-americano e se estabelece com seu povo na Reserva Indígena de San Carlos. Submetido a humilhações pelo exército dos ianques, foge com seu grupo e forma um novo batalhão de guerreiros apaches, a fim de resgatar a honra de homens livres e a história de um povo lutador. (BRRip/MKV/Áudio selecionável em inglês e português/Legendas selecionáveis em português, inglês e espanhol/102 min./1.75 GB)

1967 - Hombre (Hombre, Martin Ritt): John Russell foi criado por índios americanos e quando volta para o Arizona é vítima de racismo. Mas quando sua diligência é atacada por uma gangue, cabe a ele defender os passageiros, que são as mesmas pessoas que o insultaram. (BRRip/MKV/Áudio selecionável em inglês e português/Legenda separada em português/110 min./2.20 GB)

1975 - Inferno no Asfalto (White Line Fever, Jonathan Kaplan): Carrol Jo Hummer é um jovem motorista de caminhão de Tucson, Arizona, que deseja iniciar-se na profissão do seu falecido pai, mas encontra o mercado de transporte de cargas dominado por um violento cartel. Quando ele se recusa a transportar contrabando junto com a carga, começa a ser constantemente perseguido e agredido pelos homens do cartel. Até que resolve revidar e lutar contra eles, com a adesão de outros colegas caminhoneiros. (BRRip/MKV/Áudio selecionável em inglês e português/Legenda selecionável em português/89 min./1.74 GB)

1987 - Jogue a Mamãe do Trem (Throw Momma from the Train, Danny DeVito): Dois sujeitos querem que mulheres importantes em suas vidas estejam mortas: um deles deseja ver sua ex-esposa em um outro mundo; o outro quer se livrar de sua mãe dominadora. Ambos combinam de um cometer o crime do outro, mas as coisas se complicam quando matar a mamãe torna-se uma tarefa quase impossível. (BRRip/MKV/Áudio selecionável em inglês e português/Legendas selecionáveis em português,inglês e espanhol/87 min./2.09 GB)

1994 - Fuga de Absolom (Escape from Absolom, Martin Campbell): Em 2022, um fuzileiro naval é condenado por assassinato e enviado a uma prisão de segurança máxima em uma ilha isolada. O presídio agrega os piores criminosos divididos em duas facções, onde prevalece a lei do mais forte. (HDTV/MKV/Áudio selecionável em inglês e português/Legenda selecionável em português/113 min./2.81 GB)

1994 - O Carteiro e o Poeta (Il Postino, Michael Radford): Mario (Massimo Troisi) é um carteiro que, ao fazer amizade com o grande poeta Pablo Neruda (então exilado político), vira seu carteiro particular e acredita que ele pode se tornar seu cúmplice para conquistar o coração de uma donzela. Descobre, assim, a poesia que sempre existiu em si, assemelhando-se às descobertas de verdade pelos meios dialéticos de Sócrates-Platão. O filme se passa em uma ilha na costa italiana. (DVDRip/AVI/Áudio em italiano/Legenda separada em português/109 min./696 MB)

2005 - O Que Você Faria? (El Método, Marcelo Piñeyro): Sete executivos disputam uma única vaga em uma empresa em Madrid. O grupo é deixado em uma sala de testes e, sem saber que estão sendo observados, são levados a situações que os colocam em um nível de tensão insuportável. (DVDRip/AVI/Áudio em espanhol/Legenda separada em português/115 min./2 Arquivos com 700 MB cada)

2009 - A Dançarina e o Ladrão (El Baile de la Victoria, Fernando Trueba): Dois criminosos chilenos planejam um roubo enquanto cuidam de suas agendas pessoais. (DVDRip/AVI/Áudio em espanhol/Legenda embutida em português/122 min./1.46 GB


Astronauta - Entropia

ASTRONAUTA - ENTROPIA
Digitalização e Tratamento: Renato PLT/HORDA Inc.

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No quarto álbum com o herói espacial de Maurício de Souza, Danilo Beyruth coloca o Astronauta numa aventura repleta de intriga e ação. Ele está num quadrante desconhecido da galáxia, não sabe como voltar à Terra, cai no meio de um conflito entre grupos alienígenas e ainda tem uma adolescente voluntariosa a bordo de sua nave.

Quando Maurício de Souza criou o Astronauta, em 1963, o espaço era a fronteira final e astronauta era a profissão mais legal do mundo. Russos e americanos disputavam a chegada do homem à Lua. 

Na mesma época, fascinado fascinado por tudo que tinha a ver com exploração espacial, eu acompanhava a criação do universo do Maurício em tempo real, com carinho e curiosidade. O Astronauta Pereira conquistou logo um lugar muito especial no meu coração, e por mais de cinco décadas foi o meu Sputnik ("companheiro de viagem", em russo).

Hoje, a imensidão do espaço continua a noss compelir à aventura fantástica da exploração interestelar. E nosso querido Astro empreende sua mais recente jornada. Com a mesma elegante inventividade visual e ousadia narrativa dos três primeiros volumes, Danilo Beyruth escreveu e desenhou esta quarta fabulosa aventura espacial, dando continuidade direta aos surpreendentes eventos que surgiram na obra anterior, Assimetria

Após quatro edições espetaculares, Astronauta pode ser oficialmente considerado uma "saga espacial" sem precedentes na história dos quadrinhos brasileiros.  Fazendo parte integral dos cânones clássicos da ficção científica, ele é nosso Incal ou Valerian.

Danilo Beyruth se supera a cada livro. E nunca permite que a enormidade do espaço nos distraia da verdadeira exploração  íntima e interior do Astronauta. Ele viaja sozinho através das galáxias, enfrentando o descoinhecido na solidão e na saudade de todos que deixou para trás na Terra - incluindo um grande amor. Uma história tão universal quanto emocionante. (Texto de Roberto Rios).






segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

HMPM: Surfista Prateado

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA 
MARVEL - SURFISTA PRATEADO
Digitalizaçção e Tratamento:
Outsider Z/HORDA Inc.

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Apenas Jack Kirby e Stan Lee poderiam ter criado o Surfista Prateado. Não existe nenhum outro artista que pudesse inventar um visual tão audaciosamente cósmico e ao mesmo tempo tão enganosamente simples como Kirby fez. 

De modo similar, somente Stan Lee, com seu dom para dar a essas maravilhas de quatro cores personalidade e dramas que entram em sintonia com os leitores, poderia conceber tamanha história trágica de fundo para o viajante de pele prateada. Ele é uma figura única no panteão da Marvel e que representa as maiores forças do pai fundador do Universo Marvel. 

Hoje em dia, o Surfista Prateado é um espírito livre, voando através das estrelas e munido do poder cósmico para combater a injustiça aonde quer que ele a encontre. Originalmente, entretanto, o Surfista não passava de um peão do Devorador de Mundos, ajudando a encontrar novos planetas para saciar a fome de Galactus. 

Foi na Terra que sua compaixão e humanidade despertaram novamente. Em três números da revista do Quarteto Fantástico, os leitores testemunharam o enigmático Surfista Prateado desafiar o poder quase divino de Galactus para salvar o planeta. Nos bastidores, enquanto trabalhavam nessas edições, Lee e Kirby suspeitaram que esse novo  personagem tinha o potencial para a grandiosidade. Seu palpite se concretizou quando inúmeras cartas começaram a chegar pedindo mais aventuras com o Surfista Prateado. 

Depois de mais algumas poucas aparições em Fantastic Four, o surfista acabou ganhando um título próprio em 1968. Escrito por Lee, com arte de John Buscema, ele começa com um Surfista torturado lamentando sua atual situação; preso na Terra e incapaz de voar livremente pelas estrelas como antigamente. 

Nas páginas seguintes, sua origem é revelada em detalhes gloriosos, enquanto a denúncia da humanidade do Surfista o leva a refletir sobre o trágico conto de como ele se tornou escravo de Galactus. É uma história belamente contada, com a quantidade correta de melodrama para deixar qualquer curiosidade cósmica orgulhosa. 

Para nossa atração principal, saltamos ao início dos anos 1990, numa época em que o lado cósmico da Marvel estava experimentando uma espécie de minirrenascença. A Provação do Arauto (The Herald Ordeal) chegava às prateleiras quando a popularidade do Surfista estava no seu ápice. 

Neste épico estelar, o Surfista é uma vez mais pego nas maquinações de Galactus enquanto luta para deter seu último arauto, Morg. Depois do Surfista, o Devorador de Mundos tinha adquirido diferentes arautos, e foi um golpe de mestre do escritor Ron Marz colocar todos esses personagens juntos numa só equipe. Isso também deu ao artista Rom Lim a chance de criar algumas páginas com artes verdadeiramente épicas quando todos esses detentores do poder cósmico se enfrentam.

Outrora, ele já foi visto como um precursor da morte, trazendo medo e inevitável aniquilação com sua chegada. Agora ele se tornou um farol de esperança, uma luz brilhante piscando na escuridão infinita do espaço, determinado a proteger a vida a qualquer custo. Então, venha testemunhar o poder devastador do Surfista Prateado! (Texto de Ed Hammond).






Folia da Memória

EU, EU MESMO E O CARNAVAL: LEMBRANÇAS DO LOTE XV


Eu nunca fui alguém que gostasse de Carnaval tanto assim. Mas, quando se é criança, tudo é festa, principalmente... festa. O Carnaval mais próximo era no bairro Lote XV - sempre ele -, pois era o bairro mais movimentado de toda aquela área onde eu morava. E isso já durava muitos e muitos anos.

Não era bem um bloco, parecia mais um baile de carnaval a céu aberto, que ocupava toda a avenida principal. Começava já de noite. Lmebor que fui muitas vezes. Eu não ficava exatamente pulando carnaval. Havia o pessoal que dançava ali na avenida em si, e as pessoas que ficavam nas margens, mais apreciando. Eu era do segundo time. 

Certa vez, minhas tias tentaram fazer com que eu fizesse parte do desfile, pois tiveram a ótima ideia de me maquiar de palhaço. Sendo muito pequeno, esse tipo de decisão não cabe muito a você. Então, pegaram minha cara e cobriram totalmente, me deixando parecendo... um palhaço. E lá fui para a festa. 

Não lembro se fiquei dançando, pulando, ou seja lá o que fosse. Só sei que a coisa toda começou a dar errado. Era uma noite de calor, e eu comecei a suar naquela maquiagem espessa. Eu queria coçar, e não podia, pois iria borrar tudo. Mas, quanto mais eu tentava não coçar, mais eu queria coçar. Por fim, não aguentei aquilo e sai correndo para casa - a casa de meus avós, que era perto - e lavei o rosto desesperadamente para tirar aquela desgraça que, com certeza, eu nunca mais iria repetir em minha vida. 

O mais incrível disso tudo é que, mesmo sendo muito pequeno, muito novo, eu simplesmente estava lá, no meio de todo mundo, praticamente por minha, sozinho. Meus tios e tias iam, às vezes minha mãe também, mas a gente não costumava ficar parados perto deles. Ficávamos subindo e descendo pela avenida, acompanhando todo mundo, às vezes ali no meio, a maioria das vezes à margem. 

Isso é algo tão longínquo na minha memória, que lembro deixar de ir ainda criança,pois não tenho recordações de participar quando era adolescente. E aquilo foi o máximo de carnaval que eu suportei. Lembro que uma vez nos levaram a uma matiné, um baile de carnaval para crianças no único clube que tinha ali mesmo, no Lote XV. Me senti preso, quase com claustrofobia. Detestei. Não era como o carnaval lá de fora, onde me sentia livre para me divertir, sem paredes. 

Quem mais se divertia eram meus tios e tios, a maioria na adolescência ou entrando na idade adulta. Meu tio Sálvio - o Professor Pardal da família - certa vez construiu uma "câmera" feita de papelão, e fingia filmar as pessoas,  que também entravam na brincadeira. Eu via aquilo e morria de rir. 

Era um tempo aparentemente mais simples. Ou talvez fôssemos apenas mais ingênuos mesmo, sem nos dar conta dos perigos. Hoje em dia não tenho essa mesma disposição para com o Carnaval, acho que gastei tudo nesta infância feliz, que insistia em ver o mundo como uma constante folia. 


domingo, 24 de fevereiro de 2019

HMPM: O Justiceiro

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS 
DA MARVEL - O JUSTICEIRO
Digitalização e Tratamento:
Outsider Z/HORDA Inc.

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Tudo bem. Eu me rendo! Ter o Justiceiro numa coleção chamada Os Heróis Mais Poderosos da Marvel é, provavelmente, um pouco ilusório. Vamos encarar os fatos... Você deve ter uma interpretação bem distorcida da palavra "herói" para aplicá-la a Frank Castle. No entanto, ele se tornou um ícone imensamente popular no Universo Marvel e não tínhamos como deixá-lo de fora.

Mas... ele não passa de um assassino. Claro, ele não é o único "mocinho" a matar pessoas - Wolverine tem muito sangue nas mãos, assim como Elektra e até mesmo Nick Fury. Mas a diferença do Justiceiro é sua total falta de remorso por seus alvos. 

Embora tenha um código de moral muito rigoroso  de não ferir inocentes, todos os demais são tratados de maneira bastante fria e calculista. Seus métodos brutais e eficientes de liquidar os inimigos deram a ele uma reputação assustadora. 

Levando em conta que os gângsteres no Universo Marvel vivem num mundo cheio de invasores alienígenas, demônios e monstros devastadores, um homem não deveria causar tamanho temor. Mas a fama é tanta que o Justiceiro consegue causar medo no coração de todos que estão na mira dele. 

Originalmente inspirado pela onda de vigilante durões movidos por vingança dos anos 1970, o Justiceiro começou sua carreira nos quadrinhos como um lacaio do Chacal nas páginas de Amazing Spider-Man 129. Essa primeira versão de Frank Castle é menos detalhada e bombástica do que sua contrapartida moderna, mas, ainda assim, ele é consumido por uma raiva furiosa em sua cruzada para destruir o submundo do crime. 

O motivo da guerra solitária de Frank contra a a máfia seria reveleada em Marvel Preview: The Punisher, de 1975. Com a tragédia de seu passado revelada, o personagem ganhou mais profundidade e isso foi sendo explorado por outros escritores enquanto ele fazia participações especiais em muitos outros títulos. 

Dessas aparições como coadjuvante, as mais eficazes envolviam jogar o Justiceiro contra aqueles aqueles heróis cujo respeito pela lei era sagrada. Assim, ele se transformou num ótimo destaque, permitindo aos escritores desafiar as convenções normais dos super-heróis de crime e castigo. As edições de parceria  com Demolidor e Justiceiro produzidas por Frank Miller, em particular, são obrigatórias. 

Em 1986, finalmente, o Justiceiro recebeu sua minissérie, Circle of Blood (Círculo de Sangue). Ela foi um ponto de virada na sua história. Steven Grant e Mike Zeck levariam a série até os limites absolutos do que o Comics Code Authority julgava aceitável - e, ao fazer isso, eles estabeleceram o modelo de inúmeros contos modernos do Justiceiro.

Outros heróis podem condenar o Justiceiro por seus métodos, vendo o que ele faz como uma maneira de escolher a maneira mais fácil. Mas, para Frank Castle, isso é tudo o que ele sabe fazer. Ele é uma força da natureza que foi pego numa guerra sem fim. Enquanto houver criminosos para serem levados à Justiça, sempre haverá um... Justiceiro! (Texto de Ed Hammond).




sábado, 23 de fevereiro de 2019

Coleção A Espada Selvagem de Conan 1

COLEÇÃO A ESPADA SELVAGEM DE CONAN - VOLUME 01
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Quando a Salvat anunciou uma coleção com as aventuras de Conan publicadas em A Espada Selvagem de Conan, eu fiquei severamente entusiasmado. Mas, logo começaram sinais de decepção.

Haveria um pré-lançamento apenas em algumas cidades e o Rio de Janeiro não seria uma delas. O ânimo baixou um pouco, mas fiquei na expectativa de quando seria lançada em todo país. 

Então veio a notícia de que o lançamento fora adiado. Não soube o motivo. Um boato era de que o sucesso teria sido tão grande qwue a editora teve que repensar o lançamento. O novo mês do lançamento chegou, e nada. Por fim, a coleção foi cancelada, tendo apenas 4 números, que foram daquele pré-lançamento. 

Confesso que achei ter sido lançado apenas um volume, que foi o único que achei no Mercado Livre meses atrás. Não pensei duas vezes e o comprei. Só bem depois descobri que haviam quatro volumes. Mas, esses são difíceis de achar para comprar.

Eu não costumo comprar essas HQs de coleções especiais para ter a coleção completa. Muitos fatores impedem isso, incluindo gastos, o fato de muitas HQs já existirem em outro formato e até mesmo, espaço para guardá-las. Mas, esta coleção eu teria feito questão de ter inteira. Se bobeasse, compraria duas, uma para digitalizar e outra para guardar.

O fascínio pelas histórias de Conan é quase inexplicável, mas uma coisa que sei é que a arte em preto e branco sempre, SEMPRE é fodástica, o que contribui muito para que queiramos tê-las. 

Neste volume mesmo, que me deixou boquiaberto pela qualidade, temos logo de cara Barry Windsor-Smith em sua melhor forma, Depois Gil Kane arte-finalizado por Neal Adams e, por fim, ninguém menos que Jim Starlin. 

As matérias sobre Conan e seu criador são muito bem elaboradas e as capas em cores maravilhosas. Seria a mãe de todas as coleções. Mas, não rolou. Se eu conseguir os outros três números eles estarão aqui, com certeza. 




Cavaleiros do Zodíaco - Vol. 08

SAINT SEIYA: CAVALEIROS DO ZODÍACO - KANSENBAN - VOL. 08 
Digitalização e Tratamento: Renato PLT/HORDA Mangás

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Continua a busca pelo Grande Mestre, para que ele retire a flecha de ouro do coração de Atena. Mas, para isso, os Cavaleiros do Zodíaco ainda precisam terminar de passar pelas casas que faltam.

Hyoga se encontra congelado em um bloco de gelo e agora seus amigos tentam retirá-lo dali. Ikki enfrenta Shaka, um dos mais poderosos inimigos até agora. 

Enquanto isso, o guardião de Atena se vê diante de arruaceiros que querem matar a ele e a ela, mas temos logo uma ajuda chegando. 

Passando pela Casa de Sagitário, nossos heróis caem agora na Casa de Escorpião e Capricórnio. As coisas não estão sendo nada fáceis e alguns cavaleiros podem não chegar ao final desta batalha.




sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Oposição a Si Mesmo

TODO REINO DIVIDIDO CONTRA SI 
MESMO NÃO SUBSISTIRÁ

Este vídeo explica muito melhor do que eu faria esta bagunça
generalizada que foi o caso Bolsonaro-Bebianno

Temos oposição ao governo? Acho que oficialmente, apenas dos partidos menores da esquerda, que, por sorte vem conseguindo vitórias importantes, como barrar lei anti-transparência do governo que, sabe-selá porque, o governo Bolsonaro fazia tanta questão de aprovar. Por que será? 

O fato é que PT como opositor praticamente morreu. Está letárgico, preocupado muito mais como Lula Livre do que com qualquer outra coisa. Ciro Gomes é uma incógnita, pois também parece estar mais preocupado com o Lula preso, babaca! Parece ainda guardar mágoas da última eleição e da bagunça que o PT causou graças aos desmandos do Líder Supremo na cadeia, que atrapalhou as chances não só de Haddad, como de Ciro também. Enfim, a única oposição forte mesmo vem de apenas um lugar: do próprio governo. 

A oposição mais ferrenha, mais acirrada e mais eficiente, vem do próprio governo, seja através dos filhos do presidente, do próprio presidente - que consegue fazer oposição a si mesmo - dos deputados do PSL, dos ministros de Bolsonaro, dos assessores e motoristas, e até da esposa de Bolsonaro. a ùnica que parece ser a única que está em paz, é a que Bolsonaro chamou de "fraquejada".

O escândalo com Bebianno, bem resumido aí no vídeo acima, foi só uma dessas oposições. Numa bagunça que nunca se viu antes no Brasil, filho, ministro e presidente contribuíram para cenas vergonhosas que apenas um governo que tem por tras dele Olavo de Carvalho, poderia proporcionar. E olha que Bebianno parecia ser o mais centrado dos ministros. 

Além disso, temos desentendimentos dos filhos do presidente com o próprio vice-presidente, que já começa a ser visto com maus olhos por quem votou nele - assim como quem votou em Dilma votou em Temer, antes que alguém diga que não votou em Mourão. O vice é agora tachado até mesmo de comunista pelos olavistas de plantão, que veem comunista até no rolo de papel higiênico. Enquanto isso, Mourão passeia pelo governo destilando uma simpatia que pode muito bem se apenas demagogia, mas que, para a imprensa, está de bom tamanho. 

O escândalo de Bebianno não terminou ainda, pois temos o Mionistro do Turismo como o responsável direto pelo laranjal das eleições e perguntemos se Bolsonaro o exonerou? Nãaaaoo. Porque Bolsonaro não exonerou Bebianno por suspeitas de corrupção, e sim porque o Carlinhos fez manha e bico até que o ministro fosse exonerado. Já o Ministro do Turismo segue lindo, leve e e solto, e os bolsominions nada falam sobre o assunto, pois "vivem numa bolha". 

A oposição éforte com o Ministro das Relações Exteriores, o Ministro da Educação e Damares Alves. esses três, sem nenhuma capacidade TÉCNICA, para gerenciar suas pastas, ainda gostam de dar declarações olavistas, que só fazem com que o governo seja mal visto não só aqui,  como também em outros países, pois você dizer quie HOLANDESES MASTURBAM SEUS BEBÊS, não fica legal na foto. Já Veles, fica mais tempo se desculpando das merdas que faz do que realmente trabalhando, seja imputando frases bombásticas a pessoas erradas, seja colocando a culpa de coisas que fez no governo Temer ou no PT. 

Tenho certeza que a cada nova frase que sai da boca desses três, pelo menos algumas pessoas deixam de ser bolsominions, pois há limite para tudo. 

E, temos a oposição contra o governo que vem do próprio presidente que, na maoria das vezes, parece perdido, sem saber realmente o que está fazendo, pois não esperava que fosse ganhar realmente a eleição. Ele só queria participar do SuperPop e nada mais. Neste momento deve estar escolhendo o próximo modelito Mazzaroppi para aparecer em foto oficial. 

Enquanto essa oposição deles mesmos bate forte, os eleitores fazem malabarismos para defender esse governo que colocaram lá, porque não queriam ser obrigados a mamar em uma mamadeira de piroca nem fazer sexo com suas próprias mães. Que Jesus Travesti tenha pena de suas almas. 

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E, para fechar o post com chave de bosta, temos essa pérola da arrogância e senilidade de um homem que se acha a décima maravilha do mundo, a ponto de achar que ele é relevante a ponto de ser perseguido mais do que qualquer pessoa em qualquer "época ou nação". 

Essa pessoa com claro problemas de auto-estima entre outros, é quem comanda uma boa parte do eleitorados de Bolsonaro, e que reflete os mesmos, tanto no linguajar quanto na arrogância e senilidade (mesmo quando jovens). 

Os comentários abaixo do post do Líder da Seita Olavista tão vergonhosos quanto o post e demonstra que a idiotização do Brasil eestá a todo vapor. O legal agora é ser imbecilizado e ter orgulho disso. 


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