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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

CGNDC: LJI - Vol. 02

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVEL DC: LIGA DA 
 JUSTIÇA INTERNACIONAL - VOLUME 02 de 02 
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

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"A nova revista Justice League virou Justice League International a partir do número 7 (novembro de 1987). A mudança foi planejada desde o relançamento e reforçava a dinâmica global da equipe. Os heróis da Liga sempre percorreram o mundo, e agora o título da revista refletia aquilo, enfatizando o novo status da equipe como uma divisão da ONU. 

No fim do primeiro ano da publicação, a equipe de criação estava em ótima fase. Os roteiristas Giffen e DeMatteis e os desenhistas Maguire e Gordon produziram uma série de histórias - reunidas neste volume - que construíram a mescla única da revista, juntando super-heroísmo com humor em cima dos personagens. A introdução do hilário Gnort e da excêntrica dupla Fogo e Gelo traria ainda mais comédia para a fórmula dos meses seguintes. 

Apesar de seu tom distinto, Justice League International não deixava de ser o centro de todo o Universo DC. A revista teve um papel crítico na saga Milênio, que envolveu a maioria esmagadora dos personagens da DC, e a união com o Esquadrão Suicida enfatizava o papel único da LJI nas relações internacionais. 

No despertar da Crise nas Infinitas Terras, um novo Universo DC lentamente se desdobrava, e Justice League International contribuiu muito para a ideia de um mundo interconectado, com organizações meta-humanas disputando poder e influência. 

As histórias apresentadas aqui construíram a base para que Justice League International se tornasse uma das revistas favoritas dos fãs. No ano seguinte, a revista passaria a se chamar Justice League of America, e uma derivada, Justice League of Europe, seria lançada com igual sucesso.  




quarta-feira, 24 de outubro de 2018

CGNDC: LJI - Vol. 01

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVEL DC: LIGA DA 
JUSTIÇA INTERNACIONAL - VOLUME 01 de 02
Digitalização e Tratamento: Out, The Sider Z/HORDA Inc.

PARA BAIXAR, CLIQUE MEGA ou MEDIAFIRE

"Da metade da década de 1980 até o seu final, a indústria de quadrinhos sofreu enormes mudanças. Um número cada vez maior de gibiterias estava cativando um público cada vez mais adulto, e a DC respondia com obras como Batman: O Cavaleiro das Trevas, Watchmen e A Saga do Monstro do Pântano. Ao mesmo tempo, a editora comemorava seu 50o aniversário recomeçando toda sua continuidade do zero, abrindo caminho para versões modernas dos principais personagens e revistas. 

Proibida de utilizar protagonistas como Superman, Flash e Mulher Maravilha, a equipe criativa da nova revista da Liga da Justiça Internacional foi obrigada a se dedicar aos personagens menos conhecidos. Além disso, os roteiristas Keith Giffen e J. M. DeMatteis nadaram contra a corrente da época, de histórias mais sombrias, e partiram para narrativas cheias de humor. 

Os dois se voltaram para o relacionamento entre os membros divergentes da equipe, destacando as rivalidades e os ciúmes. O resultado foi o surgimento de história com o ritmo das melhores séries de humor da TV. 

Kevin Maguire e Al Gordon eram os artistas perfeitos para dar movimento às ideias absurdas dos roteiristas. Em suas mãos, todo gesto ganhava importância, e toda expressão tinha um significado. A arte foi ao encontro das palavras, levando os níveis da comédia ainda mais além. Dob o comando de Giffen, DeMatteis, Maguire e Gordon, Liga da Justiça Internacional é o mais humanos dos dramas dos super-humanos. 

Apesar da abordagem leve, Liga da Justiça Internacional lida com problemas do mundo real, como a proliferação de armas nucleares, por exemplo. A inclusão das Nações Unidas na revista e o foco na política internacional de energia previu a abordage dos quadrinhos que prevaleceu nas décadas seguintes."





quarta-feira, 6 de junho de 2018

CGNDC: LJ - A Nova Fronteira

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVES DC: LIGA DA JUSTIÇA
A NOVA FRONTEIRA - PARTES 1 e 2 de 2
Digitalização e Tratamento: Out - Z/HORDA Frontiers
Páginas Duplas: Alan "Martian, The Pagehunter" Bishop

PARA BAIXAR, CLIQUE AQUI e AQUI

Darwyn Cooke, um artista completo, um roteirista e ilustrador, um contador de histórias e um desenhista dos melhores. Tinha um carinho especial pelos super-heróis e isso a gente percebe pelo modo como ele os tratava. Suas histórias eram mais maduras mesmo naquele seu traço inocente. E A Nova Fronteira foi o ápice disso tudo. 

É algo clichê de se dizer, mas esta saga é uma ode à Era de Prata, um testamento de alguém que amava os quadrinhos de super-heróis, e que provavelmente era muito fã do lugar onde trabalhava, a DC Comics. O trabalho feito ali supera em muito outros com o mesmo objetivo. Mostrar o início de uma era dos quadrinhos. 

É tão bem costurado que a gente não percebe que são, na verdade, dezenas de personagens interagindo em uma HQ de centenas de páginas. 

Logo somos informados que a Sociedade da Justiça deixou de existir. O fim de uma era, a Era de Ouro. Um novo tempo começava e novos super-heróis estavam surgindo, tomando o lugar daqueles que ficaram para trás. Muitos deles aceitando o manto de forma tão literal que carregavam até os mesmos nomes, como Flash e Lanterna Verde. 

Os novos heróis e alguns dos antigos, como Mulher Maravilha e Superman, têm que lidar com uma ameaça ancestral que vem do espaço, um ser que se alimenta do medo e que vem para destruir tudo aquilo que tocar. Um super-herói sozinho não daria conta, seria necessário surgir um novo grupo, que é formado ali, no calor da batalha. 

Se Darwyn Cooke nos deixou cedo demais, ao menos se foi nos deixando um grande presente, que se chama Liga da Justiça - A Nova Fronteira, e os anjos dizem amém.





sábado, 12 de maio de 2018

CGNDC: Superman - O Legado das Estrelas 2

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVELS DC:SUPERMAN 
O LEGADO DAS ESTREAS - PARTE 02 de 02
Digitalização e Tratamento: Outsider, The Z/HORDA Stars
Pags. Duplas: Alan "No Nickname Today" Bishop/DOOM Scans

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Clark Kent sempre soube que era diferente. Vindo de outro planeta quando bebê, ele foi criado na rural Smallville, no Kansas, por Jonathan e Martha Kent. Apesar do amor incondicional e do apoio de seus pais adotivos, Clark nunca se encaixou direito. Ele temia que seus poderes pudessem fazer dele um elemento estranho, e o garoto quis saber mais sobre sua herança alienígena.

A única conexão tangível de Clark com seu planeta extinto era uma placa computadorizada que viajou para a Terra com ele. Embora ele não conseguisse decifrar o idioma extraterrrestre, Clark ficou maravilhado com os desenhos contidos na placa - imagens de uma civilização avançada que ele não sabia se chamar Krypton. 

Aos 20 anos de idade, Clark deixou o Kansas em busca de seu lugar no mundo. Como jornalista freelancer, ele cobriu a divisão étnica entre os Ghuri e os Turaaba na África Ocidental. Ele tentou interceder no conflito aparentemente insolúvel, mas, mesmo com suas habilidades incríveis, não evitou a morte de um carismático líder político. Clark voltou a Smallville mais determinado do que nunca a usar seus poderes para um bem maior. 

Com a ajuda de Martha, Clark criou um uniforme colorido que lembrava os trajes exraordinários que ele viu na placa. Reconhecendo a importância da insígnia em forma de "S" que aparecia repetidamente nas histórias, Clark a incorporou à sua roupa. O primeiro voo de Superman aconteceu em Metrópolis. Ele salvou vários cidadãos, incluindo a repórter Lois Lane, de drones militares com defeito. Ele também se viu frente a frente com seu passado, o gênio Lex Luthor, que por algum tempo foi seu melhor amigo em Smallville. 





sexta-feira, 4 de maio de 2018

CGNDC: Superman - o Legado das Estrelas 1

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVELS DC: SUPERMAN
O LEGADO DAS ESTRELAS PARTE 01 de 02
Dig. e Tratamento: Outsider Z/ HORDA Stars
Págs. Duplas: Alan "Coulson's Sidekick" Bishop

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E aqui vamos nós para mais uma origem do Superman, em seus 80 anos de nascimento. Já que a Panini não lança nada de especial do personagem, o jeito é a gente aqui ir fazendo nossos especiais nós mesmos. 

Desta vez é a reformulação de Mark Waid e Leinil Francis Yu que, assim como a de John Byrne, já foi descartada devido às inúmeras Crises que a DC lança a cada seis meses e reformula os personagens, sempre para a felicidade geral da nação. 

Desta vez temos um Clark Kent que se torna jornalista não para servir como um disfarce, nem para poder saber do que está acontecendo em primeira mão, mas por paixão e até mesmo por uma militância humanitária. 

Podemos ver isso quando ele se envolve com um líder africano que luta contra as desigualdades e preconceitos do lugar onde vive e é assim hostilizado pelas lideranças da oposição. Engajado neste jornalismo social, Clark sente que preisa fazer mais pelo mundo com os poderes que lhes foram concedidos. 

Esta nova origem parece ter sido influenciada também pelo seriado Smallville e, apesar de ser uma nova reformulação, não deixa de ecoar Byrne ao citar que ele teria salvo um ônibus espacial, algo que ele faz em Homem de Aço, de Byrne. 

Sejam quantas vezes for contada, a história de Superman sempre será a história de como alguém precisa saber lidar com os dons que tem, afinal, com grandes poderes vem grandes pedaços de kryptonita. 





quarta-feira, 25 de abril de 2018

CGNDC: O Homem de Aço

COLEÇÃO DE GRAPHIC NOVELS DC: HOMEM DE AÇO
Digitalização e Tratamento: Outsider Z/HORDA Origins
Págs. Duplas: Alan "Crazy Horse" Bishop/DOOM Scans

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Desde que me entendo por leitor de quadrinhos que o Superman (ou Superômi) é o meu personagem de quadrinhos de heróis preferido. É clichê, é piegas, mas porquê eu negaria isso, só para me encaixar nos padrões de leitores de quadrinhos que na verdade parecem mais preocupados com qualquer outra coisa, menos curtir quadrinhos. 

Claro, um personagem com 80 anos de idades e milhares de histórias já produzidas vai ter milhares de histórias ruins. Porém, não são estas histórias ruins que o definem. O Superman é tudo aquilo que o ser humano queria ser, mas não pode, claro, pois é uma utopia. E não estou falando dos superpoderes, Mas do caráter. 

Não é a toa que que há uma relação entre Superman e Jesus Cristo que é proposital. Duas pessoas perfeitas com superpoderes, que parecem não ter nenhum defeito de caráter. O ser humano almeja ser melhor, como eles, o que já é alguma coisa. 

Mas, deixando a pieguice de lado, o fato é que o Superman, sendo o primeiro dos super-heróis, nunca irá perder essa aura de ícone supremo que o acompanha. Sendo assim, trabalhar com um personagem assim deve ser sempre uma grande responsabilidade. Agora imagine ter que reformular todo o conceito criado anos atrás e ter de mantê-lo fiel às suas origens. Era o trabalho que John Byrne tinha que encarar em Homem de Aço.

Depois de Crise nas Infinitas Terras, todo o unverso DC seria reformulado e, é claro, seus personagens mais conhecidos não poderiam dar errado nesse recomeço.  Byrne recriou a origem do Homem de Aço e fez parecer que ela sempre foi a que todos conhecemos. Era outra origem e era a mesma. 

Quando li essa obra lá nos minha adolescência, eu senti uma espécie de reverência por tudo aquio que estava sendo feito. Essa rever~encia permanece até os dias de hoje, todas vezes que leio essa minissérie que deu reinício a tudo. 





quinta-feira, 12 de abril de 2018

CGNDC: Lanterna Verde

COLEÇÃO GRAPHIC NOVEL DC: LANTERNA VERDE
CREPÚSCULO ESMERALDA/NOVO AMANHECER
Digitalização e Tratamento: Outsider, The Z/HORDA Cosmic
Páginas Duplas: Alan "The Wizard" Bishop/DOOM Scans

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Tudo começou no centro do Universo há 10 bilhões de anos. No planeta Oa, uma raça de imortais se autodeclarou "Os Guardiões do Universo" e forjou a Bateria Central, uma reserva de seus poderes cósmicos reunidos baseada na luz verde da força de vontade. Esse poder abastece os anéis de sua polícia intergaláctica, a Tropa dos Lanternas Verdes. 

O piloto de testes Hal Jordan é o maior de todos os Lanternas Verdes. Escohido pelo alienígena Abin Sur, à beira da morte, para ser o protetor do Setor 2814, Hal empunha seu anel esmeralda com orgulho. 

Ele e dos demais membros da Tropa carregam, cada um, seu anel energético, uma das armas mais poderosas do Universo, capaz de amterializar qualquer objeto que o usuário imagine, sendo que sua única fraqueza é a cor amarela. 

Embora os terráqueos John Stewart e Guy Gardner tenham sido escolhidos para a mesma função, Hal sempre foi considerado o melhor da Tropa, com autoconfiança e convicção que sempre se aproximavam do limite da arrogância. 

De volta à sua cidade, Coast City, Hal descobre um motos gigantesco, uma verdadeira fortaleza, colocado lá pelo ditador extraterrestre Mongul, líder de um império espacial de gladiadores chamado Mundo Bélico, que concordara em ajudar o Superciborgue a se vingar do Superman. 

Os dois vilões usam uma série de bombas para destruir Coast City, construindo uma aparelhagem nas ruínas  da cidade com o intuito de transformar a Terra em outra versão do Mundo Bélico. 

Furioso, Hal entra na cidade-motos para barrar Mongul, usando seus poderes para derrotar o malfeitor alienígena. Hal vence, mas sua cidade e todos aqueles que amavase perderam para sempre. 

E aqui que nossa história começa...




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