domingo, 31 de março de 2019

Comics Star Wars 1

COLEÇÃO COMICS STAR WARS: VOLUME 01 - CLÁSSICOS 01
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

Capa alternativa by: Outsider Z e Alex Ross
PARA BAIXAR, CLIQUE EM DROPBOX

Quando Guerra nas Estrelas estreou em 1977 eu tinha 8 anos de idade e é a época que considero meu despertar para a vida, pois é onde tudo começa, para mim. Claro, eu nem sabia da existência de Guerra nas Estrelas e só ouvia alguma coisa aqui e ali. Só lá pela década de 80, quando Império Contra-Ataca estreou que eu já sabia mais ou menos o que era. Mas, foi em 1983, com O Retorno de Jedi e com a TV Manchete exibindo os dois anteriores, que eu realmente entrei no mundo de Star Wars. 

Infelizmente não fui ver O Retorno de Jedi no cinema. Para compensar eu tinha o álbum de figurinhas, do qual comprei tantas, que as repetidas dava para fazer enormes castelos de "cartas". Mas, pude me deliciar com Uma Nova Esperança e O Império Contra-Ataca na extinta TV Manchete. 

Porém, é como se desde sempre Guerra nas Estrelas fizesse parte da minha vida, sejam os filmes bons ou os ruins. Lembro comose fosse hoje, do filho adulto do dono da padaria onde eu trabalhava,ao ver O Retorno de Jedi anunciado  no jornal, disse: "Daqui a três anos serão As Guerras Clônicas". Não foi dali a três anos e nem foi Guerras Clônicas.

Quando finalmente chegou, em 1999, A Ameaça Fantasma, primeiro filme da série que fui ver no cinema, foi aquele desastre total. Depois do impacto dos efeitos especiais, depois da anestesia passar, comecei a pensar na história, em Jar Jar Binks e tudo foi desmoronando. Não senti nada de bom assistindo aquele filme. E nem os dois seguintes. Parecia que Star Wars tinha morrido. 

Mas, eis que a Disney compra a franquia e, em dezembro de 2015, com O Despertar da Força, estou eu lá no cinema, como se estivesse de volta a 1977, e senti toda a emoção de assistir um filme de Guerra nas Estrelas no Cinema. Isso se repetiria com Rogue One, mas não com Han Solo e nem com o Último Jedi. Nem mesmo fui assisti-los no cinema. E, quando assisti, vi que não perdi grande coisa. Então está 2 a 2 nesta nova fase. 

Mas, voltando, com o tempo assisti O Retorno de Jedi em fita VHS, completando assim a trilogia original. Depois tive a trilogia original remasterizada em VHS com as cenas refeitas e/ou acrescentadas. Deois o DVD e finalmente o blu-ray. 

Nos quadrinhos meu primeiro contato foi nas revistas do Hulk publicadas pela editora Abril, mas, com os quadrinhos do primeiro filme, o de 1977, só agora mesmo, nesta coleção, que traz Uma Nova Esperança em seis edições e algumas outras histórias que se passam após os acontecimentos deste filme. 





1964 e 2016

GOLPE E IMPEACHMENT, NÃO "REVOLUÇÃO" E "GOLPE"


O filósofo Paulo Ghiraldelli é claramente de esquerda, mas,por não passar pano para a corrupção do PT e nem mesmo usar o tempo "golpe" para o impeachment de Dilma, entre outras coisas, acaba por ter o ódio dos dois lados dos extremos do espectro político. 

Confesso que de tanto a esquerda petista martela que o impeachment foi um "golpe", que eu acabava por não ter certeza de não ter sido mesmo. A antipatia por Michel Temer e Eduardo Cunha ajudava neste pensamento. Porém, assim como o golpe de 1964 não foi uma "revolução" como martela a direita, o impeachment de 2016 não foi um "golpe" como quer a esquerda fanatizada. 

Mas, apare entender os termos e porque são usados de maneira incorretas, só mesmo assistindo ao vídeo de Ghiraldelli, que é alguém que tem o dom explicar algo da forma que até mesmo a pessoa mais iletrada, como eu, consegue entender. Ele mostra como não adianta distorcer os conceitos para proveito próprio se eles simplesmente são conceitos com suas próprias regras. 

Suas explicações não são delirantes, mas baseadas em anos de estudo real. Claro que, em um vídeo, a explicação cabe apenas dentro de alguns poucos minutos e, se quisermos saber mais detalhes, precisamos nós mesmos ir atrás de mais conhecimento, como diria o E. T. Bilu. 

Ghiraldelli deixa claro que não é um guru e que ele apenas nos dá o início, os instrumentos necessários para que nós mesmos continuemos a aprender. Em outros videos, o filósofo tem explicado de forma constante os verdadeiros motivos da crise econômica, com tal constância que fica impossível não entender. 

Mesmo discordando de algumas atitudes e pensamentos seus, ao menos Ghiraldelli se guia pelo senso comum, o qual todos nós conseguimos acessar sem problemas e conferir se está certo ou errado, e não se baseia em teorias de conspiração - algo que parece detestar - e nem trata quem discorda dele como lixo, usando palavrões na intenção de desviar do assunto. 

Tendo vivido a época da ditadura e assistido todo o processo da tomada do poder a instauração do AI 5 até o retorno da democracia em 1988, Ghiraldelli pode falar do que presenciou. Diferente de pessoas que nasceram neste século e defendem uma ditadura que nem sonharam em viver. 

Por fim, a ditadura, por mais que tente se relativizar, ou reescrever a História, terá sido um período vergonhoso, onde a corrupção grassava, mas como o governo dominava a imprensa, obviamente nada disso era noticiado, assim sendo "não existia corrupção', porque não se podia falar dela. 

Pessoas foram torturadas apenas por sua ideologia política, entre elas, muitas mulheres que eram estupradas e outras tinham seus filhos levados para vê-las sendo torturadas, para que confessassem mais rápido fosse lá o que fosse que tivessem que confessar. 

A tortura nunca foi legalizada, portanto era um ato criminoso de um governo criminoso, que usou de seu poder até mesmo apar encobrir crimes contra crianças. A tortura contra um culpado já era errada, contra os milhares de inocentes torna aqueles que a fizeram criminosos, independente de julgamento, e quem defende isso ou comemora é, dentro de si, tão criminoso quanto. 

sábado, 30 de março de 2019

Estranhos no Paraíso 1

ESTRANHOS NO PARAÍSO - VOLUME 01 DE 06
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Eu conheci Estranhos no Paraíso única e exclusivamente por causa dos scans. A HQ surgiu aquino Brasil na década de 90, na época em que eu estava congelado, então não cheguei a saber disso. Também só foram publicados os três primeiros números, pela Editora Abril, depois mais alguns em dois encadernados da Via Lettera. 

O título ainda passou pela Pandora Books e HQ Maniacs, porém, nenhum das editoras chegou nem perto de publicar todo material. Agora a Devir promete lançar seis volumes com tudo que já foi lançado de Estranhos no Pàraíso. Este é o primeiro volume, até agora. São 350 páginas que já trazem o que foi lançado pela Editora Abril, Via Lettera e Pandora Books. 

Estranhos no Paraíso é sobre Katchoo, Francine e David. David ama Katchoo que ama Francine que ama todo mundo. Os três vivem um triângulo amoroso cheio de contratempos e segredos que vão se revelando ao longo de suas histórias. Alguns são traumáticos e outros quase imperdoáveis.

No primeiro arco, Francine precisa lidar com seu ex-namorado Freddy Femurs que, ao ferir os sentimentos de Francine, atinge em cheio a Katchoo também. Nesse torvelinho de acontecimentos surge David, que se apaixona por Katchoo, que deixa claro para ele que é lésbica, coisa que David parece não levar muito a sério e se torna uma constante na vida de Katchoo e Francine. Enquanto isso, Katchoo planeja uma vingança sinistra contra Femurs. 

No arco seguinte, Katchoo some, viaja para longe e, quando retorna, não dá detalhes do que foi fazer. Quando finalmente revela a David o que aconteceu, ela conta boa parte de sua vida pregressa, antes de conhecer Francine, o que ela fez e com que tipo de pessoas andou. Agora essas pessoas estão atrás dela e de uma quantia grande de dinheiro que elas acham que está com Katchoo. 

No terceiro e último arco do volume, Katchoo ainda se recupera dos acontecimentos do arco anterior quando Francine é quem entra em parafuso. Em dúvida sobre seus sentimentos, ela decide ir atrás do velho Freddy Femurs que está para se casar no Havaí. Obviamente, Katchoo e David saem correndo para tentar salvá-la de qualquer idiotice que esteja pensando em fazer. 

Terry Moore cria personagens cativantes com os quais você se importa e torce por eles a todo momento. Personalidades que você encontra no seu dia a dia e que faz você pensar, eu sei bem como é isso. No fim das contas, conhecemos todos esses estranhos no paraíso. 





Lições Para Vida Toda

O QUE APRENDI COM SKY,  MINHA 
PROFESSORA FELINA


Skyzinha já não está mais entre nós faz um ano. Viveu conosco por dois anos, dos seus 2 anos e meio de vida, mais ou menos. Foi pouco, sim, mas penso que, depois do que passou, ao menos foram de tranquilidade e de cuidados para que partisse sem sofrimento, mesmo que não... bom, melhor começar do começo. 

Estava um dia no Facebook quando vi a foto de Sky, essa mesmo aí em cima, no Facebook. Uma amiga da rede social estava anunciando ela para adoção. Ela estava em um abrigo no Centro do Rio e já estava há 6 meses lá, em um tratamento que estava chegando ao fim. Ela precisava ser  adotada ou seria solta no Campo de santa, um parque onde há muitos gatos e onde o abrigo ficava. Ela precisava ceder a vaga para outro gato que precisasse de tratamento. Ela esteve todo esse tempo lá por conta de ter sido pisoteada. Difícil acreditar, ao ver ela na foto. Falei com Lia e ela aceitou que a adotássemos, para ter a nossa companhia e a de Lucy, Guerrero, Bebel, Kira, Milu, Margarida e Julieta (dois cães e cinco gatos, na época). 

Minha amiga a trouxe para nós. Quando ela chegou, colocou a caixa no meio da sala e abriu. Pense em um raio em forma de gato. Sky (como eu e Lia a batizamos) saiu da caixa a uma velocidade assustadora. Ela não conhecia o apartamento, claro, mas logo achou um canto para se esconder, no quarto do computador. Fomos até ela, e ela estava apavorada, enfiada em um vão entre a estante a parede. Era impossível pegá-la, ela não deixava. Dani - minha amiga - explicou o que era óbvio: por ter sido maltratada de forma tão violenta, ela não confiava nos humanos. Se dava bem apenas com o pessoal do abrigo, incluindo aí a Dani, pois levaram seis meses ganhando a confiança dela. Mas, isso não nos abalou. Nunca desistimos de ninguém até ali e não seria agora. 

Sky logo encontrou um cantinho no quarto, que era formado por um rack e outro móvel em que eu guardo livros e gibis. Eu chamava de sua bat-caverna. Ali ninguém a incomodava, nem mesmo os outros gatos que pareciam perceber sua necessidade de paz. Eu colocava sua comida perto da entrada e sua água e esperava que ela mesma decidisse quando se alimentar. Eu ficava no quarto, com ela, mas ela ficava na sua bat-caverna, quieta. parecia que ela nunca iria sair, que nunca mais iria querer saber de contato com humanos. 

Às vezes, durante a noite, eu ia até o quarto, e a encontrava do lado de fora, mas era só o tempo dela me ver e chispar de volta para seu ninho. Ela não queria saber de papo. Uma noite a encontrei no tanque de lavar roupas. Ela tinha começado a explorar o apartamento. Quando me viu, saiu novamente correndo. mas, aquilo já me deixara feliz. 

Um dia eu a vi, durante o dia, atrás da mesinha do computador. Tentando ganhar sua confiança, aproximei minha mão para que ela cheirasse. Ela deu uma patada que acertou uma veia. Nunca pensei que uma patada de uma gata de aparência tão delicada pudesse doer tanto. Mas, eu e Lia não desistimos nem mesmo um segundo sequer. Eu sabia que ela estava querendo nos dar uma chance e só precisávamos ter paciência. 

Um dia, eu saí do nosso quarto e me deparei com ela na sala. Ela deu meia volta, sem correr, e voltou para seu quartinho particular. mais alguns dias e eu tive a surpresa de vê-la na nossa cama. Aquilo me pegou de surpresa. Contei para Lia que também ficou emocionada. Sky já começava a se adaptar e anos aceitar. Lucy e Guerrero não a perturbavam e os outros gatos a respeitavam. Era como uma peça que se ajustava aos poucos. 

Não demorou muito tempo e, de uma gatinha desconfiada, Sky se tornou a mais carinhosa de todas, como se agradecesse por algo. Muitas vezes eu estava aqui no computador, com as pernas na mesa (mania minha) e ela subia na mesa do computador e começava a esfregar a cabeça em minhas pernas e até mesmo a se deitar e colocar a cabeça ali, para dormir. Era recompensador. Foi um bom tempo. 

Infelizmente Skyzinha veio para ficar pouco tempo. Logo ela começou a ficar desanimada e a levamos no veterinário apenas para descobrir que ela tinha FELV, uma das duas doenças incuráveis que atingem os felinos. Provavelmente tinha sido hereditária. Ela foi piorando, mas nós fizemos de tudo que pudemos. O problema todo é que, como era nossa primeira vez com um problema assim, acabamos sendo enganados por veterinários gananciosos. 

Seu sofrimento acabou sendo prolongado pois nos davam a entender que ela melhoraria, coisa que, até mesmo eu, já percebia que era impossível. Ela já estava cega de um olho e começava a não conseguir mais engolir o alimento. Minha vontade era terminar seu sofrimento, mas Lia nunca sofrera a perda de um animal doméstico e eu não conseguia brigar com ela sobre isso, então fomos aceitando os novos procedimentos, até que, por fim, colocaram uma sonda do lado do coro dela, para se colocar o alimento. Disseram que ela ficaria seis meses com a sonda. Me peguei pensando: "O que diabos esse pessoal tá falando? Ela não vai viver seis meses". Mas, Lia ainda tinha esperança, então eu me calei. 

E não deu outra. Na mesma semana que a sonda foi colocada, a coisa atingiu o estado terminal e aí sim, tiveram que admitir que era necessário a eutanásia, depois de gastos sete mil reais. Além disso, os custos da eutanásia e da cremação. Lia não foi, ela não aguentaria. Me despedi de sky, chorei muito, por mim e por Lia e deixei claro que ela nunca seria esquecida, que sempre estaria na família que a recebeu e tentou dar o melhor para ela nesse curto tempo de vida. 

Sky me ensinou muita coisa. tantas que nem dá para enumerar, pois algumas nem dá para colocar em palavras: perseverança, amor infinito,  abnegação, paciência, agradecimento, tantas coisas. Sky não se tornou uma estrelinha no céu, Sky se tornou o nosso céu. 

Passado um ano (ela faleceu em fevereiro de 2018) ainda parece que tudo aconteceu ontem. Que foi ontem que ela chegou aqui, com medo, desconfiada, irascível e zangada com todos. Parece que foi ontem que eu descobri que a vida nos ensina todo dia lições diferentes e que elas, ás vezes, vem sobre quatro patas peludas. Amamos você, Sky. Para Sempre. 

P.S.: Obviamente nunca mais coloquei os pés de volta na clínica veterinária. 



sexta-feira, 29 de março de 2019

A Fauna nos Comentários

TIPOS DE COMENTARISTAS BOLSOMINIONS


Na época do governo petista, quando eu costumava me pronunciar sobre Lulinha Paz e Amor e Dilmãe no Facebook, havia alguns poucos que pareciam ter um sentido de aranha para posts sobre o PT. Apareciam como que do nada para defender seus amados líderes e o partido. Lembro que bloqueei pelo menos umas três pessoas por causa disso. Pode ter sido mais, mas realmente não lembro. Mas, lembro que bloqueei uma pessoa quando ela disse que contribuiu para uma das vaquinhas de um mensaleiro. Aquilo foi demais para minha cabeça. Mas, havia também pessoas que eram petistas roxos que ficavam na delas, e estão lá até hoje. Sabiam que não adiantaria defender PT para mim, então interagíamos em outros assuntos, mas política ficava de lado. Não havia porque se atritar nesse campo, se eu tinha o meu pensamento e elas tinham o deles. Eu também procurava não me pronunciar em seus posts que eu considerava vergonhosos demais. 

Mas, aqui é um blog e tem uma caixa de comentários. Isso demanda comentários. Claro que eu posso decidir quais podem ser publicados e os critérios são meus, afinal, o blog é meu. Ainda assim,entre publicados e deletados, se nota uma certa fauna entre os defensores fanáticos de Jair Bolsonaro,começando por aqueles que dizem que nãosão fanáticos, mas são, senão não se incomodariam com minhas críticas, que não são críticas vazias. O presidente é incompetente, despreparado, intolerante, racista, misógino, homofóbico, corrupto e tem envolvimento com o que há de pior na bandidagem que são os milicianos. Se a pessoa defende isso como a solução para o Brasil e ainda o faz dee forma tresloucada, nem sempre dá para aprovar seus comentários. Vejamos um exemplo do tipo de comentário e do tipo de pessoa do qual você, bolsominion, faz parte:

"Postagem de merda essa de vocês hein, no terreno da política. eu votei no bolsonaro, mas sou muito bem centrado para saber que ele também tem defeitos. esse negócio de "bolsominios" é coisa de petista de merda, povo lixo ignorante, que não enxerga que a porra do lula só roubou. queria muito que a dilma tivesse ficado até o final do mandato dela só para ver o brasil entrar numa guerra civil, eu juro que queria. e queria muito ver o lula de novo presidente, só para afundar logo de vez esse país de merda, de gente filha duma puta que adora ser roubada na cara dura sem fazer nada e ainda achar bonito. esse país é uma merda por causa de vocês brasileiros de MERDA QUE AMAM SER ROUBADOS BANDO DE BOSTA CAGALHÕES SEUS FILHOS DUMA PUTA TEM QUE SOFRER MUITO AINDA TOMARA QUE LULA VOLTE A SER PRESIDENTE E DILMA A VICE BANDO DE IDIOTAS COCOZÕES NUNCA MAIS ACESSO ESTA MERDA DE SITE "

Este está na categoria "esquizofrênico", porém, temos muitos outros:

O Alienígena - Este tipo de comentarista bolsominion não vive no nosso planeta, afinal parece não saber nada sobre seu presidente. Quando se aponta os preconceitos dele, a pessoa solta pérolas como "Até parece que ele é homofóbico", sendo que o próprio já se declarou homofóbico com orgulho. Também acha que ele não é racista por tirar fotos com um negro ao lado dele,assim entrando na categoria "ingênuo", também. 

O Paradoxal - Este gosta de publicar comentários que não fazem o menor sentido. do tipo "blá blá blá blá eu sei que você não vai ter coragem de publicar este comentário". Se sabe, para que fez o comentário? Claro que este pode ser apenas alguém do nosso próximo gênero. 

O Chantagista - Este curte dizer que, apesar de o blog ser muito bom, nota 10, lindo de morrer, ele está saindo por causa dos meus textos políticos que não condizem em nada com a realidade do presidente que em três meses já transformou o Brasil numa Wakanda.  Tudo isso para ver se paro de escrever. 

O Intelectual - Este comentarista escreve um textão com palavras bonitas e difíceis, às quais voc~e precisa pegar um dicionário para entender, somente para dizer uma coisa que todos eles dizem: eu também defendo bandido como acusava os petistas de fazerem.

O Olavete - Bom, na verdade, quase todos são olavetes, mas há aqueles que seguem o padrão olavete mais a risca. Usam apelidinhos que pensam ser ofensivos, usam argumentos truncados para confundir, acusam você do que eles mesmos fazem e, o principal, são completamente semi-analfabetos. 

O Fake News - O  Fake News é um dos mais exóticos. Ele chega aqui diz que tudo é fake news e, para provar isso, ele posta um link de algum vídeo ou notícia... que é fake news feita pelos direitistas, que as produzem em nível industrial. 

O Sadomasoquista - Odeia a mim, odeia o blog, odeia os textos,mas está todo santo dia aqui, lendo tudo. sabe como evitar os textos, mas prefere não usar esse artifício, pois gosta de sofrer, de ler os textos e chorar de raiva por estarem "caluniando" seu amado líder. 

O Petista Infiltrado - O Bolsominion Petista é aquele que lê os textos e, ao encontrar críticas ao PT, entra no mesmo modo dos bolsominions e começa a defesa dele, muitas vezes de forma tão idêntica ao bolsominion clássico que fica difícil saber com qual deles você está falando. 

O Utopista - Este também poderia ser classificado como "O Iludido", mas Utopista fica mais legal. É claramente um iludido. Chega aqui e diz que o presidente já fez tanta coisa boa que não tem porque eu ficar criticando-o. Todo dia o dólar cai, todo dia a bolsa sobre, como se ele fosse acionista da bolsa, e como se as medidas do presidente, em sua maioria não visasse apenas dar mais vantagens para os grandes empresários e para banqueiros, além da indústria de armas, da  qual faz lobby, juntamente com Moro. 

O Bird Box - Este é aquele cegueta total. Não enxerga um palmo diante do nariz. Na verdade, ele faz como no filme, coloca a venda e sai correndo para não ver as verdades inconvenientes sobre sua paixão platônica, o presidente. 

O Advogado Aloprado - Na verdade, todos são advogados. Trabalham incansavelmente para defender seu "cliente" que nem sabe de sua existência. Mas, o Aloprado é aquele que, ao se deparar com acusações de envolvimento com a milícia, tenta reveter essas acusações para a esquerda, mesmo os caras tendo contratado para trabalhar com eles o miliciano, a mãe do miliciano, a esposa, a filha, a neta, o vizinho, o cachorro, as pulgas do cachorro...

O Rebatedor - Esse também é um tipo que abarca a todos, mas é bom citá-lo aqui. Como um jogador de basebal ele recebe a bola da crítica e rebate com seu eterno, "Mas e o PT!", mesmo o PT não estando mais no governo há dois anos. 

Enfim, deve ter outros tipos, mas tenho scans para fazer, lugares para ir e café para beber. Até mais. 


quinta-feira, 28 de março de 2019

Resumo da Ópera

AQUELE PRESIDENTE COMPLETO



quarta-feira, 27 de março de 2019

Bons Tempos Aqueles

INFELIZ ANIVERSÁRIO

Arte de Vitor Teixeira


ENQUANTO ISSO, NO DESGOVERNO...


Dr. Slump - Vol. 02

DR. SLUMP - VOLUME 02 
Digitalização: Renato PLT/Tratamento: Outsider Z/HORDA Mangás

PARA BAIXAR, CLIQUE EM ULOZTO

Dr. Slump é subversivo. A robozinha Arale é inocentemente pirada. Já o Dr. Senbe é um gênio da ciência, mas um idiota nas mãos de Arale. E ela agora quer voar. Ao ver Gatchan - o menino com asas que nasceu de um ovo pré-histórico - voar, Arale começa a importunar o Dr. Senbe para que a faça voar, também. 

Em seguida, periécias de Arale e sua turma, na escola e com o Dr. Senbe. Tudo isso sendo apenas um breve descanso até que um invasor alienígena, muito parecido com uma mosca, trombe com Arale e comece aí mais uma aventura esquisita. 

Dr. Slump usa e abusa da metalinguagem de forma genial, sem se preocupar com coisas como realismo. Em O Replicador de Realidade podemos ver essa ténica narrativa sendo usada sem nenhum pudor. 

Arale é raptada - novamente - por um fracassado assaltante de bancos que se vê em apuros quando percebe que ela não é uma menina comum. O assaltante retorna algumas páginas a frente. Nesse meio tempo temos uma pistola que modifica as pessoas e um retorno à pré-história. Por fim, Dr. Senbe arma todo tipo de plano para ver... a calcinha da professora de Arale. 




terça-feira, 26 de março de 2019

A extrema é direita?

OS EXTREMOS SE CONTRAEM


As pessoas odeiam rótulos, porém, não conseguem se livrar deles. Vestem os rótulos que lhes caem como uma luva, como um tubinho preto e ainda se sentem confortáveis neles. Claro, nem sempre o admitem abertamente. Bolsonaro,  por exemplo, agora deu (uia) para dizer que é de centro-direita. Pfff, que piada. Os neo-nazistas que o apoiam, que são de extrema direita com todo orgulho, discordam disso. O fato dele apoiar criminosos torturadores e a tortura em sim, bem como apoiar a ditadura do Brasil,, a ditadura de Pinochet, no Chile e a ditadura e louvar o ditador-pedófilo do Paraguai, Stroessner, já deixam claro em qual espectro político ele está. 

Assim como ele, muitos dos apoiadores deles, que ganharam o carinhoso apelido de bolsominions. Estes também não gostam deste rótulo, mas fazem de tudo para se encaixar nele. Bolsominion é antes de tudo, aquele que segue cegamente ao vilão, como os minions, de Meu Malvado Favorito. Marco Feliciano até mesmo citou o desenho, deixando claro que era bolsominion de carteirinha quando disse que Boslonaro era seu malvado favorito. E, como eu disse, os extremistas gostam de ser extremistas e não conseguem se livrar dessa tarja preta. 

Um leitor (ou ex-leitor) do blog, insatisfeito com o post sobre os "bolsominions" veio reclamar que não era bolsominion... agindo como bolsominion. Deu chilique, falou que sou petista (coisa que é típica de um bolosminion) e terminou o comentário aos gritos que, se fossem em áudio, com certeza ele estaria entrando em uma espécie de derrame, naquele faniquito majestoso. 

Outros são mais discretos: ficam escrevendo vez após vez que o blog é tão bom, menos quando fala de política, pois estão magoados por eu estar deixando aqui - NO MEU BLOG - a minha opinião sobre o presidente incompetente deles. O extremista, seja de qual lado for - e não vou falar dos de esquerda pois não são eles que estão no poder - tem essa dificuldade extrema de exercer o dom da crítica e autocrítica. 

A grande maioria dos extremistas são como nazistas, alguns declarados, outros querendo ser, mas sem levar o título no peito, nem aceitando Hitler como líder. Quem ser nazistas, mas dizendo que Hitler é de esquerda. É a burrice junto com a ignorância dando luz à estupidez. 

Por mais que acreditem nesse governo, esquecem que criticar faz parte de TODO governo e que Bolsonaro não tem nenhuma proteção especial quanto a isso. Ser presidente é ser alvo de críticas, por melhor que ele seja. Imagina quando é o pior. 

Os bolsominions, quando eram aecistas, reclamavam e faziam piadas sobre a incompetência e burrice de Dilma - que era verdade - mas ficam caladinhos quanto a incompetência e burrice de seu amado líder. Alguns dizem que fazem críticas sim, mas é uma mentira deslavada do caralho. Estão preocupados demais em lamber o saco murcho do cara para se lembrarem de criticar. Estão ocupados demais em lembrar do PT e de sua corrupção, tentando esquecer a corrupção que se instala agora e que, provavelmente, já tem mais de 27 anos, enquanto deputado. Provas há, assim como há provas para muitos outros corruptos que estão soltos. 

O extremista não se preocupa com a justiça, nem com a justiça social. A primeira só vale para aqueles que são inimigos de seu amado amante, a segunda significa ajudar aos pobres e extremista tem um ódio profundo de pobre, muitas vezes - muitas mesmo - sendo ele mesmo pobre. Ou seja, ele odeia a si mesmo, mas essa é uma característica básica do extremista. 

O extremista aceita toda decisão do líder, por mais prejudicial que esta seja. Ele acha que o líder sabe tudo, é onisciente e onipresente, mas, em geral, é só um idiota com poder. Mussolini, Hitler, até mesmo Stálin, o eram, em graus diferentes, grandes idiotas que chegaram ao poder. Mesmo que alguns sejam gênios na arte de se manter no poder, como pessoas, em seu íntimo, são grandes idiotas, pois o ego sempre os destruirá. O ego é outro problema dos extremistas. Sempre é tão grande quanto a sua baixa estima. 

O extremista plebeu ele serve apenas como gado, alimento para os líderes. Cegos e presos a ideologias que os tornam militantes de bandidos, acabam por receberem um choque quando a realidade das soluções mágicas de sua liderança, se mostram ineficientes e prejudiciais a ele mesmo. Não que isso façla acordar todo extremistas. Alguns ainda continuarão a fazer o gesto nazista, mesmo estando atolado de merda até o pescoço: HEIL, BOSTA!




As Três Regras dos Bolsominions, por Anderson Koppe:

Regra 1 -  "Bolsonaro sempre está certo"; 
Regra 2 - "Quando o Bolsonaro estiver errado, aplique a regra 1"; 
Regra 3 - "Se ainda restar qualquer dúvida, ataque o PT"


segunda-feira, 25 de março de 2019

HMPM: Marvel Boy

OS HERÓIS MAIS PODEROSOS DA MARVEL: MARVEL BOY
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

PARA BAIXAR, CLIQUE MEGA ou MEDIAFIRE

Dentre todas as raças alienígenas do Universo Marvel que já visitaram a Terra, provavelmente os krees são os respo0nsáveis por criarem  mais heróis do que qualquer outra. Do Capitão Marvel aos Inumanos, eles foram - por vezes desavisados, outras de propósito - os catalisadores, tanto das maiores ameaças ao planeta quanto de incríveis personagens superpoderosos.

No anos 2000, um novo herói kree entrou para este auspicioso grupo: Marvel Boy. Porém, não foi a primeira vez que seu nome ecoou pelo Universo Marvel. Houve alguns personagens com este nome. Alguns, até mesmo, vieram antes da própria Marvel, publicados nos anos 1940 e 1950 pelas companhias antecessoras Atlas e Timely. 

Uma editora de quadrinhos colocar o próprio nome em um personagem é uma jogada bastante ousada, porém a Marvel nunca se esquivou da tentativa. Todos os personagens que adotaram o codinome, do Capitão Mar-Vell original dos anos 1960, Carol Danvers, Monica Rambeau e, mais recentemente, Kamahla Khan, a Miss Marvel, foram personagens muito diferentes, mas não demoraram a se provar dignos do título. Como você vai ver, Noh-Varr carrega o legado com excelência. 

Não há melhor exemplo das habilidades de Noh-Var do que esta série de estreia em seis edições por Grant Morrison e J. G. Jones. Preso na Terra e envolto nos planos do ganancioso Dr. Midas e sua filha Oubliette, o Kree adolescente se vê obrigado a combater os humanos e, depois, protegê-los. 

Em constante conflito com um mundo que não quer entender, Marvel Boy é como um James Dean com poderes cósmicos, ofendendo e combatendo toda e qualquer figura de autoridade em seu caminho. É uma história incrível, cheia de ideias absurdas e criativas, conceitos inovadores  e identificáveis que só Morrison seria capaz de escrever. Quanto à arte, Jones não se contém em dar vida às ideias com páginas e páginas de arte explosiva e inventiva, lado a lado com as excentricidades do roteiro. 

É evidente que os criadores estavam determinados a tornar seu rebelde Kree o mais revolucionário possível. Impregnado de DNA de inseto, com membros articulados hipermóveis, , ele se move com graça e velocidade que fazem os humanos parecerem lesmas. Seu corpo de Adônis adolescente e cara dd cantor de boyband ocultam uma mente alienígena que já concebeu dez maneiras de derrotar seu oponente antes que o vilão alcance sua arma. 

Transbordando arrogância e conduta rebelde, ele corre o risco de parecer vaidoso. Porém, é difícil chamar de vaidade quando se é superior a 99.999999% da população do planeta. Dito isso, Marvel Boy brilha como um herói simpático e relutante, incumbido com uma missão de proteger um planeta cheio de seres que considera extremamente inferiores na escala evolutiva. 

Pode ser um fardo, mas é o fardo dele, e Noh-Varr vai carregá-lo como somente ele consegue, com um brilho de fogo cósmico e com um visual de partir corações. (Texto de Ed Hammond). 




domingo, 24 de março de 2019

CGNDC: Legião dos Super-Heróis

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVELS DC: LEGIÃO DOS 
SUPER -HERÓIS - A SAGA DAS TREVAS ETERNAS
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Inc.

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Paul Levitz voltou a escrever a Legião de Super-Heróis na edição 284 (fevereiro de 1982). Após uma publicação, ganhou a companhia do desenhista Keith Giffen, que inicialmente desenhou as histórias secundárias mais curtas, antes de se tornarem as principais.

Juntos, eles introduziram um dos períodos mais celebrados na história da revista. A Saga das Trevas Eternas, lançada nas edições 290-294 (agosto-dezembro de 1982), foi provavelmente o ápice da criatividade deles - um épico que abrangeu galáxias e reapresentou uma manifestação do mal supremo ao Universo DC. 

Na época, a Legião dos Super Heróis era especialmente popular entre os fãs mais velhos, frequentadores de lojas especializadas em quadrinhos. Levitz se aproveitou disso para construir um enredo complexo, usando recursos narrativos como a Enciclopédia Galáctica para fundamentar a ação e dar a impressão de um universo futuro totalmente compreendido. 

Os desenhos precisos de Giffen trouxeram uma sensação de verossimilhança, com cenários cheios de alienígenas bastante diferenciados e detalhados, além de tecnologia futurista. Seu uso extensivo de "color holds" - nos quais os contornos pretos de alguns objetos são retirados durante o processo de impressão -, uma técnica raramente usada na época, deu à obra o aspecto único que foi, de certa forma, precursor da sofisticada colorização usada hoje em dia. 

Quando o "Senhor das Trevas" foi finalmente revelado, ficou claro que Levitz e Giffen haviam orquestrado o retorno de um personagem monumentalmente maligno. O vilão - que até esse ponto era subutlizado na continuidade principal - acabou se tornando um dos protagonistas do Universo DC, e a Saga das Trevas Eternas ajudou a pavimentar o caminho para vários épicos que viriam a seguir. (Texto de apresentação no interior da HQ).





sábado, 23 de março de 2019

Justiceiro de Garth Ennis 1

JUSTICEIRO DE GARTH ENNIS: VOLUME 01 - NO PRINCÍPIO
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Shoots

PARA BAIXAR, CLIQUE MEGA ou GOOGLE DRIVE

Garth Ennis é aquele que chega para colocar o terror, mais ou menos como o próprio Justiceiro. Ele não vem com delicadeza e não me toques. Ele derruba a porta e escancara tudo. Pois eis que, ao encontrar seu paralelo nos quadrinhos, num selo de quadrinhos da Marvel mais adulto, a coisa simplesmente se torna completamente épica. 

Neste primeiro volume das aventuras que Garth Ennis escreveu para o personagem, temos três arcos, sendo que o primeiro, na verdade, era uma minissérie chamada Born (Nascido Para Matar, por aqui). Born trata de uma questão ineteressante: foi nomomento da morte de sua família que Frank Castle se tornou o Justiceiro, aquela pessoa sedenta por sangue? 

A minissérie mostra seus últimos dias no Vietnã, e como Frank Castle já amava uma guerra, mesmo que ela já estivesse perdida. Ali, num posto quase esquecido, ele luta para permanecer o máximo possível lutando contra os vietcongues, mesmo que para isso, precise lidar com alguns inimigos internos, literais e simbólicos. Em Born, ficamos sabendo como Frank Castle sempre foi e sempre será. 

No arco seguinte, No Princípio, após mais uma noite de trabalho normal, exterminando várias famílias de mafiosos durante um aniversário, Castle se vê diante de um velho amigo... que veio para capturá-lo. Levado para um local desconhecido, Frank Castle é obrigado a confrontar seu passado e tomar uma decisão importante. Porém, os mafiosos são vingativos e também estão vindo atrás do Justiceiro. Uma guerra entre quem o capturou e os capangas da máfia terá início.

O último arco é Inferno Irlandês. Ennis adora o tema já que ele mesmo é irlandês. Castle está em um bar quando este explode. Ele sai vivo, mas agora quer saber quem explodiu o bar e o porque. Ele logo percebe que não tem nada a ver com ele, mas, envolve uma guerra entre facções irlandesas. Uma célula do IRA, piratas, traficantes e mafiosos disputam uma herança deixada para as quatro partes, mas que cada um quer toda para si. Frank Castle resolve intervir, afinal, ele gostava daquele bar. 





sexta-feira, 22 de março de 2019

A Prisão do Vampiro

O TEMER TÁ PRESO, BABACA!


Em meio a acusações de envolvimento com a milícia, coincidências com o caso Marielle, rusgas entre Moro e Rodrigo Maia, Reforma da Previdência emperrada e um dos piores níveis de aceitação de um presidente em tão pouco tempo, caçar vampiros tornou-se providencial. Além do mais, a Lava Jato, que vem sofrendo ataques do STF, precisa provar seu valor e deixar claro que seu interesse é em combater a corrupção e não em tirar lucro dela, com os 2,5 bilhões de multa da Petrobrás. 

Neste cenário caótico, de um governo que se preocupa mais em lamber o rabo de presidente americano, dando tudo e recebendo apenas promessas vagas, a prisão do vampirão veio bem a calhar. Depois de passada a euforia inicial, logo se percebe que os interesses por trás desta prisão podem ser vários e variados.  

Além do distanciamento que isso dá ao caso Marielle, o caso do motorista laranja Queiroz também vai ficando cada vez mais esquecido, assim como do Ministro do Turismo que, com seu laranjal, pode fazer sua colheita sossegado, sendo deixado de lado até mesmo pela imprensa. Isso sem falar no corrupto Ônix Lorenzoni, que nunca receberá a visita da Polícia Federal, enquanto estiver sob as asas de seu santo protetor, Sérgio Moro. 

As delações de Palocci não fazem mais efeito. Começam até mesmo a perder a credibilidade, haja visto que sempre que o governo está em apuros, aparece uma delação nova de Palocci com respeito a Lula. Como um remédio que não faz mais efeito pois o vírus sofreu uma mutação, essas delações não causam mais o mesmo efeito, principalmente porque não estamos mais em campanha e soltar delação bem no meio dela, só fez efeito prático naquela época. Agora era preciso algo grande e nada melhor que um presidente e um ex-governador, Moreira Franco. 

No entanto, nada  disso surtirá efeito na popularidade de Bolsonaro. Assim que abre a boca ou escreve no Twitter, o presidente Golden Shower logo faz com que ela despenque novamente. Já há pessoas arrancando adesivos do mito de seus carros e mostrando-se seriamente arrependidos. Restarão muitos apoiadores no final? Talvez. Lula tem sua leva de militantes até hoje. 

Como vi em um vídeo, imagine daqui há uns 20 anos, as pessoas lendo todas as barbaridade ditas e perpetradas por esse presidente, talvez em um livro de história ou eBook, e se horrorizando, mesmo tendo, há 20 anos atrás, votado nele. Claro, sempre haverá aquele 1% que defenderá com unhas e dentes o que foi feito e dito, assim como ainda hoje há o 1% de loucos que defende tudo o que Hitler fez. 

A prisão de Temer seria algo de grande alegria, se o contexto político não fosse este, em que há interesses tão escusos quanto a corrupção do próprio Temer. Temer pode ser um vampiro, mas há muitos, muitos sugadores de sangue do povo neste governo draculesco. Mas é aquilo né, vampiro é mito

quinta-feira, 21 de março de 2019

[Scans Que Eu Li] Tarzan no Planeta

TARZAN NO PLANETA DOS MACACOS - 05 EDIÇÕES
Produção de Jotas/Midori/ArthurFMG/Os Invisíveis-SóQuadrinhos

PARA BAIXAR, CLIQUE MEGA ou MEDIAFIRE

Dark Horse e Boom! Studios se reúnem para um dos maiores e mais lógicos crossovers de todos os tempos. Tarzan, o Rei dos Macacos vai parar no Planeta dos Macacos graças às elocubrações de Tim Seeley e David Walker, com a arte de Fernando Dagnino e as cores de Sandra Molina, mais as capas de Duncan Fegredo.

Uma criança foi criada pelos macacos depois que seus pais morreram na selva. Zira e Cornelius são seus pais. Eles vieram de uma outra realidade, do futuro talvez, e tiveram um filho que se tornou irmão do adotivo Tarzan, Milo. 

Quando Tarzan é encontrado por seu primo e levado para a civilização descobre que é John Graystoke, porém, sua intenção é retornar para a selva e reencontrar Zira, Cornélius e Milo. Mas, ao fazer isso, uma guerra tem início entre humanos e macacos. E, para piorar as coisas, uma anomalia temporal está trazendo novos inimigos e alguns aliados. 

Costurando a clássica história de Tarzan aos filmes da franquia O Planeta dos Macacos, os autores nos dão uma história inteiramente nova e emocionante. A arte bem trabalhada completa o que se torna um dos melhores crossovers já feitos. Tarzan adentra a um mundo ao qual ele está familiarizado e que, ao mesmo tempo, precisa lutar para salvar. 




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