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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Como Pular os Textos

DICA PARA DEIXAR MAIS PRÁTICO PARA QUEM 
QUER APENAS BAIXAR AS HQs E FILMES


A dica que eu vou dar não é para quem está reclamando dos textos, pois estes eu quero que se fodam já que não devo nada a eles. Os que estão reclamando dos textos estão fazendo isso porque tem corrupto de estimação e os textos os incomodam. 

A dica é para tornar o blog mais prático para quem quer chegar e baixar logo as HQs (ou Filmes).  Vou dar a dica de como fazer com as HQs, mas a mesma dica poderá ser feita para os filmes, também, exatamente do mesmo jeito. Na verdade é algo tão simples que muita gente já deve até ter feito isso, eu é que não pensei nisso antes. 

Passo 1: Vá em Marcadores aqui à esquerda (mesmo que você seja de direita) e clique na aba "Scans". Depois que ela abrir é só salvar a página nos Favoritos e entrar por ela toda vez que quiser ver apenas os sans sem passar pelos textos. Esta aba engloba todos os quadrinhos postados aqui. 

Passo 2: O mesmo pode ser feito para filmes. Clique na aba "Filmes" e salve nos favoritos. Se quiser ficar apenas com a aba de scans e quiser acessar os filmes sem abrir outra é só clicar no banner ali na esquerda, que é um link direto para os filmes e já existe há um bom tempo. Nesta aba e no link do banner estão todos os filmes, documentários, animações e etc




ENQUANTO ISSO, NA NOVA ERA DO BRASIL...



terça-feira, 10 de abril de 2018

Como Burlar o Mega - Parte 2

COMO BURLAR O MEGA II - A MISSÃO
Vejamos se conseguimos mais um método para baixar
os arquivos do provedor com tranquilidade sem problemas

01. Esse é o Browsec VPN
(Clique na figura para ampliar)

01. O Browsec VPN é um simulador de IP. Ele simula que seu IP é de outro país. Portanto, ao instalá-lo em seu Chrome - não sei se ele funciona nos outros navegadores, pois não testei - ligue-o de preferência apenas quando for usar o Mega, pois ele pode deixar a internet lenta e travar vídeos e etc. Repetindo, deixei-o ligado apenas quando for usar o Mega

Para começar, adicione o plugin ao Chrome clicando AQUI.

02. Os passos seguintes creio que não são obrigatórios. Segundo o Alan Bishop, que me apresentou o plugin, ele consegue usar sem se registrar. Só precisa mesmo colocar em ON, quando estiver usando Mega. Mas, caso queira se registrar os passos são os seguintes, abaixo: 



Depois é só fazer o login. Mas, como disse, não fazer o cadastro parece não afetar o processo. Eu fiz, mas só fiquei sabendo depois, que não era necessário. 

03. Por último, escolha um dos quatro países disponíveis para simulação de IP. Os países restantes são premium, ou seja, só se pagar. Mas, creio que quatro já são o bastante. 


ATENÇÃO: Se você morar em um dos países - por exemplo, se escolher USA em USA - claramente não vai funcionar, então escolha entre os três restantes. 

Mais uma vez: SÓ DEIXE EM ON QUANDO ESTIVER USANDO O MEGA. FORA ISSO PODE ATRAPLHAR SUA NAVEGAÇÃO. 

Boa sorte. 

PARA SABER COMO BAIXAR USANDO O GERENCIADOR DE DOWNOAD DO MEGA, CLIQUE AQUI: Sõ não sei se ele continua eficiente como antes, por isso coloquei mais essa opção.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

MegaDownloader

BAIXAR NO MEGA PELO MEGADOWNLOADER
Com o programa é possível baixar além dos limites (já testado)

PARA BAIXAR O MEGADOWNLOADER. CLIQUE AQUI


Confesso que não confio nos programas que os sites de download disponibilizam para facilitar o download, ainda mais quando procuram fazer com quem a pessoa assine as contas premium. 

Porém, depois de testar, vi que funcionou como prometido, pelo menos até agora. Para que o teste fosse competente, eu primeiramente baixei direto da página, até chegar ao limite concedido pelo Mega, depois abri o programa, e peguei um arquivo grande, e comecei a baixar por ele. Para dizer a verdade, consegui baixar 28 GB de um fôlego só.

No arquivo há um texto para instação e uso, mas deixo aqui um tutorial com imagens, para não ter como dizer que não entendeu:

Vou começar pelo modo mais difícil: quando os arquivos estão dentro de uma pasta. O modo mais fácil nesse caso é baixar a pasta inteira:

Clique para ampliar

Copie o link  do navegador e automaticamente ele aparecerá numa caixinha no programa Megauploader, se você já estiver com ele aberto, claro.  Parq que comece o download, você precisa clicar em "add link":


Clique em "add link"

Esse mesmo processo dos dois prints acima é o usado para baixar quando é apenas um link solto. Você copia o link do navegador, ele aparece no Megauploader e você clica em "add link".

Quando é uma pasta, e você fizer o que foi dito acima, ele vai baixar todo o conteúdo da pasta: filmes, legendas, seja o que for. Mas, às vezes, a pessoa pode querer apenas um ou dois ítens da pasta. Aí complica só um pouquinho, mas ainda é relativamente fácil de baixar, se tiver paciência.

Não sei porque, o Mega não provê a opção "obter link", quando a conta não é sua. Daí que basta você abrir uma conta no Mega - se já não tiver uma - e fazer o seguinte:

1. clique no arquivo e com botão direito 
clique em "importar"


2. O arquivo vai para sua conta, assim que 
você clicar em "importar" novamente


3. Aí você clica em "obter link"


04. Na caixinha que aparecer, não clique 
em maisnada a não ser em "copiar".


E, pronto, novamente o link aparece no Megadownloader e só clicar em "add link". Boa sorte. 




quinta-feira, 30 de julho de 2015

Como Burlar o Mega

COMO BURLAR A LIMITAÇÃO DE DOWNLOAD DO MEGA
O vídeo mostra como, mas apenas pelo Chrome



Como já deve ter dado para perceber depois que fiz o post com os filmes do Taca a Mãe Pra Ver se Clica, o Mega começou a limitar a quantidade de downloads que se pode fazer, e depois é preciso esperar mais de 300 minutos para baixar novamente. 

Pesquisando, achei o vídeo acima, que, testei aqui, funcionou bem. O único inconveniente é que a operação precisa ser repetida a cada novo download. E, também, é uma dica que só pode ser uasada no Chrome. ´Porém, acho que nos outros a ideia é a mesma. Para quem não conseguir enxergar o que diz o vídeo, aqui vai o que é preciso fazer:

- Quando entrar o aviso de que acabou seu limite, vá em Configurações ou Definições (do Chrome) >> Desça toda a barra e clique em “configurações avançadas” >> Limpar dados de navegação >> Selecione Hora anterior, mas, para garantir que funcionará, é melhor colocar Dia Anterior >> Então clique em Limpar dados de navegação.

Como eu disse, parece que só funciona para um download, então é preciso ficar repetindo o processo para o próximo down. Espero que dê certo.


MINHA INFÂNCIA EM DOIS ATOS - Por Enquanto







quinta-feira, 26 de maio de 2011

Como Escrever um Conto


COMO ESCREVER UM CONTO, EUDES HONORATO WAY
Saudade de Quando a Chuva Tinha Cheiro de Terra



A chuva fedia a óleo diesel ou algo parecido.

A primeira frase sempre aparece de repente, durante o meu dia-a-dia. Às vezes andando pela rua, às vezes no banho ou mesmo quando estou aqui sentado aqui, pensando no que escrever. Geralmente não existe uma história por trás dela, apenas a frase. Tento desenvolver mentalmente o que escrever em seguida, mas não vou muito longe. Como estava pensando em escrever um conto de ficção científica antes mesmo de "receber" essa frase, eu tento encaixar uma história a partir daí. E isso eu só consigo fazer enquanto escrevo no editor de posts Zoundry, que os envia para o blog. Em resumo, vem do nada, como se pode ver a seguir.

Apesar de ser dia ainda, o tempo fechado faz parecer que é quase noite. Ou algo pior do que a noite, devido à própria chuva mal-cheirosa. Sinto uma dor de cabeça que faz um lado do meu cérebro latejar. Nada deu certo durante todo este maldito dia. Paro em um ponto de espera e aguardo a chegada de um Autocoletivo. Estou todo molhado mesmo estando com minha capa de chuva. O botão para secar está quebrado.

Nesta fase ainda não tenho a mínima idéia do que estou escrevendo. Não sei nem mesmo quem é o personagem, nem para onde ele vai. Me pergunto seriamente se ele vai a algum lugar ou se terei de deletar tudo isso aqui e deixar este post pra lá, como já aconteceu algumas vezes no decorrer da escrita de alguns outros anteriores. Uma sensação de derrota e frustração faz com que eu evite que isso aconteça mais vezes. Penso, e daí que pode ficar um grande cocô, não vou ganhar nehum tostão mesmo. Então, deixa de frescura e continua!
Há apenas mais um cara no ponto. Sentado e ncostado à parede envidraçada ele parece imune à chuva ou a qualquer outra coisa que aconteça ao seu redor. Olha para os sapatos (horríveis, por sinal) como se estes pudessem responder a alguma coisa que ele tem em mente. Ele fuma, mesmo sendo proibido fumar ali. A fumaça viaja até mim, como se soubesse que eu sufoco ao inalá-la. Prendo a respiração o máximo que posso. Mas, não posso me preocupar com sujeitos estranhos e seus cigarros, preciso chegar ao Centro o mais rápido possível e esse Auto parece que não vai chegar hoje.

Introduzo (com carinho, claro) mais um personagem na trama, sem nem ao menos saber o que ele vai fazer. Na verdade, não sei absolutamente nada até aqui e rezo para que isso funcione de algum modo. Sinto que estou enrolando e o texto está lento, e não cria um interesse imediato. Talvez a idéia de fazer um guia de como é escrever um texto a la Eudes Honorato esteja atrapalhando, já que isso aqui também é de improviso. Na verdade, não sei qual é o texto real aqui, se é o conto sobre o cara na chuva que fede a óleo diesel ou se é esse guia.

O Auto demora demais. O cara acende outro cigarro. A chuva aumenta, o cheiro de óleo diesel aumenta. Minha dor de cabeça aumenta. E a fumaça do cigarro vem em minha direção novamente. Desisto de bancar o cara legal e vou pedir gentilmente ao fulano que apague seu cigarro e se ele engrossar, bom, eu estou armado, mesmo que seja com um canivete que uso como chaveiro. Porém, quando estou prestes a falar com o fulano dos sapatos feios, ele olha em minha direção, aperta alguma coisa em sua capa de chuva (que penso ser o botão de secar) e some. Desaparece. Por um instante esqueço a chuva e o cheiro de diesel, pois um cheiro de eletricidade fica no ar. Se é que eletricidade tem cheiro.

Tento injetar algum movimento à história, mas isso parece apenas me complicar mais. Não sei bem o que estou tentando fazer. Mas, depois de chegar até aqui, é aquele momento de onde não há mais volta. Preciso continuar mesmo que isso fique uma bomba homérica, o que é o mais provável. Afinal de contas, não sabemos o que o personagem principal quer, porque o cara dos sapatos feios sumiu, e nem se isso é relevante dentro de tudo isso. Quer dizer, eu não sei. Aceito sugestões. Mas, não há tempo. Preciso continuar.
Não estou sabendo de nenhuma nova tecnologia que tenha criado o teletransporte. Ainda nos locomovemos como há 200 anos atrás, por meio de máquinas que nos levam pra lá e pra cá. Fico aturdido tentando entender o que aconteceu. Dou uma olhada onde ele estava sentado e vejo que não foi nenhuma alucinação minha ao constatar que algo ficou para trás. Uma espécie de cartão de apresentação, só que sem muita coisa escrita. Apenas uma palavra "OMTEC". O cartão é de um metal muito fino, quase cortante. Levanto e olho contra a pouca luz que ainda resta do dia e não consigo ver mais nada além de OMTEC.

E lá estou eu, me complicando cada vez mais. Esse é um ótimo guia de como se escrever um conto, diga-se de passagem: não explica nada e ainda me atrapalha o desenvolver da história. Mas, a idéia inicial era essa mesma, então vamos até o fim e seja o que os deuses dos escritores de blog quiserem.

Guardo o cartão no bolso no momento em que o Auto chega. Entro e digito meu destino. CENTRO. Tento não pensar no assunto do cara que sumiu no ar. Mas aquilo não me sai da cabeça. Olho em volta e no Auto estão apenas mais três pessoas. Um homem e duas mulheres. Meto a mão no bolso e novamente tento ver se há mais alguma coisa escrita. É quando começa o caos. Assim que levanto o cartão o ônibus pára e os outros três passageiros se levantam e avançam correndo para cima de mim, totalmente insanos. Pulo e acerto o homem no plexo solar enviando ele pro outro lado. Uma das mulheres agarra meu braço e morde. Uma dor desgraçada. A outra tenta arrancar minha cabeça puxando meu cabelo.

Apesar de estar começando a gostar do texto, me pego pensando como vou me livrar de tudo isso no final. Como vou dar sentido à coisa toda, ou se terei de fazer uma manobra evasiva, do tipo, final em aberto e essa coisa toda de quem não sabe como terminar uma história.

Já percebi que querem o cartão e, imbecilmente, eu resolvo não entregar. Eles não dizem nada, apenas me atacam selvagemente. Quando o homem está voltando pra me pegar e as duas mulheres quase me imobilizaram, eu chuto o botão de emergência fazendo com que as janelas caiam para fora. Aquilo as distrai por alguns segundos, o bastante para que eu me solte, esmurre mulher a mais próxima e salte pela janela. Caio de mau jeito, mas me ponho logo de pé, pois já estão vindo atrás de mim. O cartão ficou comigo. Saio correndo o mais rápido que posso, com a chuva martelando minha cabeça, gotas grossas. Posso dar adeus ao meu compromisso no Centro.

Já consigo vislumbrar um possível final para a história. Em parte, devido ao cansaço que é escrever um conto que precisa terminar em um único post. Se não fizer isso, ficará tão grande que ninguém se dará ao trabalho de ler. Não quero ter de fazer uma continuação, pois há grandes chances de eu não ter ânimo para escrevê-la. É tudo ou nada. Apenas Jerusalem Jones sobreviveu a mais que apenas um conto.

A chuva é tão intensa que acaba me ajudando a despistar os três malucos. Não os vejo mais atrás de mim. Não entendi o que aconteceu. Pareciam pessoas totalmente desconhecidas umas pras outras. Acho que o cartão as afetou. Mas, por que não me afetou? Será porque estou com ele? Tiro-o do bolso novamente, meio que tremendo ainda. De repente, do meio do barulho da chuva torrencial eu escuto um clamor que parece aumentar. Olho para os dois lados da rua e, através da chuva, vejo uma coisa assustadora: uma multidão de pessoas alucinadas, como as do ônibus, vindo em minha direção. É o cartão, o maldito cartão. A solução parece ser largá-lo e deixar ali para que eles façam bom proveito. Mas... eu não consigo!

Acabo extendendo mais ainda o que eu pensava que terminaria agora. Mas é ilusão. Não que eu vá conseguir explicar alguma coisa, mas ao menos preciso finalizar de um jeito que fique convincente, nem que seja apenas para mim mesmo. Assim sendo, é agora ou nunca.

Estou prestes a ser engolfado por uma multidão de loucos alucinados e não há para onde fugir. Meu cérebro funciona a toda velocidade, não relembrando minha vida toda em 10 segundos, mas relembrando os últimos acontecimentos. Paro, como que em câmera lenta, na figura do cara dos sapatos feios, com seu cigarro nojento e sua capa de chuva quase igual a minha. Sem grandes diferenças. Ele apenas apertou o botão de secar e se foi. O cartão ficou. Por quê?

É, por quê, sabidão. Responde!
Não foi a capa que o transportou, foi o cartão. Quando já estão quase em cima de mim eu aperto o botão de secar... e desapareço. Só que, diferente de ver alguém sumir, eu agora é que estou nessa viagem que não faço idéia de onde vai dar. Sinto como se meu corpo fosse sugado por um buraco negro e depois lançado por um estilingue gigante em direção ao nada. Paro abruptamente, sentindo o empuxo acumulado. Bato a cabeça contra uma janela de vidro. Estou dentro de uma espécie de cápsula que cabe apenas uma pessoa. Eu. Um rosto com uma máscara cirurgica aparece do outro lado. Ele usa um crachá onde se lê "OMTEC". Ele abre a janela da cápsula e pergunta: - Conseguiu trazer o cartão? - Meto a mão no bolso e o cartão não está lá. Ficou para trás. Sinto que isso não é bom.

Ele percebe que não tenho cartão nenhum. Demonstra um leve incômodo, como se aquilo já tivesse acontecido muitas e muitas vezes e ele estivesse se acostumando. Aperta alguma coisa no ouvido e fala um pouco mais alto: "Próximo Andróide-robô de resgate. Enviar". Em seguida aperta um botão ao lado da cápsula onde eu estou e ouço um zumbido forte, sinto um calor extremo por microssegundos e cheiro de eletricidade. E desapareço, dessa vez para sempre.

Bom, é isso. Como alguém que dispara nos últimos metros de uma corrida, eu arranco para o final e espero que tenha funcionado. Muitas perguntas sem respostas, outras podem ser deduzidas pelo diálogos finais e você pode até mesmo construir o antes e o depois dentro da sua própria cachola. Lúdico, não?!

Até a próxima!

P.S. Pra meu azar, existe mesmo uma OMTEC (mas, não era um nome tão criativo assim).



Technorati : , ,

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Compartilhamento


COMPARTILHAMENTO OU MEIO DE GANHAR A VIDA?
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A pirataria, como a conhecemos originalmente, eram homens nos mares abordando outras embarcações para roubar, gerando assim um lucro sem nenhum investimento. O compartilhamento de arquivos pela internet é dividir com outras pessoas, aquilo que se gosta, sem cobrar nada por isso, ou tirar qualquer outro tipo de vantagem financeira. Por quê? Porque aí sim, seria como a antiga pirataria, que é como todo tipo de compartilhamento de arquivos é chamado genericamente. Mas, para piorar, há motivos para isso.

Assim como filmes e softwares piratas vendidos nas ruas, dentro da internet há quem procure tirar vantagem de colocar para download músicas, filmes, scans, softwares. O modo mais comum é entulhar um site ou blog com milhares de filmes e outros arquivos e, quando você clica no link para download, é direcionado para páginas em que é obrigado a se cadastrar em sites que vendem algum produto para celulares. Alguns outros colocam os arquivos em sites que pagam por download, como o Easy Share, por exemplo. Isso não é compartilhar, é ganhar a vida. Isso prejudica aos que compartilham apenas porque gostam. Mas, o mais incrível, quando há uma caça às bruxas, eles permanecem lá, intocados.

Alguns outros apenas poluem seu site com os tais adsense, publicidade paga pelo google. Até aí, não há nada que se possa fazer, é mais uma questão de consciência. Se o cara está gerenciando um blog em que ele coloca apenas textos seus, sua opinião, trivialidades da internet, coisas que não interferem com direitos autorais de ninguém, colocar publicidade é um direito dele. Quando você está compartilhando material com copyright, fica parecendo que quer apenas ter mais visitas para ter mais clicks nos anúncios. O interesse não é realmente compartilhar.

Outros, além dos anúncios, além dos links que redirecionam pra sites de celulares, ainda tem a cara de pau de pedir donativos! A maioria dos blogs de compartilhamento está no blogger.com, que todo mundo sabe, ou deveria saber, é grátis, nunca cobrou por seus serviços. Os filmes, músicas ou scans postados nestes lugares a pessoa apenas baixou via eMule, Torrent, ou mesmo de outros sites. Que diabos de custo essa pessoa tem? No mínimo deve estar querendo pagar sua internet com o dinheiro de quem os visita.

Alguns fóruns também pedem donativos e, em alguns casos, até com razão, já que pagam uma taxa mensal para mantê-los, mas se envolve download de arquivos, o melhor seria manter esses donativos entre os principais membros, do que pedir donativos e arriscar parecer que está cobrando pelos downloads. Nenhum compartilhamento é trabalho. É diversão, é um hobby. Se está sendo um fardo, melhor mesmo é parar e ir viver sua vida. Se a pessoa quer ganhar dinheiro com filmes, por exemplo, que abra uma locadora.

Quando o assunto é compartilhamento, não se pode assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. Uma coisa prejudica a outra. Querer ganhar dinehro com isso, prejudica a qualidade do que se faz, se é que isso importa para quem está tentando ganhar com isso. A pessoa depois de passar por todos os entraves colocados para chegar ao download, ainda pode baixar um arquivo danificado. Se a pessoa faz isso de graça, sem custos ou redirecionamentos, mesmo que o arquivo esteja com problema, ela não se sentirá tão lesada assim.

Mas, o pior disso tudo mesmo é que quem faz isso tira vantagem do trabalho feito por pessoas que fazem porque gostam. Pessoas que compraram ou alugaram os filmes e riparam, pessoas que traduziram as legendas (um trabalho cansativo), pessoas que escanearam e assim por diante. Pois, esses tais apenas baixam esse material e tacam em seus blogs comerciais. Quando tal material é apenas redistribuido por outros que também o fazem porque gostam, é recompartilhamento, quando não, é apenas uma "puta falta de sacanagem".

No mais, é óbvio que, assim como o comécio de DVDs piratas vai continuar crescendo, esse tipo de site e blog também. A única solução é quem baixa, procurar os sites "limpos", em que não há tanta propaganda, os links são diretos, sem enrolação, e os sites são confiáveis. Um bom modo é, sempre que possível, usar o torrent, pois lá não tem como você estar pagando por nada além de sua conexão. Digo quando possível, porquem nem tudo está lá, algumas coisas só se encontram nesses lugares. Minha dica é: procure sempre. Use o Google, use todo tipo de ferramenta de busca.

Para ajudar, eis aqui um dos melhores buscadores por links diretos que já encontrei:
Accurate Files. Fico por aqui, deixando abaixo alguns arquivos, de graça, sem nenhum custo e ainda por cima sem pagar nada por isso. Té mais.


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